• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
sexta-feira, 17 abril , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Comércio Exterior

Visita de Bolsonaro à China pode gerar estremecimento das relações com EUA

por Raquel Pires
7 de outubro de 2019
em Comércio Exterior
Tempo de Leitura: 4 mins
A A

O presidente Jair Bolsonaro visitará a China de 24 a 26 de outubro e dependendo da maneira como vier a tratar dois temas relevantes e ao mesmo tempo delicados no relacionamento com Pequim, poderá causar embaraços às relações com os Estados Unidos. As autoridades chinesas esperam que o mandatário chinês se pronuncie formalmente sobre a adesão do Brasil ao megaprojeto “Um Cinturão, uma Rota” e, ao mesmo tempo, anuncie que não vai vetar a entrada no país da megaempresa Huawei na implantação da tecnologia 5G no Brasil.

Se isso de fato acontecer, conforme sublinha Ângela Maria dos Santos, analista de Comércio Exterior da Thomson Reuters, pode haver um estremecimento das relações comerciais do Brasil com os Estados Unidos, num momento em que brasileiros e americanos iniciam negociações visando um possível acordo de liberalização do comércio bilateral.

A especialista em da Thomson Reuters fez essa afirmação no contexto de uma análise mais abrangente sobre o crescimento da presença chinesa na América Latina e mais precisamente sobre a ocupação pelos chineses dos espaços tradicionalmente pertencentes ao Brasil como maior parceiro comercial dos países latino-americanos.

Ao ser questionada sobre quais reflexos a participação da América Latina no “Um Cinturão, uma Rota” poderá ter nas relações entre a China e a América Latina, Angela Maria dos Santos afirmou que, “do ponto de vista chinês, os países latino-americanos e caribenhos fazem parte da extensão natural da Rota Marítima da Seda. E, ainda que não geograficamente falando, são participantes indispensáveis na cooperação internacional do “Cinturão e Rota”, quando o assunto é comércio e investimentos. Porém, apesar de a China ser um parceiro importante dos países latinos, essa deve ser uma decisão cautelosa porque poderá ter reflexos positivos, mas também negativos”.

De acordo com a especialista, “de positivo, o rápido avanço em setores como tecnologia, infraestrutura, logística, automotivo e energia, entre muitos  outros. Os reflexos negativos, que precisam ser avaliados, giram em torno principalmente da possibilidade de endividamento com os chineses, bem como a insegurança quanto à concretização das  infraestrutura e logística. Por fim,  outro ponto que deverá ser analisado com cautela seria a probabilidade de um estremecimento nas relações comerciais com os Estados Unidos, o que seria preocupante para os países latinos, e em especial para o Brasil, que encontra-se no início das negociações para um possível acordo de liberalização comercial com os americanos”.

A pouco mais de duas semanas da visita a Pequim, o presidente Jair Bolsonaro ainda não se pronunciou formalmente sobre essas questões. Mas a posição do governo foi expressa pelo vice-presidente Hamilton Mourão que, em entrevistas recentes, fez comentários sobre a adesão brasileira ao “Um Cinturão, uma Rota” e sobre a entrada da Huawei no Brasil.

Em visita à China, no dia 20 de maio, Mourão sinalizou que o Brasil pode vir a aderir à também chamada “Nova Rota da Seda”, iniciativa trilionária (em dólares) do governo Xi Jinping para retomar o espírito de trocas comerciais do antigo trajeto que unia Oriente e Ocidente na Idade Média. Trata-se de um megaprojeto de infraestrutura que vai interligar portos, ferrovias, rodovias, aeroportos e telecomunicações para facilitar e incrementar o comércio entre a China e o resto do mundo.

Poucas semanas depois, o vice-presidente voltou a falar sobre um outro tema delicado nas relações entre o Brasil e a China e que envolve diretamente interesses globais dos Estados Unidos: a autorização para a entrada da Huawei no Brasil com as tecnologias para a quinta geração (5G) de telefonia móvel. Mourão reconheceu que o tema foi tratado em março passado em conversa dos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, por ocasião da visita do mandatário brasileiro a Washington.

Hamilton Mourão disse ainda que o governo brasileiro não pretende vetar a entrada da Huawei pois não acredita que nenhum país vai receber a tecnologia a ser instalada pela companhia chinesa se ficar preocupado com o fato de que os dados em poder da Huawei vierem a pertencer também ao governo de Pequim. “Aqui não”, disse categórico o vice-presidente ao comentar a possibilidade de o Brasil vetar as tecnologias para a quinta geração de telefonia móvel.

Esses dois temas espinhosos devem ocupar lugar de destaque na visita de Bolsonaro a Pequim. E, ao que tudo indica, durante a visita os dirigentes chineses vão tentar obter compromissos formais do Brasil em relação ao programa “Um Cinturão, uma Rota” e também no tocante à entrada da Huawei no país. No mais, procurarão ter a garantia de que o Brasil se manterá neutro na cada vez mais intensa e preocupante guerra comercial decretada pelo governo Trump contra a China.

 

Notícia Anterior

Germany Is Closing 84 Coal Plants to Save the Planet

Próxima Notícia

‘Rebelião Internacional’ contra mudanças climáticas

Notícias Relacionadas

Cooperado Gilvan Alves, da Coopafbasul, no trabalho com o coco de piaçava
Comércio Exterior

Terços muçulmanos feitos de coco de piaçava

14 de abril de 2026
Comércio Exterior

Embaixador do México busca oportunidades e parcerias no Paraná

29 de março de 2026
Encarregado de negócios americano,, Gabriel Escobar (de branco) chefiou a visita missão  em Minas Gerais
Comércio Exterior

Delegação dos EUA visita laboratório de ímãs em MG

24 de março de 2026
Próxima Notícia

'Rebelião Internacional' contra mudanças climáticas

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
Acompanhe.
Post do Instagram 17993623085937448 Post do Instagram 17993623085937448
✨🎧 Justiça também se traduz. Entre vozes, idiomas ✨🎧 Justiça também se traduz.

Entre vozes, idiomas e silêncios históricos, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg” revela quem tornou possível um dos momentos mais decisivos da humanidade — o Tribunal de Nuremberg.

Eles não estavam nos holofotes.
Mas sem eles, nada teria sido compreendido.
Nada teria sido julgado.

Quatro idiomas.
Uma verdade em construção.
E profissionais que sustentaram o peso da história… em tempo real.

A realização desta mostra reúne nomes que seguem sustentando o diálogo global hoje:
🤝 Associação Internacional de Intérpretes de Conferência (AIIC)
🤝 Associação Profissional de Intérpretes de Conferência (APIC)
🇩🇪 Embaixada da Alemanha no Brasil, representada pelo Encarregado de Negócios a.i., Sr. Wolfgang Bindseil

📍 Biblioteca Nacional de Brasília
🗓️ Até 10 de abril
🎟️ Entrada gratuita

Se você nunca parou para pensar no poder de uma tradução… talvez essa seja a sua chance.

💬 Você já tinha imaginado o impacto desses intérpretes na história?

#brasíliacultural
#nuremberg
#revistaembassy
#interpretaçãosimultânea
#comunicaçãoglobal
Post do Instagram 17853929589631895 Post do Instagram 17853929589631895
Post do Instagram 18523781110069486 Post do Instagram 18523781110069486
A milonga uruguaia animou a festa nacional do Urug A milonga uruguaia animou a festa nacional do Uruguai em Brasília. A reportagem você vai poder ler na Embassy
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In