• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
quarta-feira, 27 maio , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Diplomacia

Se desmate crescer mais, Brasil terá problema, diz embaixador britânico

por Liz Elaine
2 de julho de 2020
em Diplomacia
Tempo de Leitura: 8 mins
A A

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Entre os muitos adiamentos causados pela pandemia do coronavírus, o da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-26), que deve fechar a regulamentação do Acordo de Paris em novembro de 2021, na verdade pode ter efeito positivo.

O encontro deve ser presidido pelo Reino Unido. O embaixador do país no Brasil, Vijay Rangarajan, diz esperar que o tempo extra permita definições mais claras sobre o acordo.Uma delas pode vir da eleição presidencial nos Estados Unidos no fim deste ano, já que o atual presidente americano, Donald Trump, é contrário ao compromisso climático.

A outra definição é esperada por parte do Brasil, que obstruiu as negociações na última conferência, tem impedido a conclusão do livro de regras do acordo e foi acusado pelo resto do mundo de propor uma “pedalada” na contabilidade de emissões de carbono negociadas no chamado mercado de carbono, que remunera países que reduzem suas emissões em troca de uma espécie de “licença para poluir”.

O maior desafio de redução de emissões no Brasil está no setor florestal. “Os governadores da Amazônia Legal me disseram claramente que querem uma solução para o artigo 6 [sobre mercado de carbono e mecanismos financeiros], porque seus estados vão ganhar, vão se beneficiar muito com esse fluxo de rendimento”, disse Rangarajan à reportagem, em entrevista por telefone.

Logo antes de assumir a embaixada brasileira, Rangarajan foi responsável pelo referendo sobre o Brexit em 2016 e também por negociações com a União Europeia sobre energia, previdência social e política externa. Graduado em ciências naturais, é mestre em matemática e doutor em astrofísica.

O embaixador analisa o cenário para negociações diplomáticas e também financeiras na direção de uma economia de baixo carbono. Eles aposta em títulos verdes e afirma que o desmatamento na Amazônia não condiciona a relação do Brasil com o Reino Unido, mas com os investidores internacionais.”Acreditamos totalmente em livre comércio. Será grave se o Brasil perder investimentos.”

VIJAY RANGARAJAN – Estamos trabalhando nas duas questões, Covid e mudanças climáticas, ao mesmo tempo. As negociações internacionais, adiadas por causa da Covid, já estão sendo retomadas e teremos as reuniões preparatórias no segundo semestre.

Um ponto muito importante é que a China vai sediar a Convenção da Biodiversidade da ONU, que também ficou para o próximo ano. Estamos trabalhando muito bem com a China, com a União Europeia e também com muitos outros países. Então tem este momento de grandes reuniões que muitos países estão organizando para o próximo ano.

Outro ponto muito importante serão as eleições nos Estados Unidos em novembro. Muito [na negociação climática] depende da posição do governo dos Estados Unidos. Vamos ver o que vai acontecer lá. E, finalmente, estamos falando com a Itália, que é coanfitriã da COP-26, e com Chile, que presidiu a COP-25.

O sr. acha que esse adiamento vai ajudar nas negociações, que foram um fracasso na última COP, inclusive com bloqueio brasileiro?

É difícil, mas acho que esse tempo que desfrutamos neste momento ajuda nesse sentido. Nós temos trabalhado com o Ministério do Meio Ambiente e com o Itamaraty sobre essa questão do artigo 6 [do Acordo de Paris, que dispõe sobre mecanismos financeiros e mercado de carbono]. É bem técnico e precisamos de mais tempo para solucionar. Mas devemos identificar uma solução antes do fim do ano de 2020, para ter um solução clara e total do artigo 6 antes da COP-26. Temos agora tempo para identificar uma solução, que pode ser uma fonte muito importante para o Brasil de investimento, como por exemplo com créditos de carbono na aviação [através do uso de biocombustível]. O investimento no mercado de crédito de carbono é fundamental para muitos mercados nacionais.

Houve algum avanço na conversa sobre o mercado de carbono com o Brasil, que tem uma posição fechada há algumas décadas?

É isso, é uma posição de décadas que o Brasil segura, mas nós estamos um pouco mais otimistas. Procuramos ver uma solução nos próximos meses. Também estamos trabalhando com muitos parceiros aqui do Brasil e eles também querem uma solução do artigo 6, como os governadores da Amazônia Legal. Eles me disseram claramente que querem uma solução para o artigo 6, porque seus estados vão ganhar, vão se beneficiar muito com esse fluxo de rendimento.

Também temos conversado com o setor privado brasileiro. Empresas internacionais têm visto o Brasil como uma solução importante e como um parceiro fundamental para nós. A Shell e a BP [British Petroleum] são grandes investidoras de biocombustíveis aqui no Brasil. O Brasil tem uma malha energética bastante renovável e o potencial eólico é fascinante. Como fazer a regulamentação com o governo federal para garantir investidores? E depois ligar investidores britânicos com esse setor e utilizar esses produtos e até exportar essa eletricidade? Então, essa é uma ideia. Temos algum tempo para agilizar essa agenda.

É surpreendente ouvir seu otimismo sobre o diálogo com o governo federal brasileiro, embora ele defenda abertamente um projeto antiambiental. Qual a expectativa do Reino Unido, como presidente da COP-26, sobre a contribuição brasileira nas negociações e na implementação do Acordo de Paris?

 Temos muitos projetos com os ministérios da Economia, do Meio Ambiente, da Agricultura. Por exemplo, £55 milhões [R$ 365 milhões] no total para o projeto Rural Sustentável, que está na segunda fase, em parceria como o Mapa [Ministério da Agricultura e Pecuária]. A ideia é reduzir o desmatamento e incrementar a taxa de produtividade [através de doações a pequenos e médios produtores rurais e capacitação técnica para restauração ambiental e técnicas de agricultura de baixo carbono.

Mas não estou totalmente otimista, tenho dúvida sobre a taxa de desmatamento, hoje quase 50% maior que a do ano passado. É um problema, porque a NDC [contribuição nacionalmente determinada no Acordo de Paris] do Brasil é muito ligada ao combate ao desmatamento. E o Redd [programas de redução das emissões através do combate ao desmatamento, a exemplo do Fundo Amazônia] é um sistema baseado em resultados. Se a taxa de desmatamento continuar a crescer, vai ser um problema grande internacional.

Nós estamos vendo neste momento que muitos países da Europa, por exemplo, desaprovam o acordo entre a União Europeia e o Mercosul por causa do desmatamento. Uma carta de redes de supermercados britânicos, há um mês, ameaça um boicote aos produtos brasileiros. Isso foi ligado à MP 910 [Medida Provisória sobre regularização de terras públicas, apelidada de MP da grilagem].

Então o temor que eu tenho é com o desmatamento ilegal e os boicotes internacionais. O momento mais crítico vai ser se virmos novamente os incêndios na Amazônia, como vimos em todas as telas internacionais no último ano. Eu conversei com o vice-presidente Mourão sobre isso e ele me explicou a importância do seu novo conselho amazônico, o trabalho que estão fazendo junto com outros governadores, que iam fazer na Amazônia, mas para nós, como sempre, o mais importante é resultado.

Se a taxa de desmatamento se elevar ainda mais, vai ser um problema, não só para cooperação internacional, mas com certeza para as cadeias de fornecimento e exportação brasileiras e também para a imagem do Brasil. A parte triste é que não é necessário elevar o desmatamento. Temos mostrado claramente que em larga escala é mais eficiente e mais lucrativo produzir carne bovina e muitos outros produtos de maneira intensiva, e não extensiva. Sem desmatamento. Então, é preciso aplicar o Código Florestal, porque há boas leis aqui no Brasil, e incentivar esses produtores, pequenos e grandes, a produzir de forma mais sustentável.

Há algum condicionante sobre o desmatamento da Amazônia na relação do Reino Unido com o Brasil?

A nossa relação não é condicional. Há alguns programas que são condicionais, como os sistemas baseados em resultados, que têm um ponto de condicionalidade, como o Redd: se os resultados [de redução do desmatamento] não acontecerem, então os pagamentos não são possíveis.Mas nossa visão é diferente: o Brasil tem a oportunidade de receber investimentos enormes e sustentáveis. Da parte do Reino Unido, acreditamos totalmente em livro comércio. Protecionismo não vai ajudar nem para descarbonizar as economias nem para impulsionar investimentos. Precisamos, por exemplo, do biocombustível do Brasil. Não vamos fazer ameaças.

Mas o investimento pode não acontecer. Depois da pandemia, queremos mudar o sistema financeiro para apoiar apenas investimentos sustentáveis. Então, se os investimentos no Brasil não não forem sustentáveis, será ainda mais difícil para os investidores internacionais apoiarem.

Também tem a questão da imagem do Brasil para os investidores e as redes de supermercados. Não é uma coisa só do Reino Unido e da Europa. Também há um rumo muito interessante na China de busca da sustentabilidade de todos os seus produtos. No ano passado, o maior importador de soja brasileira na China falou claramente sobre a importância da sustentabilidade para eles.Então, acho muito importante não obstruir os investimentos que já temos, mas será bem grave se o Brasil perder a possibilidade de investimento no mercado, através da imagem de que investir no Brasil não é sustentável.

No curto prazo, após a pandemia, há uma pista concreta para a chamada retomada econômica verde, ou esse termo expressa apenas um desejo?

Acho que tem uma pista bem clara. Temos que apostar nas novas tecnologias. E já temos tecnologia da eletricidade solar, que cresceu impressionantemente nos últimos dois ou três anos. Então, podemos investir mais na energia solar, por exemplo.

Mas diante da pressa para se recuperar a movimentação econômica, o risco não é de que os governos não imponham condições ambientais ou climáticas ao prover ajuda ao setor privado?

 Com certeza, é o risco. Governos mundialmente precisam retomar o crescimento o mais rápido possível e esse é um crescimento sujo. Nosso desafio é justamente como podemos impulsionar investimentos mais sustentáveis para sair dessa recessão. Isso não é impossível. O preço do petróleo está entre US$ 20 e US$ 30 o barril. Isso muda também o investimento. A Alemanha anunciou um pacote verde que incentiva os carros elétricos, mas não os carros movidos a combustível. Os governos estão pensando como mudar o comportamento dos investidores. Nós também.

A redução de emissões de gases-estufa que aconteceu durante a pandemia, principalmente pela parada dos transportes no mundo, pode de alguma forma ser aproveitada para se gerar uma tendência?

 Esse período de baixas emissões é temporário. Na China, a volta da utilização dos carros nas últimas semanas já provocou aumento nas emissões novamente. Então, uma pequena diminuição do fluxo de carbono na atmosfera não vai ajudar muito. É muito importante manter as ambição de longo prazo. Não podemos destruir nossas economias como a Covid tem danificado. É muito importante distinguir o que são efeitos da Covid, que gerou uma recessão em quase todos os países, mas que não não é um bom método para diminuir as emissões de carbono. Nosso método é diferente, é manter a economia, os empregos e tudo mais com crescimento econômico, enquanto reduzimos as emissões de carbono. Ligar essas duas coisas é um pouco confuso e não vai ajudar no argumento de mudança climática.

Mesmo assim, tem uma coisa que que me faz ser otimista: o crescimento do ciclismo, que é impressionante em Paris, Berlim, Nova York. Muitas cidades no mundo estão investindo em ciclovias e esse vai ser um setor muito bom, que derruba as emissões no setor de transportes e acelera a mudança.

Perfil

Embaixador britânico no Brasil desde 2017, Vijay Rangarajan foi diretor para a Europa no Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido e atuou no referendo britânico da saída da União Europeia. É bacharel em ciências, com mestrado em matemática e doutorado em astrofísica, todos pela Universidade de Cambridge.

Tags: BrasilDesmateEmbaixadorExportação ImagemProblemasVijay Rangarajan
Notícia Anterior

Chanceler uruguaio renuncia em reunião do Mercosul

Próxima Notícia

Na ONU, Itamaraty omite mortes e diz que país vive “democracia vibrante”

Notícias Relacionadas

Diplomacia

Issa Kort recebe boas-vindas como novo embaixador do Chile

25 de maio de 2026
Diplomacia

Cônsules suecos realizam encontro em Brasília

23 de maio de 2026
Diplomacia

Porto Alegre ganha nova sede do Consulado Geral da Itália

22 de maio de 2026
Próxima Notícia

Na ONU, Itamaraty omite mortes e diz que país vive "democracia vibrante"

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
Cazaquistão discute cooperação na agricultura e na Cazaquistão discute cooperação na agricultura e na pecuária com o Brasil -

Embaixador Bolat Nussupov se reúne em ministério para negociar implementação prática de acordo bilateral

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, e o Secretário de Cooperação Ministério de Agricultura e Pecuária, Augusto Billy, se reuniram, nesta terça-feira (26), tendo como ponto principal do encontro as negociações da implementação prática do Memorando de Entendimento e Cooperação na área de agricultura e pecuária. O documento foi assinado em 11 de maio deste ano em Astana, entre o Ministério da Agricultura do Cazaquistão e o Ministério Federal da Agricultura e Pecuária do Brasil.

Nussopov e Billy discutiram as possibilidades de criação, entre os dois países, de um Grupo de Trabalho conjunto, composto por representantes dos ministérios e órgãos competentes de ambos os países, bem como de associaçõe...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/cazaquistao-discute-questoes-de-cooperacao-nas-areas-da-agricultura-e-da-pecuaria/

#Agricultura #BolatNussupov #Brasil #Cazaquistão #Embaixador #ministério #Pecuária #secretário
Dia da África: Brasil amplia agenda de integração Dia da África: Brasil amplia agenda de integração com o continente -

País faz acordos com Angola, Nigéria, Moçambique e África do Sul

Esta segunda-feira (25) marca o Dia da África, continente com o qual o Brasil tem intensificado as relações no atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O movimento faz parte de um esforço para diversificar os parceiros comerciais, além de reforçar laços culturais, diplomáticos, científicos e históricos com os africanos.

Lula fez sete viagens à África na atual gestão, sendo duas à África do Sul, além de Angola, São Tomé e Príncipe, Egito, Etiópia e Moçambique. Nos últimos três anos, o Brasil tem firmado acordos com países africanos em áreas como agricultura, aviação civil, defesa, saúde, educação, turismo, entre outros.

Pelo outro lado, Lula recebeu neste mandato, em Brasília, seis chefes de Es...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/dia-da-africa-brasil-amplia-agenda-de-integracao-com-o-continente/

#África #ÁfricadoSul #Angola #Brasil #integração #LuizInácioLuladaSilva #Lula #Moçambique
Comissão Brasil-Rússia realiza sessão plenária em Comissão Brasil-Rússia realiza sessão plenária em Brasília -

Embaixadora Maria Laura da Rocha preside evento onde se discutiu a expansão de parcerias em diversos setores. O investimento russo acumulado no Brasil atingiu aproximadamente US$ 2 bilhões

Embaixadora Maria Laura da Rocha, e o Ministro Maksim Reshetnikov

A Secretária-Geral das Relações Exteriores do Brasil, Maria Laura da Rocha, e o Ministro do Desenvolvimento Econômico da Rússia, Maksim Reshetnikov presidiram, nesta segund...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/comissao-brasil-russia-realiza-sessao-plenaria-em-brasilia/

#Brasil #Brasília #COMISSÃO #MaksimReshetnikov #MariaLauradaRocha #ministro #plenária #Rússia
Escola militar promove a “Feira das Nações 2026” - Escola militar promove a “Feira das Nações 2026” -

Embaixadores e representantes de embaixadas participaram do evento de divulgação cultural de nações 

O Colégio Militar Tiradentes da Polícia Militar do Distrito Federal promoveu, no dia 22 de maio, a tradicional Feira das Nações 2026, reunindo representantes diplomáticos e culturais da Croácia, Panamá, Vietnã, Bolívia, Rússia, Japão, Haiti, Angola e Cabo Verde, em uma atividade marcada pelo protagonismo estudantil, integração cultural e valorização do conhecimento. Sob a supervisão da Tenente-Coronel Sellani, alunos, professores e colaboradores transformaram o espaço escolar em um ambiente de imersão histórica, cultural e gastronômica, reforçando o compromisso institucional da PMDF com a formação cidadã e a ampliação de horizontes educacionais. 

Ao destacar a dedicação dos estudantes, a Tenente-Coronel Sellani ressa...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/escola-militar-promove-a-feira-das-nacoes-2026/

#colégio #diplomatas #Embaixador #Escola #Feira #milatar #Nações #Sellani #Tiradentes
CLDF recebe Exposição Africana em comemoração ao D CLDF recebe Exposição Africana em comemoração ao Dia da África 2026 -

Imagens, obras de arte, objetos culturais, artesanatos e bandeiras, entre outros poderão ser visitadas até 29 de maio,

A Exposição de Arte do Dia da África 2026 é uma iniciativa do Conselho Curador de Cultura da CLDF em parceria com representações diplomáticas africanas sediadas no Brasil. A mostra integra as atividades comemorativas do Dia da África, celebrado anualmente em 25 de maio.

A mostra reúne imagens, obras de arte, objetos culturais, artesanatos, bandeiras e outros elementos representativos das tradições; paisagens e expressões artísticas de diferentes nações africanas, de forma a valorizar a diversidade cultural do continente africano e destacar as contribuições históricas, artísticas e culturais dos países participantes.

Esta é a segunda vez que as missões diplomática...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/cldf-recebe-exposicao-africana-em-comemoracao-ao-dia-da-africa-2026/

#África #Câmara #CLDF #Comemoração #Exposição #legislativa
Brasil e Itália assinam acordo científico em defes Brasil e Itália assinam acordo científico em defesa da biodiversidade -

Instituto Chico Mendes e CNR reforçaram cooperação ambiental

Os presidentes do Conselho Nacional de Pesquisa na Itália (CNR), Andrea Lenzi, e do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Oliveira Pires, assinaram, na presença do embaixador Alessandro Cortese, o Acordo de cooperação científica sobre a conservação da biodiversidade”.

A parceria, em celebração ao 9º Dia da Pesquisa Italiana no Mundo, foi firmada, nesta segunda-feira (25), na embaixada da Itália em Brasília durante o "Seminário Internacional CNR-ICMBio: Bases Científicas para a Cooperação Técnica", organizado pelo adido científico da embaixada, Fabio Naro.

O evento, que reuniu pesquisadores das duas instituições, evidenciou convergências em questões estratégicas como a proteçã...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/brasil-e-italia-assinam-acordo-cientifico-em-defesa-da-biodiversidade/

#Acordo #AlessandroCortese #Biodiversidade #Brasil #ChicoMendes #CNR #defesa #FabioNaro #ICMBio #Instituto #iTália #MauroOliveiraPires
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In