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Home Categorias Entrevistas

Comércio e culinária equatoriana fortes

1 de dezembro de 2019
em Entrevistas
Tempo de Leitura: 3 mins
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1 – Brasil e Equador são parceiros comerciais e países vizinhos. Qual o balanço das trocas comerciais entre os dois países entre 2018 e 2019?

Edgar Novoa: O Equador exporta muito peixe para o Brasil, muito atum e mandou em 2018, U$ 85 milhões e o Brasil exportou para o Equador 50 milhões. Então temos uma balança comercial desfavorável de U$ 470 milhões em 2018. Neste ano a tendência é seguir igual, já que as exportações de equador até junho eram de U$ 50.000 e a do Brasil entre U$ 550.000. Então vamos mandar para o Brasil ao redor de U$ 80.000 e serão mandados para nós U$ 550 milhões também.

O principal produto é o atum em conserva, e em 2018 mandamos U$ 17,98 milhões. O camarão, o principal produto de exportação fez com que o Brasil recebesse o equivalente a quase 1 milhão de dólares até agosto de 2019. Outra coisa importante é o cacau, já que exportamos produtos da Ferrero com 19% da balança comercial.

 

2 – De que forma o Equador vem incentivando o comércio e investimentos entre os dois países?

Edgar Novoa: Temos muitos incentivos agora. Nós tínhamos 5% da saída de imposto para capitais e investimentos de fora não tem. Outra coisa a limitação de imposto para tecnologia e é importante lembrar que temos o dólar como moeda, então nossa inflação é de 3% ano. Então o dólar é uma moeda forte.

 

3 – Quais os principais avanços que o Equador vem alcançando na área comercial? Quais foram os altos e baixos em 2019?

Edgar Novoa: Um dos nossos altos é a idade dos produtos, como o camarão e o peixe e conseguimos fazer muitos comércios com outros países. Mas algo negativo é que o dólar está alto e fica difícil de competir. É uma desvantagem.

 

4 – No mês de outubro, o Equador passou por protestos após o anúncio do fim de subsídio aos combustíveis que já durava 40 anos, e isso causou um grande aumento nos preços. Uma série de medidas foram tomadas pelo governo devido aos protestos, incluindo a revogação do subsídio. Esse conflito chegou a influenciar na economia equatoriana? De que forma?

Edgar Novoa: Foram 12 dias muito difíceis. Nós tínhamos um empréstimo do FMI, então eles pediram algumas correções da economia, e uma delas nos subsídios, como gasolina super e diesel. A suspensão da gasolina super já cobriu o subsídio, mas o presidente, no mês de outubro, tentou eliminar a gasolina extra e o diesel e foram 12 dias de paralisação e foi muito difícil.

 

5 – Quais as os próximos passos do Escritório Comercial do Equador? Quais ações já estão sendo colocadas em prática?

Edgar Novoa: O escritório tenta trazer investimentos do Brasil para o Equador, então nos falamos muito tentar investimentos em áreas produtivas para gerar emprego. Mas do outro lado, falamos com muitas empresas exportadoras. Graças aos nosso comercio com o Mercosul, muitas coisas são exportadas para o Brasil, como camarão, conserva, cacau, chapéus. Agora estamos tentando trazer outros produtos. Então temos muito o que fazer.

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