• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
domingo, 19 abril , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Artigos

Gestão e eleição

por Liz Elaine
3 de janeiro de 2017
em Artigos
Tempo de Leitura: 4 mins
A A

Carlos Barbieri

As últimas eleições nos Estados Unidos foram um dos exemplos mais explícitos de como podem ser ganhas as eleições, a partir de um muito bem elaborado plano de negócios.

A bem da verdade, o Brasil deu passos enormes na “privatização” do processo eleitoral ao colocar no comando das ações não-políticos e ideólogos, mas muito bem remunerados “marqueteiros” que faziam um candidato ao “sabor” do que o eleitorado desinformado desejaria consumir. Bom, deu no que deu.

Nas eleições americanas o exemplo fica mais claro e amplo.

O presidente eleito, tinha uma análise clara de suas limitações e necessidades.

Não tinha os infindáveis recursos financeiros da adversária;

Não tinha o apoio da mídia;

Não tinha, nem sequer, espaço na mídia;

Não tinha o apoio das minorias;

Não tinha apoio nem no seu partido;

Não tinha capacidade de contratar grandes e experientes personalidades dos processos políticos e mesmo se pudesse, não aceitariam;

Não tinha apoio “nos setores que geram o prestigio cultural”;

Não tinha apoio nos setores conservadores, nem liberais;

Está o candidato na base dos princípios da gestão: administração dos recursos escassos. Qual a equação custo-benefício que melhor chance lhe daria?

Definiu seu público-alvo:

Americanos trabalhadores, não muito letrados, religiosos e que tinham sofrido abalos em sua qualidade de vida. Classe média. Os salários perderam 8% de participação no PIB de 1970 a 2014;

Identificou entre os imigrantes ou não, aqueles que se sentiam órfãos do sonho americano.

Identificou as frustrações:

Os que não acreditavam nos políticos;

Os que não criam na imprensa;

Os que não se sentiam ouvidos;

Estabeleceu sua estratégia de Comunicação:

Como sabia que a mídia iria ignoáa-lo ou ataáa-lo, foi ao ataque. “Falem mal mas falem de mim”. Conseguiu que todos quisessem vê-lo e ouví-lo, era engraçado, desprezível, pitoresco. Mas sempre afirmava que a mídia não era confiável e, com isso, mandou seus seguidores para vê-lo na mídia social que ele criou.

Fez uma campanha barata:

Baseando-se inicialmente apenas em seus recursos e, depois, com o apoio de pequenos contribuintes conseguiu fazer uma campanha com metade de investimento por voto, do que sua adversária;

Tinha pouco mais de 80 pessoas em sua equipe, contando seus funcionários e familiares, contra mais de 700 de sua adversária.

Focou:

Nos estados “azuis” sem chance de mudança, não investiu mais que centavos.Nova Iorque e Califórnia de qualquer forma dariam o colégio à adversária. Não concorria para ser o mais votado e sim para ganhar no colégio eleitoral. Não importou ter dois milhões de votos a menos que a adversária.

Nos Estados indefinidos, colocou todo seu esforço, justamente buscando seu público-alvo.

Aproveitou as fraquezas da adversária:

Não perdeu tempo na Filadélfia, foi aos rincões menos desenvolvidos da Pensilvânia;

Não deu grande ênfase ao Sul da Florida, concentrou-se no Centro e no Norte;

Nas áreas do “já ganhou” da adversária, comeu pelas beiradas. Enquanto a adversária não dava atenção aos que entedia serem “votos certos” ele foi fazendo seu marketing de guerrilha.

Como pudemos ver o empreendedor Donald atuou na campanha com toda a lógica e programa de sua especialidade: Gestão.

  • Definiu o público-alvo;
  • Escolheu as mensagens que este público queria ouvir;
  • Concentrou esforços onde podia aumentar o seumarketshare;
  • Penetrou fundo nas áreas que seu (sua) competidor não quis ou negligenciou em manter ou ocupar;
  • Se não podia ser o primeiro em tudo, fez uma promoção de ser o melhor em alguma coisa;
  • Administrou seus recursos para ter fôlego nas áreas prioritárias de atuação;
  • Conseguiu a cobertura da mídia sobre seu produto;
  • Desviou seu público para a mídia social, que era mais barata e tinha como controlar;
  • Degradou o produto do concorrente (o que é aceito e acontece na publicidade americana);
  • Isolou-se dos competidores do seu público-alvo, tornando-se o único produto disponível;

Enfim provou que, também em eleição, precisa ter boa gestão.

(*) Carlo Barbieri é formado em Economia e em Direito, com cursos de extensão e especialização na Sorbonne, Harvard, MIT, FGV, Universidade de Brasília, entre outras, é CEO do Grupo Oxford (composto por empresas internacionais de consultoria e trading), Presidente do Brazil Club, membro do conselho da Deerfield Chamber of Commerce, Embaixador da Barry University no Brasil, membro do Conselho de Cidadãos, órgão de aconselhamento ao Consulado Geral do Brasil em Miami.

Notícia Anterior

EUA: Republicano Paul Ryan é reeleito presidente da Câmara de Representantes

Próxima Notícia

Turismo como arma para crise no Rio

Notícias Relacionadas

Artigos

O Suco de Uva brasileiro no Cenário Internacional: Ciência e Mercado

13 de abril de 2026
Artigos

09 de abril: Quando a resistência pacífica confrontou a força brutal e a Geórgia escolheu a liberdade

9 de abril de 2026
Artigos

Um por todos e todos por “Uma Só Saúde”!

8 de abril de 2026
Próxima Notícia
8-part Non-Woven Mural

Turismo como arma para crise no Rio

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
Acompanhe.
Post do Instagram 17993623085937448 Post do Instagram 17993623085937448
✨🎧 Justiça também se traduz. Entre vozes, idiomas ✨🎧 Justiça também se traduz.

Entre vozes, idiomas e silêncios históricos, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg” revela quem tornou possível um dos momentos mais decisivos da humanidade — o Tribunal de Nuremberg.

Eles não estavam nos holofotes.
Mas sem eles, nada teria sido compreendido.
Nada teria sido julgado.

Quatro idiomas.
Uma verdade em construção.
E profissionais que sustentaram o peso da história… em tempo real.

A realização desta mostra reúne nomes que seguem sustentando o diálogo global hoje:
🤝 Associação Internacional de Intérpretes de Conferência (AIIC)
🤝 Associação Profissional de Intérpretes de Conferência (APIC)
🇩🇪 Embaixada da Alemanha no Brasil, representada pelo Encarregado de Negócios a.i., Sr. Wolfgang Bindseil

📍 Biblioteca Nacional de Brasília
🗓️ Até 10 de abril
🎟️ Entrada gratuita

Se você nunca parou para pensar no poder de uma tradução… talvez essa seja a sua chance.

💬 Você já tinha imaginado o impacto desses intérpretes na história?

#brasíliacultural
#nuremberg
#revistaembassy
#interpretaçãosimultânea
#comunicaçãoglobal
Post do Instagram 17853929589631895 Post do Instagram 17853929589631895
Post do Instagram 18523781110069486 Post do Instagram 18523781110069486
A milonga uruguaia animou a festa nacional do Urug A milonga uruguaia animou a festa nacional do Uruguai em Brasília. A reportagem você vai poder ler na Embassy
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In