• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
quinta-feira, 16 abril , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Eventos

EUA, Noruega, Reino Unido e empresas lançam coalizão bilionária contra desmatamento

por Liz Elaine
22 de abril de 2021
em Eventos
Tempo de Leitura: 4 mins
A A

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma coalizão internacional formada por EUA, Reino Unido, Noruega e empresas privadas para reduzir as emissões de gases-estufa derivadas de desmatamento em nações com florestas foi lançada, na manhã desta quinta (22), durante a Cúpula do Clima organizada por Joe Biden.

A disponibilização de verbas por países desenvolvidos é um ponto caro às ambições do governo Jair Bolsonaro. A gestão brasileira tem afirmado a interlocutores no exterior ser necessário receber dinheiro de países mais ricos para conseguir frear o desmatamento crescente nos últimos anos na Amazônia, principal fonte de emissão de gases -junto à pecuária- no Brasil.

Em reunião neste mês com os EUA, Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, chegou a mostrar uma ilustração na qual o Brasil é representado como um cachorro de olho em frangos assados rodando em uma máquina. Acima dos frangos, a frase “expectativa de pagamento”.

No passado recente, o Brasil conseguiu reduzir drasticamente níveis maiores de devastação da floresta com ferramentas que seguem disponíveis: monitoramento constante por satélite e ações de fiscalização.

A iniciativa internacional anunciada nesta quinta, porém, não deve atender às expectativas brasileiras, ao menos de início. A Coalizão Leaf é baseada em mecanismos de REDD+, sigla para Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal, além da conservação de estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento de estoques de carbono florestal.

Assim, é preciso apresentar resultados antes de receber aportes, e o financiamento será direcionado de acordo com redução efetiva das emissões por desmatamento. A base de comparação será a média das emissões em intervalos de cinco anos e aspectos sociais, como consultas a povos indígenas, também serão levados em conta para países que se aplicarem para as verbas.

O financiamento só será disponibilizado aos países inscritos após uma análise independente apontando que os níveis de desmatamento -e, consequentemente, emissões- tem sido reduzido. Um detalhe importante é que se uma parte da jurisdição (tida no acordo como país, estado ou província) conseguiu reduzir o desmatamento e outra teve destruição significativa, essa jurisdição não é qualificável para o recebimento de fundos da iniciativa.

Até o momento, a iniciativa, cujo nome, “leaf” (folha, em inglês), significa “lowering emissions by accelerating forest finance”, ou diminuição de emissões por meio da aceleração de financiamento florestal, já conta com cerca de US$ 1 bilhão.

Além de EUA, Noruega e Reino Unido, a coalizão conta com a participação de empresas privadas. Até o momento, a iniciativa já atraiu algumas indústrias, empresas de tecnologia e de bens de consumo. Entre elas, estão Amazon, Airbnb, Bayer, Boston Consulting Group, GSK, McKinsey, Nestlé, Salesforce e Unilever. Não foram informadas, porém, as quantias depositadas por cada um dos países.

Devido à preocupação que as empresas usem o mecanismo para atenuar eventuais históricos ou comportamentos poluentes, a iniciativa exige que as companhias sejam ambientalmente comprometidas, tendo reduzido suas próprias emissões. Assim, a doação a países com florestas será uma ação adicional.

As primeiras propostas de projeto devem valer para o intervalo entre 2022 e 2026. Há semelhanças entre a Coalizão Leaf e o também bilionário Fundo Amazônia, no qual o Brasil tinha direito a verbas de acordo com os níveis de desmatamento registrados no país. O dispositivo, porém, foi paralisado por Salles e Bolsonaro no início da administração atual.

Salles paralisou o fundo sob a justificativa de irregularidades em contratos dos projetos beneficiados, vários deles com ONGs, entidades contestadas por Bolsonaro e Salles desde o início da administração atual. O Fundo Amazônia, que tinha como principais doadores Noruega e Alemanha, passava por auditorias internacionais constantes, sem haver documentação de problemas graves. Os países doadores também se mostram satisfeitos com a governança do fundo.

O objetivo de Salles, após a paralisação, tornou-se mudar a estrutura decisória do fundo, fazendo com que o governo federal se tornasse preponderante e, dessa forma, pudesse ter a palavra final nas decisões sobre o uso do dinheiro, que era destinado a projetos sustentáveis e até mesmo a implementação de políticas governamentais em estados, como o CAR (Cadastro Ambiental Rural, no qual todo proprietário de terras deve registrar suas terras).

Inclusive, o destino dos fundos é outra semelhança entre o fundo e a nova coalizão. Os doadores não podem decidir o que o país fará com o dinheiro, mas as empresas podem escolher as quais nações doar.

Os países que buscarem a coalizão também necessitarão de uma instituição para lidar com as eventuais verbas recebidas. Algo semelhante ocorria com o Fundo Amazônia, que era gerido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A Noruega, uma das integrantes do Leaf, era a principal doadora do Fundo Amazônia.

Internacionalmente, tem sido incentivada a atualização das metas dos países para redução de gases-estufa, com objetivos mais ambiciosos, a fim de limitar o aumento médio da temperatura global a 1,5ºC, como acertado no Acordo de Paris. Os EUA, por exemplo, anunciaram, durante a cúpula nesta quinta, que reduzirão entre 50% e 55% das emissões até o fim da década atual.

Ao mesmo tempo em que pede suporte financeiro internacional, o Brasil não tornou suas metas de redução de emissões de gases (redução de 43% das emissões de gases-estufa em 2030, com base nos valores de 2005) mais ambiciosas, no fim do ano passado. Especialistas inclusive apontam que a atualização das metas brasileiras são um retrocesso climático.

Isso ocorre porque Brasil mudou a base de cálculo para a redução ao utilizar um novo inventário de emissões para o ano-base, com cálculo diferente, que aponta um pico de gases-estufa em 2005 maior do que o anterior. A meta, contudo, não foi atualizada, levando a uma elevação da meta de emissões.

Tags: coalizaçãoCúpula de LíderesCúpula do ClimadesmatamentoEstados UnidosEUANoruegareino unido
Notícia Anterior

Brasileiros pedem ajuda ao Itamaraty para conseguirem estudar nos EUA

Próxima Notícia

Eurodeputados votam acordo comercial UE-Reino Unido na terça-feira

Notícias Relacionadas

Eventos

Desbravando o idioma japonês

14 de abril de 2026
Eventos

Marrocos mostra toda tradição e elegância de seus caftãs

11 de abril de 2026
Eventos

Uma tarde na Itália

10 de abril de 2026
Próxima Notícia

Eurodeputados votam acordo comercial UE-Reino Unido na terça-feira

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
Acompanhe.
Post do Instagram 17993623085937448 Post do Instagram 17993623085937448
✨🎧 Justiça também se traduz. Entre vozes, idiomas ✨🎧 Justiça também se traduz.

Entre vozes, idiomas e silêncios históricos, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg” revela quem tornou possível um dos momentos mais decisivos da humanidade — o Tribunal de Nuremberg.

Eles não estavam nos holofotes.
Mas sem eles, nada teria sido compreendido.
Nada teria sido julgado.

Quatro idiomas.
Uma verdade em construção.
E profissionais que sustentaram o peso da história… em tempo real.

A realização desta mostra reúne nomes que seguem sustentando o diálogo global hoje:
🤝 Associação Internacional de Intérpretes de Conferência (AIIC)
🤝 Associação Profissional de Intérpretes de Conferência (APIC)
🇩🇪 Embaixada da Alemanha no Brasil, representada pelo Encarregado de Negócios a.i., Sr. Wolfgang Bindseil

📍 Biblioteca Nacional de Brasília
🗓️ Até 10 de abril
🎟️ Entrada gratuita

Se você nunca parou para pensar no poder de uma tradução… talvez essa seja a sua chance.

💬 Você já tinha imaginado o impacto desses intérpretes na história?

#brasíliacultural
#nuremberg
#revistaembassy
#interpretaçãosimultânea
#comunicaçãoglobal
Post do Instagram 17853929589631895 Post do Instagram 17853929589631895
Post do Instagram 18523781110069486 Post do Instagram 18523781110069486
A milonga uruguaia animou a festa nacional do Urug A milonga uruguaia animou a festa nacional do Uruguai em Brasília. A reportagem você vai poder ler na Embassy
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In