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Home Destaque 3

Tensão no Oriente Médio

por Liz Elaine
13 de maio de 2021
em Destaque 3, Mundo
Tempo de Leitura: 6 mins
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ONU, União Europeia e Rússia exigem redução das tensões entre Israel e Hamas, em meio à escalada do conflito. Joe Biden conversa com Netanyahu e reforça “apoio inabalável”. Bolsonaro diz que lançamento de foguetes palestinos é “injustificável”

Uma operação de assassinatos seletivos contra dois comandantes militares do Hamas, na Cidade de Gaza e em Khan Yunis, elevou ainda mais a tensão no Oriente Médio. Como resposta à morte de Bassem Issam, chefe da rede cibernética e da brigada do Hamas na capital da Faixa de Gaza, e de Jamaa Tahla, especialista no desenvolvimento de foguetes, o movimento fundamentalista islâmico intensificou os ataques contra Israel. O agravamento da crise e o risco de uma “guerra em larga escala” mobilizaram a comunidade internacional para buscar uma saída diplomática. No entanto, os esforços pela paz se esbarram na posição dos Estados Unidos, que bloquearam uma declaração do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que defendia a desescalada do conflito.

Por meio do Twitter, o presidente Jair Bolsonaro pronunciou-se sobre o conflito, na noite de ontem. “É absolutamente injustificável o lançamento indiscriminado de foguetes contra o território israelense. A ofensiva provocada por militantes que controlam a Faixa de Gaza e a reação israelense já deixaram mortos e feridos de ambos os lados”, escreveu. O presidente expressou condolências às famílias das vítimas e conclamou o “fim imediato de todos os ataques contra Israel”, além de manifestar apoio “aos esforços em andamento para reduzir a tensão em Gaza”.

Até o fechamento desta edição, a intensificação da violência no Oriente Médio tinha deixado 71 mortos: cinco civis israelenses — incluindo um menino de cinco anos, o pai e a irmã —, um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF) e 65 palestinos, entre eles 16 crianças. Os governos do Egito e do Catar negociam uma distensão imediata entre o Hamas e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. O presidente dos EUA, Joe Biden, telefonou ontem para Netanyahu e condenou os ataques do Hamas. “Ele transmitiu o apoio inabalável à segurança de Israel e ao legítimo direito de Israel de defender a si mesmo ao seu povo”, afirmou um comunicado da Casa Branca. Biden também transmitiu ao premiê o incentivo para que os israelenses encontrem um caminho para restaurar uma calma sustentável.

A ONU e a União Europeia (UE) exortaram as duas partes a evitarem as mortes de civis e a fazerem “tudo o que for possível para prevenir um conflito mais amplo”. Por sua vez, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, defendeu que Israel receba “uma lição forte e dissuasiva”. A declaração foi dada durante telefonema para o colega russo, Vladimir Putin. Ao mesmo tempo, os dois líderes somaram-se ao pedido por uma “desescalada”. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, acusou Israel de ultrapassar todas as linhas vermelhas. Uma proposta de cessar-fogo bilateral apresentada pelo Hamas foi rejeitada de forma unânime pelo gabinete de Netanyahu. O premiê reforçou que os assassinatos seletivos de comandantes do Hamas são “apenas o começo”.

Consequências – Para Richard Falk, professor de relação internacional da Universidade de Princeton e ex-relator especial da ONU para a Palestina Ocupada (2008-2014), a tensão no Oriente Médio envolve potenciais consequências que podem, inclusive, se sobrepor até certo ponto. “Em primeiro lugar, existe o risco de uma violência ainda maior, com danos desproporcionais à Faixa de Gaza. Em segundo lugar, é possível a deflagração de uma terceira intifada (levante palestino), dotada de várias formas de resistência árabe, pelo menos enquanto Israel continuar com o seu plano de expulsar famílias palestinas do bairro de Sheikh Jarrah, em Jerusalém Oriental”, afirmou à reportagem.

As IDF divulgaram que cerca de 1,5 mil foguetes palestinos foram lançados contra Israel desde a segunda-feira. Um deles matou um menino de 5 anos, ao perfurar o mamad (quarto seguro) na residência da família, em Sderot. Na fronteira com Gaza, um soldado judeu foi morto por um míssil antitanque. No vilarejo de Dhamas, perto da cidade de Lod (centro de Israel), Khalil Awad, 52 anos, e a filha Nadine morreram atingidos por um foguete. Na noite de ontem, a metrópole costeira de Tel Aviv voltou a ser alvo de uma barragem de artefatos disparados a partir da Faixa de Gaza. “Agora, é 1h10 (19h10 de ontem em Brasília) e as sirenes antiaéreas começaram a soar. Isso significa que os foguetes estão a caminho. Nós acabamos de escutar a explosão deles no ar”, contou ao Correio o israelense Ittay Guram, 19 anos, que trabalha como garçom em Jaffa, cidade portuária que se confunde com Tel Aviv. “Não tenho medo, porque sei que Israel tem um bom sistema de defesa. Mas acho que ninguém merece viver isso.”

“Túmulos”- Morador da Cidade de Gaza, o jornalista e advogado Amer Alqadiry, 33 anos, estava confinado, em casa, com mais 15 pessoas. “Nossos dias são cheios de medo e de terror. Não existe lugar seguro na Faixa de Gaza, e os cidadãos não sabem como se proteger”, desabafou ao Correio. “Eles se escondem em suas casas, que se transformaram em caixas da morte e em túmulos, nos quais podem ser enterrados durante os bombardeios. As fumaças dos foguetes cobrem o céu. Enfrentei três guerras aqui. Nunca vi nada como agora” Segundo ele, a situação no enclave palestino é “apavorante”. “Estamos sob ataques aéreos com grandes mísseis da guerra de ocupação, em locais aleatórios.”

Os bombardeios sobre a Faixa de Gaza incitaram uma onda de tentativas de linchamentos entre árabes e judeus em diversas cidades de Israel. Em Lod, as autoridades impuseram toque de recolher, depois de violentos protestos. Segundo o jornal The Jerusalem Post, 374 pessoas foram detidas pelas forças policiais em diferentes localidades. “O linchamento jamais se justifica. Nós retomaremos o controle das cidades”, prometeu Netanyahu.

Brasileiros em meio ao fogo cruzado

A professora Huda Al Assar, 55 anos, mora em um apartamento de três quartos com o filho e o neto, de 1 ano e 8 meses, na cidade de Deir Al Balah, no centro da Faixa de Gaza. Ela se considera brasileira de coração: mudou-se dos Emirados Árabes para o Brasil, aos 24 anos, acompanhada dos quatro filhos, na condição de refugiados. A família morou por 14 anos no Brasil e conquistou a residência permanente. Ela obteve CPF e identidade e deu entrada com os papéis requerendo a naturalização, mas mudou-se novamente para a Faixa de Gaza, em 2006, antes do fim do processo. Na terça-feira, ela perdeu dois alunos em um bombardeio — os irmãos Munther, 17 anos, e Manar, 16.

“Infelizmente, não conseguimos ter paz como gostaríamos. Eu e meus filhos morávamos no Brasil e sabemos o que é viver em paz”, afirmou. “Por aqui, não temos como nos proteger. Se vou morrer, então que seja dentro de minha casa. Não há para onde ir. Quando começam os bombardeios, tudo o que fazemos é orar. Nós aguardamos a morte”, desabafou.

Segundo Huda, os caças F-16 israelenses lançam bombas que perfuram o solo. “Quando a gente esquece uma janela fechada, ela explode. Sempre deixamos janelas e portas um pouco abertas. As casas que são mais antigas caem com a propagação do som da bomba”, afirmou. Na terça-feira, os bombardeios no centro de Gaza foram tão intensos que o neto de Huda não conseguiu dormir. “As luzes das bombas davam a ideia de que tudo ao redor pegava fogo. As crianças estão traumatizadas.”

Apenas 4km separam Gaza do kibutz Zikim, no sul de Israel, onde há oito anos vive a odontopediatra e professora pernambucana Gisela Berenstein Ajzman, 52 — antes, ela, o marido e os quatro filhos moraram durante 17 anos em Ashkelon. “A situação por aqui é insuportável e insustentável. Há duas décadas, recebemos foguetes. Durante as noites, temos que nos refugiar no mamad, o quarto de segurança”, lamentou. “Quando as crianças vão para a escola, têm que descer do ônibus e se jogar no chão. Minha filha, de 11 anos, está em tratamento psicológico. Ela tem medo de tomar banho sozinha.”

De acordo com Gisela, nos últimos 20 anos, qualquer coisa que incomode o movimento fundamentalista islâmico Hamas é motivo para ataques ao sul de Israel. “Nesta semana, eu tinha acabado de entrar no banho e tocou a sirene antiaérea. Onde moro, tenho 15 segundos para chegar ao quarto de segurança. A gente sai do jeito que dá, enrolado na toalha, de calcinha, pelado”, relatou. “Quando escutamos um chiado, sabemos que é o Domo de Ferro (escudo antimísseis) e já saímos correndo. Na intercepção do foguete, a casa toda treme.”

Em 2014, Gisela enfrentou um pesadelo: houve uma tentativa de invasão, pelo mar, ao kibutz, por parte de militantes palestinos. Avisada por telefone pelo sobrinho, ela pegou uma peixeira e a escondeu sob a cama. “Na noite passada, não conseguimos dormir, por causa do barulho dos bombardeios.” Na terça-feira, um foguete do Hamas caiu sobre a casa do amigo da filha, em um kibutz vizinho. Ontem, outra residência, a apenas 1km de onde ela estava, foi alvejada. “Eles caem em todos os lugares.”

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Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

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Brasília: arte e história além da política - Em Brasília: arte e história além da política -

Em meio às discussões e debates da República, a capital do Brasil guarda obras de arte e uma arquitetura que lhe conferiram o título de patrimônio mundial da Unesco.

A Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, ocupa o cotidiano dos brasileiros no noticiário e nas decisões que influenciam a vida da população. Mas são esses endereços também obra de arte e de arquitetura de uma cidade que respira história, cultura e oferece lazer mesmo em meio a tantas negociações políticas.

Construir uma capital no Centro-Oeste brasileiro foi uma insistência do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960), que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ele, porém, recomendou que o plano urbanístico fosse feito por outro profissional e se ocupou, ent�...

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Bahrein destina áreas para produção agrícola no Br Bahrein destina áreas para produção agrícola no Brasil -

Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein alocou 12 lotes para agricultores de Buri (SP) como parte de estratégia para aumentar segurança alimentar do país.

O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

A ação se insere em uma estratégia maior que tem como fim também expandir a capacidade agrícola sustentável, aumentar a produção local e melhorar a eficiência no setor no Bahrein. Recentemente o Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura alocou outros seis lotes, em um tot...

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#Agricultura #Bahrein #Buri #ministério #Produção
Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade taxa de passaporte -

A medida foi divulgada nesta terça-feira (05), em comunicado do Itamaraty

A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

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Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em mine Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em minerais críticos -

Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

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Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE na indústria sustentável e transição energética -

Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

Um dos principais pontos da agenda foi a visita ao SENAI Cimatec, em Salvador, considerado um dos mais avançados centros de inovação industrial...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/bahia-se-posiciona-como-parceira-estrategica-da-ue-na-industria-sustentavel-e-transicao-energetica/

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