• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
quinta-feira, 7 maio , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Entrevistas

“Nós queremos muito o acordo com o Mercosul”, diz embaixadora da Suécia

por Liz Elaine
3 de dezembro de 2020
em Entrevistas
Tempo de Leitura: 7 mins
A A

Rodrigo Craveiro/ Vicente Nunes/ Sarah Teófilo

A relação entre Brasil e Suécia é sólida e histórica. Mais de 200 empresas daquele país estão instaladas em território brasileiro, responsáveis pela geração de 70 mil empregos. Com foco na inovação, os suecos pretendem aprofundar ainda mais essa cooperação bilateral, principalmente na produção de biogás e no setor de transportes sustentáveis. A parceria estratégica entre Brasília e Estocolmo tem como exemplo mais importante a aquisição de 36 caças Gripen pelo governo brasileiro. “É o maior acordo comercial firmado pela Suécia com outra nação. Podemos ver muitas coisas fluindo isso”, diz a embaixadora da Suécia no Brasil, Johanna Brismar Skoog.

O país da Escandinávia não esconde a preocupação com o desmatamento da Amazônia e defende o acordo entre União Europeia e Mercosul. “Trata-se de um acordo sobre diálogos em relação a direitos humanos, energia e meio ambiente. Não somente comércio. Por isso, é muito importante tê-lo”, afirma a diplomata. Ela conta que visitou a Amazônia entre 4 e 6 de novembro, acompanhada do vice-presidente Hamilton Mourão. “Vimos que as autoridades brasileiras têm a tecnologia apropriada para monitorar o que está acontecendo. Acho que a parte difícil é combater todas as atividades ilegais”, explica.

Johanna ressalta que todos estão “muito preocupados com o desmatamento de florestas tropicais” e acrescenta que sua nação deseja se tornar independente do carbono até 2035. “Todos os países amazônicos têm responsabilidade em trabalhar em conjunto. Se eles quiserem apoio, nós deveremos fazê-lo. É uma via de mão dupla”, diz. A embaixadora aborda a pandemia da covid-19 e admite que a Suécia cometeu “erros fundamentais”, especialmente em relação aos cuidados com os idosos. “Temos recebido críticas por não adotarmos um lockdown formal. Os suecos seguem recomendações das autoridades e tratam o assunto de modo muito sério. Nós respeitamos (o vírus)”, frisa. Leia os principais trechos da entrevista ao Correio.

Como foi a sua percepção em relação ao desmatamento quando a senhora visitou a Amazônia na companhia do vice-presidente, Hamilton Mourão?

Nós visitamos uma área não tão afetada pelo desmatamento. O governo nos mostrou que tem instituições para realizar o monitoramento e a vigilância. Visitamos o IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), a Polícia Federal, e vimos todos os sistemas de monitoramento. Pelo fato de a Amazônia ser uma região enorme, torna-se difícil combater atividades ilegais. Cabem 12 Suécias na Amazônia.

A senhora percebeu que os locais visitados eram os menos afetados pelo desmatamento ou o governo lhe informou isso?

Essa foi a minha quarta vez na Amazônia. Estivemos, agora, a uns 30km da fronteira com a Colômbia e a Venezuela, em São Gabriel da Cachoeira (AM). O vice-presidente Mourão nos disse que, da próxima vez, nos levará à parte mais afetada, no oeste do Pará.

Na mais recente viagem à Amazônia,o que a senhora constatou?

Como eles tinham muitas coisas para nos mostrar, nós vimos as instituições de monitoramento e o que elas têm feito. É claro que esta foi a única fonte de informação que tivemos. Foi bem interessante, a viagem teve uma agenda lotada. Vimos que eles têm a tecnologia apropriada para monitorar o que está acontecendo. Mas, como mencionei, acho que a parte difícil é combater todas as atividades ilegais.

O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, prometeu um consórcio internacional de US$ 20 bilhões para proteger a Floresta Amazônica. Como vê isso?

Se os EUA quiserem fazer isso, é uma escolha deles. Acho que o meu governo está distante disso, no momento. Já vimos em ocasiões anteriores que o governo brasileiro pode reduzir o desmatamento. O Brasil pode se sair bem. Eu confio plenamente em que isso possa ser feito. Vocês têm todas as instituições trabalhando juntas.

O desmatamento no Brasil é uma preocupação para a Suécia?

A Suécia deseja se tornar um dos primeiros países que não dependam de carbono até 2035. Este é um grande desafio pelo qual temos trabalhado de modo consistente, tanto domesticamente quanto no âmbito internacional. É claro que o Acordo de Paris é uma base muito importante para isto. Estamos preocupados com o desmatamento de florestas tropicais. E isso não ocorre apenas aqui, mas em todos os lugares. As florestas tropicais são uma pré-condição para o clima. Todos os países amazônicos têm responsabilidade em trabalhar em conjunto. Se eles quiserem apoio, nós deveremos fazê-lo. É uma via de mão dupla.

O fato de o presidente eleito dos EUA se posicionar a favor da Amazônia e, mais do que isso, sinalizar a volta ao Acordo de Paris não é importante?

Sim, é uma sinalização importante. Nós precisamos dos Estados Unidos ao nosso lado, dentro do Acordo de Paris, para lutarmos por um clima melhor e determos o aquecimento global. Nós vemos as consequências, os furacões no Caribe… Precisamos fazer algo com urgência sobre o clima. Quanto mais países lutarem por isso, melhor.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a prometer a divulgação de uma lista de nações que compram madeira brasileira. A Suécia está nessa lista?

Isso foi algo que discutimos na viagem à Amazônia. A Polícia Federal mostrou-nos o seu trabalho, algo impressionante. Não se trata do DNA, mas você pode ver exatamente onde as árvores cresceram. Nós estivemos com pessoas que realmente se engajam na luta contra o desmatamento ilegal. Nós conversamos sobre os países desta lista. A Suécia não estava entre essas nações. É claro que não queremos a entrada, em nosso território, de nenhum produto ilegal. Estamos muito felizes em trabalhar com as autoridades brasileiras para assegurar que tenhamos um bom sistema.

Os investidores suecos têm cobrado muito, junto ao governo da Suécia, por uma posição mais firme em relação ao desmatamento no Brasil?

São companhias privadas, que têm uma visão particular, baseada nos desejos dos clientes. Isso não ocorre apenas na Suécia, mas em todo o mundo. São clientes de bancos e compradores de ativos, cada vez mais preocupados com a sustentabilidade. Querem investir em sustentabilidade. Isso é algo que os investidores decidem fazer por conta própria. É claro que eles têm uma parceria com o governo. Eles têm um diálogo com o vice-presidente e desejam continuar mantendo investimentos no Brasil, pois acreditam que é um país importante. Há muitas coisas boas para se investir aqui.

Qual é a posição da Suécia sobre o acordo Mercosul-União Europeia (UE)?

Nós somos um país de livre comércio. Acreditamos que o livre comércio é a chave para o desenvolvimento. Nós queremos muito o acordo, por motivos estratégicos e políticos. Trata-se de um importante instrumento pelo qual trabalhamos. Ao mesmo tempo, é um documento que precisa passar pelo Parlamento Europeu e pelos Legislativos dos países. A pressão da população, em relação à sustentabilidade, é algo que realmente influencia a habilidade dos países de ratificarem o acordo. Esperamos encontrar uma solução em breve.

Um dos pontos que atrapalha o acordo envolve os problemas enfrentados pelo Brasil com o desmatamento e as queimadas. É o principal entrave para um acordo entre Mercosul e UE?

Para nós, acreditamos que a forma do texto, um tipo de acordo abrangente, é bem forte. É muito importante encontramos uma maneira para que todos o assinem, para que todos ratifiquem seus princípios. Nós poderemos ratificar o acordo. Nós gostaríamos de encontrar uma solução que satisfaça as populações europeias e os brasileiros.

Na sua avaliação, um acordo entre União Europeia e Mercosul é importante para a Europa?

Sim. É importante para as duas partes. Depois de uma negociação de 20 anos, conseguimos fazer um acordo. É muito importante, pois abriria os mercados de ambos os lados. No entanto, o acordo é muito mais amplo do que isso. Trata-se de um acordo sobre diálogos em relação a direitos humanos, energia e meio ambiente. Não somente comércio. Por isso, é muito importante tê-lo.

No início da pandemia da covid-19,a Suécia não adotou medidas quase draconianas tomadas por várias nações europeias. O seu país enfrenta um aumento nos casos de infecção. Foi uma aposta errada?

Cada país adota estratégias que se ajustem melhor à população. Entre 60% e 70% dos suecos ficaram muito satisfeitos com as medidas que adotamos. Eu creio que cometemos alguns erros fundamentais, principalmente no que diz respeito ao cuidado aos idosos em asilos. Eles são mais frágeis e muitos têm vários problemas, não apenas a idade, mas demência e outras doenças. O meu governo está investigando isso para termos certeza de que não ocorrerá de novo. A média de idade das pessoas falecidas devido à covid-19 na Suécia foi de 82 anos. É uma população muito idosa, que apresentou a maior mortalidade. Estamos criando estratégias com base nas condições apresentadas agora. Nós temos visto um aumento (de casos) e temos passado do estágio “seguro” para o “não seguro”, porque o vírus tem maior atividade em tempos frios e secos.

A Suécia enfrenta uma segunda onda da pandemia atualmente?

Sim, estamos enfrentando a segunda onda. Nós sabemos muito mais do que antes sobre como evitar a transmissão desse vírus. Estamos encorajando as pessoas a permanecerem em suas casas. As escolas ainda estão abertas, mas algumas decidiram manter o método híbrido de ensino. Os estabelecimentos comerciais estão abertos. Temos recebido críticas por não adotarmos o lockdown formal. Os suecos seguem recomendações das autoridades e tratam o assunto de modo muito sério. Nós respeitamos (o vírus). Não temos a possibilidade de trancar as pessoas em suas casas. Isso vai contra a nossa Constituição.

O que representa a parceria com o Brasil em relação à venda dos caças Gripen?

Esta é a parte mais importante da nossa parceria estratégica com o Brasil. É o maior acordo comercial médio com outra nação. Nós podemos ver muitas coisas fluindo disso. Não apenas com a Embraer ou com as Forças Armadas brasileiras, mas temos trabalhado em conjunto de engenheiros. Veremos muitos subprodutos a caminho. As empresas brasileiras estão integrando partes da aeronave, como a AEL Sistemas, de Porto Alegre, que produz telas de radar em todos os caças Gripen.

Tags: AmazôniaIPAMJohanna Brismar SkoogMERCOSULSuécia
Notícia Anterior

Lixo Zero

Próxima Notícia

Coronavírus: os melhores e os piores países para se estar na pandemia

Notícias Relacionadas

Foto: Richard Silva/PCdoB na Câmara
Entrevistas

Embaixador cubano classifica bloqueio de Trump como “política genocida”

19 de fevereiro de 2026
Entrevistas

“Compartilhamos desafios”, diz embaixador do México no Brasil

24 de janeiro de 2026
Entrevistas

Mauro Vieira: ”Defendemos nossa soberania’

21 de dezembro de 2025
Próxima Notícia

Coronavírus: os melhores e os piores países para se estar na pandemia

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#AbdollahNekounamGhadiri #ClaudioCajado #COMISSÃO #CREDN #Diplomacia #Embaixador #Exportação #Irã #LuizPhilippe #relações
Brasília: arte e história além da política - Em Brasília: arte e história além da política -

Em meio às discussões e debates da República, a capital do Brasil guarda obras de arte e uma arquitetura que lhe conferiram o título de patrimônio mundial da Unesco.

A Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, ocupa o cotidiano dos brasileiros no noticiário e nas decisões que influenciam a vida da população. Mas são esses endereços também obra de arte e de arquitetura de uma cidade que respira história, cultura e oferece lazer mesmo em meio a tantas negociações políticas.

Construir uma capital no Centro-Oeste brasileiro foi uma insistência do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960), que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ele, porém, recomendou que o plano urbanístico fosse feito por outro profissional e se ocupou, ent�...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#Arte #AthosBulcão #Brasília #capital #Ceschiatti #LúcioCosta #Memorial #obras #OscarNiemeyer #Palácio #patrimônio #Planalto #política #RobertoBurleMarx #Unesco
Bahrein destina áreas para produção agrícola no Br Bahrein destina áreas para produção agrícola no Brasil -

Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein alocou 12 lotes para agricultores de Buri (SP) como parte de estratégia para aumentar segurança alimentar do país.

O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

A ação se insere em uma estratégia maior que tem como fim também expandir a capacidade agrícola sustentável, aumentar a produção local e melhorar a eficiência no setor no Bahrein. Recentemente o Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura alocou outros seis lotes, em um tot...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#Agricultura #Bahrein #Buri #ministério #Produção
Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade taxa de passaporte -

A medida foi divulgada nesta terça-feira (05), em comunicado do Itamaraty

A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info
Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em mine Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em minerais críticos -

Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/brasil-e-reino-unido-avancam-na-cooperacao-em-minerais-criticos/

#Apex #Brasil #Cooperação #críticos #exportações #LaudemirMuller #minerais #reinounido #SarahClegg
Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE na indústria sustentável e transição energética -

Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

Um dos principais pontos da agenda foi a visita ao SENAI Cimatec, em Salvador, considerado um dos mais avançados centros de inovação industrial...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/bahia-se-posiciona-como-parceira-estrategica-da-ue-na-industria-sustentavel-e-transicao-energetica/

#Bahia #delegação #energia #Europeia #Indústria #MERCOSUL #UE #União
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In