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A Olimpíada é para o que nasce

por Liz Elaine
1 de outubro de 2016
em Artigos
Tempo de Leitura: 2 mins
A A

Por Andrea Bolzon

O país em estado de agitação. O megaevento esportivo, sonhado há tanto, em pleno acontecimento. Após tanto esforço, empenho, planejamento, sofrimento, o Brasil se apresenta com o que tem de melhor. Oferece o melhor possível para que os jogos se deem, para que a tradição se cumpra. O momento não é dos melhores. A recessão morde os calcanhares das pessoas, a crise política em suspenso, a instabilidade social evidente. As duras críticas ao que foi mal feito, ao que continua sujo, à insegurança. Dúvidas e árduas discussões sobre o legado dos jogos ainda marcam as conversas do cotidiano.

Ainda assim, no coração de boa parte das pessoas, persiste uma vontade de que tudo dê certo. De que tudo valha a pena. De que a Olimpíada seja boa enquanto dure, e que deixe algo de bom para cada um que aqui vive. Mas, em essência, o que é uma Olimpíada boa? E mais além, a Olimpíada, em si, é boa para quê?

Pois bem, um boa Olimpíada é aquela que abre caminho para que o “espírito olímpico” varra não só a sua cidade sede, mas o país que a abriga e todo o planeta ao redor. Para além do bom funcionamento das estruturas, do quadro de medalhas de cada país, todas as guerras deveriam ficar em suspenso nesses dias, como antigamente. As animosidades deveriam ser deixadas de lado, as intolerâncias atenuadas. Durante as Olimpíadas poderíamos ou deveríamos todos experimentar um patamar civilizatório superior, pautado pelo respeito mútuo e pela solidariedade. Uma experiência que, se vivida amplamente, poderia deixar um registro vivo de que outro mundo é possível.

Em sintonia com esse devir, e colocando os dois pés no chão, no real, no momento difícil vivido aqui e ali, a Olimpíada é boa para que os atletas mostrem o trabalho de qualidade e excelência que fizeram, e para inspirar as pessoas na construção de um vínculo profundo e de qualidade com as atividades físicas e esportivas. E ponto. A questão é que assistir à performance dos jovens atletas ao vivo ou na TV não resulta automaticamente em viver o esporte como uma dimensão de enriquecimento da vida. Nenhuma Olimpíada até hoje causou um maior nível de envolvimento da população de sua sede ou país com atividades físicas.

O desafio é, então, de cada um e do coletivo. A centelha dos jogos pode acordar algum desejo profundo, ou atiçar uma intuição de que a vida seria melhor com mais movimento. Mas abrir espaço para essas práticas na vida cotidiana é tarefa que se presta a muito investimento.Que esse espaço possa então ser aberto nas mentalidades, nas políticas públicas, nas iniciativas do terceiro setor e do setor privado. Que as condições adversas à pratica do esporte entre as pessoas em situação de vulnerabilidade não prevaleçam. E que as Olimpíadas cumpram, então, seu papel histórico de colaborar com um mundo melhor.

Por Andrea Bolzon, coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil

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A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
Acompanhe.
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✨🎧 Justiça também se traduz. Entre vozes, idiomas ✨🎧 Justiça também se traduz.

Entre vozes, idiomas e silêncios históricos, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg” revela quem tornou possível um dos momentos mais decisivos da humanidade — o Tribunal de Nuremberg.

Eles não estavam nos holofotes.
Mas sem eles, nada teria sido compreendido.
Nada teria sido julgado.

Quatro idiomas.
Uma verdade em construção.
E profissionais que sustentaram o peso da história… em tempo real.

A realização desta mostra reúne nomes que seguem sustentando o diálogo global hoje:
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🇩🇪 Embaixada da Alemanha no Brasil, representada pelo Encarregado de Negócios a.i., Sr. Wolfgang Bindseil

📍 Biblioteca Nacional de Brasília
🗓️ Até 10 de abril
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Se você nunca parou para pensar no poder de uma tradução… talvez essa seja a sua chance.

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