• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
quarta-feira, 27 maio , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Destaque 2

Na ONU, Itamaraty omite mortes e diz que país vive “democracia vibrante”

por Liz Elaine
2 de julho de 2020
em Destaque 2, Diplomacia
Tempo de Leitura: 6 mins
A A

No país a infecção por coronavirus já matou mais de 60 mil pessoas e colocou o Brasil no epicentro mundial da crise. O governo ainda rebateu críticas de gestos autoritários do Planalto, insistindo que o país vive “democracia vibrante”. O governo insistiu ainda que todas as instituições públicas estão agindo para lidar com a covid-19, que existe uma estratégia e que até os grupos mais vulneráveis estão sendo atendidos, entre eles os indígenas.

Um dos recados ainda do país se referia à situação política. De acordo com o Itamaraty, a resposta à crise está sendo conduzida “em linha com liberdade de expressão, incluindo da imprensa, e acesso à informação”. Sem citar as dezenas de vezes que Bolsonaro minimizou pandemia, o governo indicou que “há um esforço para conscientizar a população”, assim como ações visando indígenas e outros grupos. Num dos trechos de sua intervenção, o Itamaraty ainda apontou para o clima político do país, negando qualquer crise. “Brasil tenta lidar com pandemia e aspirações de seu povo com uma democracia vibrante, poderes totalmente independentes atuando dentro do estado de direito, debate político. aberto e com imprensa e sociedade civil livre e diversa”, indicou.

 A versão do Itamaraty é rejeitada por ongs e mesmo pela ONU, que acusa o governo de os ignorar. Instantes depois de o governo fazer seu discurso, entidades alertaram: “o Brasil está à deriva”. O discurso do governo brasileiro foi uma resposta à alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, que, nesta semana, tinha criticado o comportamento do governo no Brasil de negar a gravidade da covid-19 e alerta que tal postura está ampliando o impacto da crise.

Em sua avaliação sobre como o mundo está reagindo ao vírus, a chilena citou especificamente o Brasil entre os governos negacionistas, ao lado de Burundi, Nicaragua, Tanzânia e Estados Unidos “Preocupa-me que declarações que negam a realidade do contágio viral, e a crescente polarização sobre questões-chave, possam intensificar a gravidade da pandemia, minando os esforços para conter sua propagação e fortalecer os sistemas de saúde”, indicou Bachelet. Ao longo dos últimos meses, o governo de Jair Bolsonaro insistiu em minimizar o vírus, criticar a “histeria” em relação à doença e promover tratamentos sem comprovação de resultados.

Hoje, com mais de 60 mil mortos e 1,4 milhão de casos, o Brasil é considerado como um dos principais epicentros da pandemia. Na comunidade internacional, porém, a reação do governo brasileiro é alvo de intensa preocupação e, na avaliação da OMS, não há um sinal de quando a pandemia atingiria seu pico. Bachelet ainda alertou para a situação dos indígenas e da população afrodescendente, ainda que não tinha citado especificamente os países. Na delegação brasileira, porém, o tom usado foi outro. “O Brasil leva à sério sua resposta à covid-19”, disse Maria Nazareth Farani Azevedo, embaixadora do Brasil na ONU”.

“O direito à saúde e o SUS, ambos parte da Constituição, são as bases de nosso trabalho. Todas as instituições competentes no Brasil estão assumindo ações para o benefício de toda a sociedade e em especial aos grupos vulneráveis, como mulheres e indígenas, afro-descendentes, migrantes, refugiados, pessoas com deficiências e idosos”, disse. De acordo com a diplomata, ela tem regularmente atualizado a alta comissária da ONU de uma maneira regular sobre a estratégia do Brasil para lidar com o impacto econômico e social da pandemia. Segundo ela, essa resposta envolve ajuda emergencial para trabalhadores, apoio para empresas e ajuda alimentar para os mais vulneráveis. A diplomata ainda

A diplomata ainda alertou que a seletividade no acesso a uma eventual vacina não será a resposta desejada pelo mundo. Os dados, porém, desmentem a embaixadora. A taxa de morte de indígenas tem sido superior ao da média dos brasileiros e a população afrodescendente está sendo impactada de maneira desproporcional. O fechamento das fronteiras tem atingido refugiados e o país registra uma das maiores perdas de horas de trabalho no mundo entre sua mão-de-obra, o que revela a dimensão da crise. Farani Azevedo agradou Bolsonaro e chegou a receber um telefonema do presidente depois que saiu em defesa do governo diante de críticas realizadas por Jean Wyllys na ONU, em 2019.

No mês passado, a mesma embaixadora criticou relatores das Nações Unidas que tinham questionado a resposta do Brasil no caso da pandemia. Nos bastidores, a mesma embaixadora tem enviado cartas à cúpula de diferentes organismos para pressionar e dar sua versão da resposta do Brasil à pandemia.

 Brasil à deriva – Minutos depois, o Brasil de Bolsonaro foi alvo de duras críticas. Entidades como Conectas Direitos Humanos e a Comissão Arns apresentaram denúncias por conta da resposta do país à pandemia. Falando em nome das duas organizações, Gustavo Huppes alertou que “a pandemia expôs a desigualdade abissal no país – afetando duramente os mais vulneráveis de nossa sociedade”.

“A resposta fracassada do governo federal só está piorando a situação”, disse. “O presidente Bolsonaro chamou a COVID-19 de “gripezinha” e desencorajou a população a seguir as medidas de quarentena adotadas pelas autoridades locais”, afirmou. “Quando o Brasil chegou a cinco mil mortes, a resposta de Bolsonaro foi “e daí?”.  Agora, com 1,35 milhões de casos, quase 58 mil mortes, mais de 40 dias sem um Ministro da Saúde permanente, o Brasil está à deriva nesta crise sanitária e sanitária”, afirmou. Para as entidades, porém, o Brasil “também enfrenta a sua maior crise política desde a redemocratização”.

“Manifestações antidemocráticas estão acontecendo no país e pedem o fechamento do Congresso e da Suprema Corte, assim como uma intervenção militar com Bolsonaro no poder – todos pedidos inconstitucionais que representam uma ameaça à nossa democracia”, alertou. “O próprio presidente Bolsonaro participou de algumas dessas manifestações”, insistiu. Num apelo, as organizações pediram ao governo brasileiro que “responda à pandemia guiado pela mais absoluta transparência, apoiado pela melhor ciência e condicionado pelos princípios fundamentais da dignidade humana e da preservação da vida”. “Isto inclui o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Gostaríamos também de chamar a atenção da Alta Comissária e deste Conselho para a atual crise política e de saúde em curso no país e de acompanhar de perto a situação dos direitos humanos no Brasil”, completou.

Suíços e indígena de 15 anos denunciam  – Nos últimos dias, quem também criticou o Brasil foi o governo da Suíça que colocou o país entre governos que têm atuado para atacar jornalistas e a liberdade de imprensa. O governo também foi alvo de uma crítica por parte de um representante de grupos indígenas. O adolescente Roger Ferreira Alegre, da Comunidade Amambaí no Mato Grosso do Sul, foi um dos que tomou a palavra na reunião do Conselho de Direitos Humanos para alertar sobre a crise no país relacionado aos povos indígenas e como o fracasso na resposta à pandemia aprofundou a situação.

“Para as crianças indígenas, a proteção do território é a forma de garantir nosso estilo de vida tradicional, nossa sobrevivência, nosso desenvolvimento como seres humanos e o exercício de todos os nossos direitos humanos”, disse. “Infelizmente, no contexto Guarani, existe uma dívida histórica por parte do governo brasileiro para demarcar nosso território. O governo Bolsonaro paralisou o processo de demarcação no país”, acusou. “Como consequência, vivemos em uma situação de insegurança, com riscos para a saúde, a alimentação e a integridade física e mental. Nossas crianças sofrem altos índices de desnutrição”, disse .

Ele ainda alertou sobre a questão dos agrotóxicos. “No ano passado, 15 crianças entre 6 e 9 anos de idade que estavam tomando café da manhã na escola indígena da aldeia de Guyraroká foram cobertas por uma nuvem de agrotóxicos, causando vários danos à sua saúde”, disse. “Somos mais de 2000 famílias, cujos membros são 60% crianças, sobrevivendo em barracas de plástico sem acesso à água, saúde, educação, alimentação, em uma verdadeira crise humanitária”, apontou.

O indígena, porém, alertou como a pandemia tem aprofundado a crise. “A covid-19 nos afetou de uma forma aguda. Falta comida em nossos acampamentos. Muitos de nossos pais e parentes adultos estavam contaminados trabalhando nas empresas frigoríficas da JBS”, denunciou. “A principal medida para proteger os direitos das crianças indígenas é garantir a demarcação de nossos territórios”, completou.

 

Tags: direitos humanosItamaratyMichelle BacheletOmissãoONUpandemia
Notícia Anterior

Se desmate crescer mais, Brasil terá problema, diz embaixador britânico

Próxima Notícia

No Mercosul, Bolsonaro diz que está corrigindo ‘opiniões distorcidas’ sobre Brasil para fechar acordo com UE

Notícias Relacionadas

Diplomacia

Issa Kort recebe boas-vindas como novo embaixador do Chile

25 de maio de 2026
Diplomacia

Cônsules suecos realizam encontro em Brasília

23 de maio de 2026
Diplomacia

Porto Alegre ganha nova sede do Consulado Geral da Itália

22 de maio de 2026
Próxima Notícia

No Mercosul, Bolsonaro diz que está corrigindo 'opiniões distorcidas' sobre Brasil para fechar acordo com UE

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
Embaixador do Japão é condecorado em Goiás - Nog Embaixador do Japão é condecorado em Goiás -

Noguchi Yasushi recebe medalha da assembleia legislativa do estado

O embaixador Noguchi Yasushi foi agraciado, no último sábado (23/5), com a Medalha de Mérito Legislativo da Assembleia Legislativa de Goiás (ALEGO), a mais alta honraria concedida pela casa.

A medalha foi entregue pelas mãos do Deputado Estadual Delegado Eduardo Prado, autor da proposta da homenagem. O tributo é um reconhecimento da ALEGO às relevantes missões internacionais realizadas pelo embaixador e sua expressiva atuação no fortalecimento das relações bilaterais entre Japão e Brasil.

Na mesma cerimônia, a ALEGO também concedeu a medalha de mérito à Ricardo Shimabukuro, presidente da Associação Nipo Brasileira de Goiás (ANBG), além de prestar homenagem a 120 pessoas ligadas à entidade, que completa 70 an...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/embaixador-do-japao-e-condecorado-em-goias/

#ALEGRO #Câmara #Condecoração #Goiás #Japão #legislativa #Medalha #NoguchiYasushi
Embrapa Agroenergia, 20 anos de ciência para a bio Embrapa Agroenergia, 20 anos de ciência para a bioeconomia -

Avançam as interfaces da produção agropecuária com outros setores da economia, exigindo novas abordagens científicas, maior integração de conhecimentos e arranjos institucionais mais complexos 

Maurício Antônio Lopes — pesquisador e ex-presidente da Embrapa

A trajetória da pesquisa agropecuária no Brasil é, em grande medida, uma história de sucesso construída a partir do enfrentamento aos desafios agronômicos típicos dos sistemas de produção vegetal e animal. Ao longo de décadas, ganhos expressivos de produtividade e eficiência foram alcançados com base no domínio de fatores como solo, clima, genética e manejo. Esse processo estruturou uma agricultura altamente competitiva em ambientes tropicais e projetou o Brasil como referência internacional em agricultura tropical, com contribuição relevante para a segurança alimen...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/embrapa-agroenergia-20-anos-de-ciencia-para-a-bioeconomia/

#agroenergia #agropecuária #Bioeconomia #Ciência #Economia #Embrapa #MaurícioAntônioLopes
Brasil e Líbano ampliam trocas comerciais - No a Brasil e Líbano ampliam trocas comerciais -

No acumulado deste ano, tanto exportações quanto importações estão em crescimento em relação a 2025. Corrente de comércio soma US$ 171 milhões.

Exportações e importações do Brasil com o Líbano registram expansão entre janeiro e abril deste ano em comparação com o mesmo período de 2025. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) organizados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, nos quatro primeiros meses do ano, o Brasil exportou US$ 170,8 milhões ao Líbano, em alta de 8,1% na comparação com os quatro primeiros meses do ano passado.

As importações somam US$ 842 milhões, em alta de 39,2%. O saldo é superavitário ao Brasil em US$ 169,9 milhões e a corrente de comércio soma US$ 171,6 milhões.

Os principais prod...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/brasil-e-libano-ampliam-trocas-comerciais/

#Brasil #comércio #Exportação #importação #Líbano
Cazaquistão discute cooperação na agricultura e na Cazaquistão discute cooperação na agricultura e na pecuária com o Brasil -

Embaixador Bolat Nussupov se reúne em ministério para negociar implementação prática de acordo bilateral

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, e o Secretário de Cooperação Ministério de Agricultura e Pecuária, Augusto Billy, se reuniram, nesta terça-feira (26), tendo como ponto principal do encontro as negociações da implementação prática do Memorando de Entendimento e Cooperação na área de agricultura e pecuária. O documento foi assinado em 11 de maio deste ano em Astana, entre o Ministério da Agricultura do Cazaquistão e o Ministério Federal da Agricultura e Pecuária do Brasil.

Nussopov e Billy discutiram as possibilidades de criação, entre os dois países, de um Grupo de Trabalho conjunto, composto por representantes dos ministérios e órgãos competentes de ambos os países, bem como de associaçõe...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/cazaquistao-discute-questoes-de-cooperacao-nas-areas-da-agricultura-e-da-pecuaria/

#Agricultura #BolatNussupov #Brasil #Cazaquistão #Embaixador #ministério #Pecuária #secretário
Dia da África: Brasil amplia agenda de integração Dia da África: Brasil amplia agenda de integração com o continente -

País faz acordos com Angola, Nigéria, Moçambique e África do Sul

Esta segunda-feira (25) marca o Dia da África, continente com o qual o Brasil tem intensificado as relações no atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O movimento faz parte de um esforço para diversificar os parceiros comerciais, além de reforçar laços culturais, diplomáticos, científicos e históricos com os africanos.

Lula fez sete viagens à África na atual gestão, sendo duas à África do Sul, além de Angola, São Tomé e Príncipe, Egito, Etiópia e Moçambique. Nos últimos três anos, o Brasil tem firmado acordos com países africanos em áreas como agricultura, aviação civil, defesa, saúde, educação, turismo, entre outros.

Pelo outro lado, Lula recebeu neste mandato, em Brasília, seis chefes de Es...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/dia-da-africa-brasil-amplia-agenda-de-integracao-com-o-continente/

#África #ÁfricadoSul #Angola #Brasil #integração #LuizInácioLuladaSilva #Lula #Moçambique
Comissão Brasil-Rússia realiza sessão plenária em Comissão Brasil-Rússia realiza sessão plenária em Brasília -

Embaixadora Maria Laura da Rocha preside evento onde se discutiu a expansão de parcerias em diversos setores. O investimento russo acumulado no Brasil atingiu aproximadamente US$ 2 bilhões

Embaixadora Maria Laura da Rocha, e o Ministro Maksim Reshetnikov

A Secretária-Geral das Relações Exteriores do Brasil, Maria Laura da Rocha, e o Ministro do Desenvolvimento Econômico da Rússia, Maksim Reshetnikov presidiram, nesta segund...

🔗 Leia a matéria completa em https://embassynews.info/comissao-brasil-russia-realiza-sessao-plenaria-em-brasilia/

#Brasil #Brasília #COMISSÃO #MaksimReshetnikov #MariaLauradaRocha #ministro #plenária #Rússia
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In