• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
sexta-feira, 17 abril , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Destaque 2

Milhares voltam a protestar em Mianmar, apesar da repressão

por Liz Elaine
7 de março de 2021
em Destaque 2, Mundo
Tempo de Leitura: 3 mins
A A

De autoridades locais, políticos, jornalistas, ativistas a artistas, centenas de pessoas foram presas desde 1º de fevereiro, às vezes com violência.

Milhares de manifestantes voltaram às ruas neste domingo (7) contra a Junta militar em Mianmar, apesar da repressão sangrenta e das incursões noturnas, que custaram a vida de um membro do partido de Aung San Suu Kyi.

Em Bagan (centro), perto de um famoso sítio arqueológico com pagodes centenários, detonações foram ouvidas.”Um adolescente de 18 anos levou um tiro na mandíbula”, disse à AFP o socorrista Ko Ko. A mídia local noticiou “pelo menos cinco pessoas feridas”. Em Yangon, a polícia fez disparos para dispersar os manifestantes que gritavam: “Vamos tirar o ditador!”, referindo-se ao chefe da Junta, Min Aung Hlaing.

Durante a noite, a polícia e o exército realizaram operações na capital econômica birmanesa contra a Liga Nacional para a Democracia (NLD), partido de Suu Kyi, derrubada em 1º de fevereiro e detida em local secreto. “Não sabemos quantas pessoas foram presas”, disse Soe Win, um dos responsáveis do partido.

Um chefe local da NLD, Khin Maung Latt, de 58 anos, morreu. “Ele foi espancado e levado de sua casa. Aparentemente não sobreviveu ao duro interrogatório a que foi submetido”, afirmou Tun Kyi, um ex-prisioneiro político. Outro alvo era um advogado do partido, mas como não o encontraram, as forças de segurança “torturaram” seu irmão “porque não havia ninguém para prender”, segundo um ex-deputado.

A mídia estatal alertou neste domingo os deputados que não reconhecem a legitimidade do golpe de Estado e que criaram uma comissão para representar o governo civil que cometem “alta traição”, um crime que pode levar à pena de morte ou 22 anos de detenção. O movimento pró-democracia convocou uma mobilização em massa no domingo e na segunda-feira.

“Se apelarmos à desobediência civil e à greve sem sair às ruas, não é suficiente. Temos que manter a nossa luta ao mais alto nível (…) Estamos prontos para morrer”, declarou à AFP Maung Saungkha, um dos líderes da contestação. A mídia pública alertou que os funcionários públicos em greve “serão demitidos a partir de 8 de março”.

Economia fragilizada

As greves têm um grande impacto na já fragilizada economia birmanesa, com bancos incapazes de funcionar, hospitais fechados e gabinetes ministeriais vazios. O medo é onipresente: mais de 50 pessoas morreram desde o início da insurreição pacífica contra o golpe de 1º de fevereiro.

Nas imagens que circularam na rede, forças de segurança são vistas disparando contra a multidão e retirando cadáveres de manifestantes. O Partido União, Solidariedade e Desenvolvimento (PUSD), apoiado pelo exército, participa dos ataques aos manifestantes.

Membros do PUSD mataram na sexta-feira um representante local da NLD e um adolescente de 17 anos, de acordo com a Associação para Assistência a Prisioneiros Políticos (AAPP). No sábado, as forças de segurança usaram munição letal contra os manifestantes, de acordo com esta ONG birmanesa. A imprensa estatal nega que a polícia e o exército estejam ligados a essas mortes.

De autoridades locais, políticos, jornalistas, ativistas a artistas, centenas de pessoas foram presas desde 1º de fevereiro, às vezes com violência. As pessoas detidas em Yangon muitas vezes acabam na prisão de Insein, onde muitos presos políticos cumpriram penas em ditaduras anteriores. Diante da deterioração da situação, alguns birmaneses fogem do país.

Cerca de 50, incluindo oito policiais que se recusaram a participar da repressão, chegaram à vizinha Índia. Mianmar exigiu que a Índia repatriasse os oito policiais “para preservar as boas relações entre os dois países”, em uma carta a que a AFP teve acesso.

Cerca de 100 birmaneses ainda estão na fronteira, na esperança de que tenham permissão para entrar no país.

Novas sanções?

Os generais ignoram os protestos da comunidade internacional, dividida sobre como responder. Estados Unidos e União Europeia anunciaram medidas coercitivas, mas alguns observadores pedem um embargo internacional ao fornecimento de armas, decisão que requer a concordância de todos os membros do Conselho de Segurança da ONU.

Mas China e Rússia, tradicionais aliadas do exército birmanês e exportadoras de armas ao país, se recusam a falar em “golpe”. Em Bangcoc, milhares de trabalhadores birmaneses na Tailândia manifestaram-se neste domingo em frente à representação da ONU, pedindo à comunidade internacional que aja com mais firmeza.

Tags: Aung San Suu Kyijunta militarMianmarprotesto
Notícia Anterior

Embaixada de Portugal no Senegal recomenda “máxima atenção”

Próxima Notícia

Intercâmbio e negócios

Notícias Relacionadas

Mundo

Teatro Bolshoi comemora 250 anos de fundação

28 de março de 2026
Mundo

Acordo Mercosul-UE entra em vigor provisoriamente em maio

24 de março de 2026
Mundo

Liga dos Estados Árabes celebra seu 81º Aniversário

21 de março de 2026
Próxima Notícia

Intercâmbio e negócios

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
Acompanhe.
Post do Instagram 17993623085937448 Post do Instagram 17993623085937448
✨🎧 Justiça também se traduz. Entre vozes, idiomas ✨🎧 Justiça também se traduz.

Entre vozes, idiomas e silêncios históricos, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg” revela quem tornou possível um dos momentos mais decisivos da humanidade — o Tribunal de Nuremberg.

Eles não estavam nos holofotes.
Mas sem eles, nada teria sido compreendido.
Nada teria sido julgado.

Quatro idiomas.
Uma verdade em construção.
E profissionais que sustentaram o peso da história… em tempo real.

A realização desta mostra reúne nomes que seguem sustentando o diálogo global hoje:
🤝 Associação Internacional de Intérpretes de Conferência (AIIC)
🤝 Associação Profissional de Intérpretes de Conferência (APIC)
🇩🇪 Embaixada da Alemanha no Brasil, representada pelo Encarregado de Negócios a.i., Sr. Wolfgang Bindseil

📍 Biblioteca Nacional de Brasília
🗓️ Até 10 de abril
🎟️ Entrada gratuita

Se você nunca parou para pensar no poder de uma tradução… talvez essa seja a sua chance.

💬 Você já tinha imaginado o impacto desses intérpretes na história?

#brasíliacultural
#nuremberg
#revistaembassy
#interpretaçãosimultânea
#comunicaçãoglobal
Post do Instagram 17853929589631895 Post do Instagram 17853929589631895
Post do Instagram 18523781110069486 Post do Instagram 18523781110069486
A milonga uruguaia animou a festa nacional do Urug A milonga uruguaia animou a festa nacional do Uruguai em Brasília. A reportagem você vai poder ler na Embassy
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In