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Home Destaque 3

‘Apostamos numa relação pragmática com o Brasil’, diz presidente do Equador ao GLOBO

por Embassy News
4 de janeiro de 2023
em Destaque 3, Entrevistas
Tempo de Leitura: 6 mins
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Guillermo Lasso, presidente do Equador, em entrevista ao GLOBO Cristiano Mariz / O Globo

Guillermo Lasso, presidente do Equador, em entrevista ao GLOBO Cristiano Mariz / O Globo

O direitista Guillermo Lasso se distanciou da proposta de Lula de reativar a União de Nações Sul-americanas, mas disse que ‘diferenças deverão ser conversadas’

Por Janaína Figueiredo — Brasília

Com o resultado das últimas eleições presidenciais latino-americanas, o governo direitista de Guillermo Lasso, no Equador, perdeu aliados importantes e ficou isolado, numa região onde a esquerda voltou a pisar forte. O chefe de Estado equatoriano participou da posse de Luiz Inácio Lula da Silva e teve uma reunião bilateral com o novo presidente, com quem, segundo disse ao GLOBO antes do encontro, pretende trabalhar conjuntamente em temas como preservação da Amazônia, atuação no Conselho de Segurança da ONU (onde ambos os países ocupam vagas rotativas), combate à fome e ao narcotráfico. Perguntado sobre a proposta de Lula de reativar a União de Nações Sul-americanas (Unasul), Lasso se descolou: “Sem menosprezar uma cúpula para falar de temas ideológicos, as pessoas esperam conversas que gerem oportunidades para elas.”

Seu governo tem posições ideológicas diferentes das do governo Lula. Acredita na possibilidade de uma relação pragmática com o Brasil?

Sim, é o que fizemos nos últimos 20 meses, desde que chegamos ao poder. Temos relações pragmáticas porque representamos nossos povos, não grupos ideológicos. Apostamos numa relação pragmática com o Brasil também. Em minha conversa com Lula, quero conversar principalmente sobre três temas. Primeiro, a fome, que sei que é algo que o preocupa e a mim também, pensando especialmente nas crianças. Quatro horas após assumir o poder, assinei um decreto que criou uma direção de combate à desnutrição crônica infantil. Este programa foi se consolidando, apoiamos as mães e seus filhos até os 2 anos de idade. Nos encarregamos de que tenham vacinas, quatro refeições diárias e uma ajuda econômica para as mães. Em segundo lugar, a Amazônia: quero falar sobre nossa experiência e de como o mundo recebeu a ampliação da reserva marinha das Ilhas Galápagos. Vim com meu ministro do Meio Ambiente e vamos fazer uma apresentação sobre nosso interesse comum em preservar a Amazônia. Fazer uma cúpula de países amazônicos seria um primeiro passo interessante, acima de qualquer questão ideológica, para falar sobre preservar o meio ambiente.

Qual é o terceiro tema da agenda bilateral que o Equador propõe?

A questão da segurança. Esta semana, iniciamos um mandato como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas [mesmo status do Brasil] e vamos estar juntos. Queremos coordenar ações conjuntas nesse âmbito. Esperamos que possamos conversar, articular, e se existirem diferenças, que sejam respeitadas num ambiente de diálogo. Nós defendemos a defesa do direito internacional e do multilateralismo. Também queremos falar sobre temas de segurança interna do Equador, ver como o Brasil pode nos apoiar.

O senhor vai pedir apoio em alguma questão específica?

Vou contar o que estamos vivendo em matéria de narcotráfico, a luta que estamos enfrentando frontalmente. Em 2022, apreendemos mais de 200 toneladas de drogas, quase dez vezes a média dos últimos dez anos. O narcotráfico é um tema da região.

Sim, que já estamos controlando. Fizemos uma intervenção das Forças Armadas e da polícia nas prisões, recuperamos o controle. O que encontrei quando cheguei ao governo foi uma instituição paralela que controlava as prisões. Tivemos de criar uma política de reconstrução penitenciária, respeitando os direitos humanos. Fizemos um censo e, com base em seu resultado, aplicaremos uma política de indultos para liberar presos que estejam detidos por delitos menores, ou que já tenham cumprido suas condenações.

O senhor considera que Equador e Brasil enfrentam ameaças similares em matéria de segurança regional?

Sim, o narcotráfico, que é um tema da região. Uma diferença, talvez, é que no Equador você levanta um tapete e encontra lixo que estava lá escondido.

Qual é a origem das drogas apreendidas?

Principalmente a Colômbia. Já falei com o presidente [Gustavo] Petro para que trabalhemos juntos. Já houve uma primeira reunião entre generais de nossos Exércitos para coordenar operações táticas e evitar que as drogas entrem pela fronteira.

Para Lula, a integração regional é essencial e a decisão de reativar a União de Nações Sul-americanas (Unasul), cuja sede está em Quito, está tomada. Como seu governo, que não concorda com esta decisão, vai se posicionar?

Essa proposta deveria ser destrinchada, melhor analisada. Nós defendemos a integração comercial, o que gere e promova investimentos. Defendemos a integração através do comércio e dos investimentos. Já falamos sobre isso na Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e todos os presidentes mencionaram a União Europeia (UE) como uma referência. Nossa proposta seria criar uma grande zona alfandegária na América do Sul, começar pela integração comercial.

A integração política que significaria a retomada da Unasul é vista com desconfiança?

Não se trata de desconfiança. As pessoas estão esperando uma oportunidade. Querem um emprego, querem empreender, poder integrar-se aos desenvolvimento. Isso só é possível com comércio e investimentos. Sem menosprezar uma cúpula para falar de temas ideológicos, as pessoas esperam conversas que gerem oportunidades para elas.

Nas últimas eleições latino-americanas, foram eleitos vários presidentes de esquerda, e o Equador ficou mais isolado. Como o senhor se sente nesse novo cenário?

Entendemos as relações internacionais como a defesa dos interesses de nossos povos. Os presidentes [da Argentina, Alberto] Fernández, [da Colômbia, Gustavo] Petro, [do Chile, Gabriel] Boric, e Lula são pessoas com as quais espero ter magníficas relações. O fundamental é o pragmatismo, e deve pesar principalmente o interesse de nossos povos.

A ideologia pesa menos hoje nas relações entre governos da região?

A integração em temas como segurança, comércio e investimentos são os que devem guiar nossas conversas. Vou propor a Lula que troquemos experiências, por exemplo sobre combate à fome.

O senhor já conhecia Lula?

Pessoalmente o conheci na posse. Espero que nesta primeira conversa comecemos a nos conhecer mais. Mas conheço Lula como figura e o reconheço como um líder regional e global, acho que sua volta à política brasileira é positiva.

Como foi sua relação com o governo Bolsonaro?

Tivemos uma boa relação com o Brasil, e isso é importante para o Equador. Os governos são transitórios, mas os povos são permanentes. Esperamos aprofundar ainda mais essa relação com Lula.

O senhor fala no respeito às diferenças. A questão Venezuela será uma delas, já que seu governo não reconhece Nicolás Maduro como presidente…

Isso se resolve conversando. A prioridade para o Equador é o povo venezuelano. Nós acolhemos os venezuelanos através de um decreto executivo bastante aberto e inclusivo. Já legalizamos 150 mil deles, que recebem saúde e educação gratuitas, além de outros serviços do Estado.

Em matéria de combate às mudanças climáticas, o senhor acha que os países amazônicos deveriam ter uma voz e posições comuns?

Sim, e podemos participar de cúpulas como um bloco.

O aumento do desmatamento no Brasil é uma preocupação?

Nossa expectativa é de que isso possa ser revertido e possamos ter uma posição global diante do mundo, que possamos oferecer a Amazônia em troca de recursos financeiros. Merecemos isso por conservarmos este grande pulmão do mundo. Temos uma oportunidade financeira.

Tags: Conselho de Segurança da ONUEquadorGuillermo LassoLulaUnião de Nações Sul-americanas
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Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#AbdollahNekounamGhadiri #ClaudioCajado #COMISSÃO #CREDN #Diplomacia #Embaixador #Exportação #Irã #LuizPhilippe #relações
Brasília: arte e história além da política - Em Brasília: arte e história além da política -

Em meio às discussões e debates da República, a capital do Brasil guarda obras de arte e uma arquitetura que lhe conferiram o título de patrimônio mundial da Unesco.

A Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, ocupa o cotidiano dos brasileiros no noticiário e nas decisões que influenciam a vida da população. Mas são esses endereços também obra de arte e de arquitetura de uma cidade que respira história, cultura e oferece lazer mesmo em meio a tantas negociações políticas.

Construir uma capital no Centro-Oeste brasileiro foi uma insistência do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960), que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ele, porém, recomendou que o plano urbanístico fosse feito por outro profissional e se ocupou, ent�...

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O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

A ação se insere em uma estratégia maior que tem como fim também expandir a capacidade agrícola sustentável, aumentar a produção local e melhorar a eficiência no setor no Bahrein. Recentemente o Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura alocou outros seis lotes, em um tot...

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A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

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Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

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Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

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