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Ex-assessora diz que embaixador cumpria ‘missão política’ de Trump na Ucrânia

por Raquel Pires
22 de novembro de 2019
em Últimas Notícias
Tempo de Leitura: 5 mins
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O embaixador dos Estados Unidos na União Europeia, Gordon Sondland – acusado de pressionar a Ucrânia a anunciar uma investigação sobre a empresa onde trabalhou o filho de Joe Biden, Hunter – não estava simplesmente atuando fora de canais diplomáticos oficiais, mas seguindo instruções diretas do presidente americano Donald Trump.

A conclusão foi apresentada pela ex-diretora sênior para Rússia e Europa no Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Fiona Hill, durante seu depoimento nesta quinta-feira (21) em uma audiência pública do inquérito de impeachment de Trump na Câmara dos EUA.

“Ele (Sondland) estava sendo envolvido em uma missão política doméstica. E nós estávamos sendo envolvidos em uma política de segurança nacional”, disse ela, depois de um intenso questionamento feito por republicanos na audiência da Câmara. “E aqui estamos”, disse.

Os testemunhos de Hill e de David Holmes, consultor do Departamento de Estado em Kiev, encerraram uma semana intensa no inquérito e reforçaram a suspeita de que Trump usou a política externa dos EUA para fins políticos próprios.

Hill e Holmes disseram aos integrantes da Comissão de Inteligência da Câmara que era claro que o advogado de Trump, Rudy Giuliani, realizou investigações políticas sobre os democratas e Joe Biden na Ucrânia.

“Ele estava claramente promovendo questões e ideias que, você sabe, provavelmente retornariam para nos assombrar e, de fato, acho que é onde viemos parar hoje”, afirmou.

Hill também defendeu o tenente-coronel Alexander Vindman, o oficial do Exército que testemunhou anteriormente e que os aliados de Trump tentaram desacreditar. Ele é do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, onde ela trabalhou até o último verão.

Em determinado momento, republicanos se exaltaram, tentando cortar as respostas de Hill. Os deputados republicanos tentaram ressaltar as desavenças dela com Sondland, que prestou depoimento na quarta-feira, e disse que Trump buscava um “quid pro quo” com o governo ucraniano.

“Vocês podem não gostar da resposta da testemunha, mas nós a ouviremos”, disse o deputado Adam Schiff, presidente democrata do comitê.

Hill, ex-assessora do então assessor de segurança nacional John Bolton, advertiu severamente os legisladores republicanos – e implicitamente Trump – para deixar de empurrar uma narrativa “fictícia” de que a Ucrânia, e não a Rússia, interferiu nas eleições nos EUA.

Trump disse a outras testemunhas do inquérito que a Ucrânia tentou “me derrubar” nas eleições de 2016. Nesta quinta-feira, republicanos reviveram essas teorias em seus questionamentos.

Hill declarou: “Eu me recuso a fazer parte de um esforço para legitimar uma narrativa alternativa de que o governo ucraniano é um adversário dos EUA e que a Ucrânia – e não a Rússia – nos atacou em 2016”.

Seu testemunho também levantou novas questões sobre se Bolton apareceria no inquérito. Ele ainda não desafiou as ordens da Casa Branca para que as autoridades não testemunhassem e se recusou a prestar depoimento. No que foi visto como uma cutucada para seu ex-chefe, Hill disse que aqueles com informações têm uma “obrigação moral de fornecê-las”.

A investigação de impeachment da Câmara foi desencadeada por um telefonema em 25 de julho, no qual Trump pediu ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, investigações sobre Biden e o Comitê Nacional Democrata. Uma queixa oficial de um denunciante ainda anônimo sobre essa conversa levou a Câmara a lançar a investigação atual.

Hill e Holmes preencheram lacunas nos testemunhos anteriores e abriram buracos nos relatos de outras testemunhas. Eles foram particularmente inflexíveis ao afirmar que os esforços de Trump e Giuliani para investigar a empresa Burisma (onde Hunter Biden trabalhou) eram bem conhecidos por autoridades que trabalham na Ucrânia como o equivalente a investigar os Bidens.

Isso contraria as testemunhas anteriores Gordon Sondland e Kurt Volker, ex-enviado especial da Ucrânia, que insistiram que não tinham ideia de que havia uma conexão.

Holmes também minou algumas das lembranças de Sondland sobre um telefonema que trocou com Trump em 26 de julho, um dia após a ligação do presidente com a Ucrânia. Holmes estava almoçando com Sondland em Kiev e disse que podia ouvir Trump perguntar sobre “investigações” durante um telefonema “animado” com Sondland.

Após o telefonema, Holmes disse que Sondland contou que Trump se importava com “grandes coisas”, incluindo o caso da “investigação Biden”. Sondland afirmou que não se lembrava de ter mencionado os Bidens.

Holmes também falou sobre sua crescente preocupação quando Giuliani orquestrava a política da Ucrânia fora dos canais diplomáticos oficiais. Esta era uma preocupação compartilhada por outros, testemunhou.

“Lembro-me de que o embaixador Sondland declarou: “Toda vez que Rudy se envolve, ele vai e f… tudo”.

Holmes disse ainda que ficou alarmado ao longo do ano, observando Giuliani “fazendo frequentes declarações públicas, pressionando a Ucrânia a investigar interferências nas eleições de 2016 e questões relacionadas a Burisma e aos Bidens”.

Hill deixou a Casa Branca antes do telefonema de julho que desencadeou a investigação de impeachment, embora fizesse parte de outras reuniões e conversas importantes relacionadas à política da Ucrânia. Ela abriu seu testemunho com um apelo apaixonado para que os republicanos parem de vender uma teoria alternativa da interferência nas eleições de 2016 e de ajudar a Rússia a semear divisões nos Estados Unidos.

“Isso é exatamente o que o governo russo esperava”, disse ela sobre o clima político atual americano. “Eles colocariam um lado do nosso eleitorado contra o outro”.

Ela alertou também que a Rússia está se preparando para intervir novamente nas eleições de 2020 nos EUA. “Estamos ficando sem tempo para detê-los”, disse.

 

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