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Home Destaque 1

Brasil tem nichos de mercado para alimentos da Jordânia

por Liz Elaine
23 de maio de 2022
em Destaque 1, Eventos
Tempo de Leitura: 6 mins
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Em seminário na capital paulista, nesta no dia (18), a Câmara Árabe apresentou a exportadores jordanianos áreas nas quais há espaço para fornecimento de alimentos ao Brasil. Jordânia tem produção agrícola que vai de legumes a tâmaras. Apesar de ser um grande exportador na área, o Brasil também importa alimentos e tem oportunidades para produtos que são fornecidos pela Jordânia.

A indicação de quais são esses nichos de mercado foi feita no seminário “Jordânia & Brasil – desafios e oportunidades”, que ocorreu na Câmara de Comércio Árabe Brasileira com a presença de empresários jordanianos e brasileiros. Uma delegação da Jordânia está na capital paulista para a feira de alimentos Apas Show.

Seminário reuniu jordanianos e brasileiros

Segundo apresentação feita no evento pelo gerente de Inteligência de Mercado da Câmara Árabe, Marcus Vinícius, há oportunidades para a Jordânia vender ao Brasil azeitonas, pêssegos, tâmaras, especiarias, sementes, alho, tomates, morangos e alimentos industrializados. Conforme dados mostrados, alho é um dos poucos alimentos que o país já vende ao Brasil.

O executivo da Câmara Árabe também falou aos jordanianos da oportunidade que há no momento no mercado brasileiro de alimentos em função da queda de algumas tarifas de importação. Até o final deste ano, o governo brasileiro isentou da taxa certos produtos básicos como forma de diminuir a inflação. Entre esses alimentos estão carne bovina desossada congelada, pedaços e miudezas de frango congelados, farinha de trigo, produtos de padaria, pastelaria e biscoitos, e milho em grãos.

Marcus mostrou dados

Brasil gigante – O Brasil é o sétimo maior mercado de alimentos do mundo, com US$ 250 bilhões movimentados ao ano no setor. Há estimativa de que esse valor chegue a US$ 262 bilhões em 2025. Uma boa parte do consumo encontra-se em lojas e-commerce e nos grandes supermercados. Segundo Marcus Vinícius, está em alta a demanda por alimentos orgânicos e suplementos nutricionais no País, principalmente devido à covid-19, já as pessoas passaram a querer reforçar o sistema imunológico.

Haddad: Jordânia produz

Os países árabes, no entanto, participam pouco desse mercado. O Brasil importou do mundo US$ 12 bilhões em alimentos no ano passado, dos quais apenas US$ 118,6 milhões das nações árabes. Os maiores fornecedores entre os árabes foram Marrocos, com 37%, Egito, com 36%, Omã, com 16%, Tunísia, com 9%, e Líbano, com 1%. Os produtos vendidos foram principalmente sardinhas congeladas (metade do total), legumes em conserva, azeite, plantas, tâmaras, nozes, sementes de anis, laranjas, legumes secos, cebolas e alhos.

A Jordânia não figura entre os principais fornecedores árabes de alimentos ao Brasil, apesar de exportar produtos do setor ao mundo. No ano passado, a Jordânia vendeu US$ 292 mil em alho ao Brasil. No seminário na Câmara Árabe, o presidente da Associação de Tâmaras da Jordânia, Anwar Haddad, deu um panorama sobre a produção agrícola do seu país. Ele contou que a Jordânia cultiva tomates, abóbora, berinjela, pepinos, batatas, couve-flor, melancia, trigo, cevada, frutas cítricas, azeitonas, uvas, maçãs e tâmaras. As exportações do setor são principalmente de vegetais, cereais e tâmaras.

Espaço para mais – Foi unânime entre os palestrantes a opinião de que o comércio entre Brasil e Jordânia precisa avançar. O diretor tesoureiro da Câmara Árabe, Nahid Chicani, abriu o evento e falou da necessidade de remover obstáculos para esse crescimento, como os custos logísticos, as normas aduaneiras burocráticas, a pouca informação sobre o mercado brasileiro, a concorrência com mercadorias europeias e norte-americanas e o longo período de translado para os produtos. “Elementos desafiadores, mas não impeditivos para estimular o intercâmbio comercial entre Jordânia e Brasil”, disse Chicani

Embaixador Masadeh: relacionamento próspero

A Câmara Árabe assinou memorandos de entendimento durante o seminário (foto de abertura) com a Associação de Negócios Brasil-Jordânia e com a Câmara das Indústrias de Amã. Por meio dos acordos, as instituições devem cooperar e ajudar a reforçar o comércio Brasil-Jordânia. Em sua palestra no evento, o presidente da Câmara das Indústrias de Amã, Fathi Al-Jaghbir, que também é presidente da Câmara das Indústrias da Jordânia, sugeriu que sejam estudadas possíveis áreas de exportação e importação entre os dois países, segundo o interesse de cada lado, e que depois isso seja formalizado junto aos governos.

O presidente da Associação de Negócios Brasil-Jordânia, Jamal Fariz, disse que a missão da Jordânia no Brasil tem por objetivo dar escala para as relações econômicas entre os países e mitigar riscos. “Assim ajudamos nossos países a superarem a crise que veio com a pandemia e a penetrar em novos mercados”, disse ele. O senador jordaniano Issa Murad falou no evento sobre a ampliação da cooperação entre os países e vê que isso deve começar pelo setor privado, como está sendo feito por meio da missão.

O embaixador da Jordânia no Brasil, Maen Masadeh, lembrou que Brasil e Jordânia sempre tiveram um relacionamento próspero, sem que a distância fosse um obstáculo para a interação e o comércio. “Nosso comércio bilateral cresceu nos últimos anos apesar do desafio da covid-19. Em 2020 chegou a US$ 240 milhões e em 2021 a US$ 423 milhões. Esperamos muito mais para este ano”, disse Masadeh.

Khudari: investimentos

Investimentos e cosméticos – Também falou no seminário o presidente da Associação de Exportadores Jordanianos, Ahmad Khudari, que é ainda vice-presidente da Câmara das Indústrias de Amã e diretor geral da empresa Adnan Khudari & Sons Trading. Ele chamou os brasileiros a investirem no seu país e listou como setores promissores o de fertilizantes, matérias-primas e indústrias farmacêutica. A Jordânia exporta fertilizantes ao Brasil.

Mendes: cosméticos

O empresário brasileiro Lucas Mendes, CEO da indústria de cosméticos Vitta Gold, contou no evento a sua experiência no mercado jordaniano. A empresa conseguiu uma parceria estratégica na Jordânia é hoje tem no país um dos seus mercados mais promissores no exterior. Os produtos da companhia estão presentes em 60 países. A diretora de Novos Negócios da Câmara Árabe, Daniella Leite, fechou o evento, que foi seguido de reuniões entre os empresários brasileiros presentes no seminário e os jordanianos. A missão da Jordânia ao Brasil foi organizada pela Associação de Negócios Brasil-Jordânia, em cooperação com a Jordan Export House, com apoio da Câmara Árabe e da Embaixada da Jordânia no Brasil.

Tags: Associação de Negócios Brasil-JordâniaBrasilCâmara ÁrabeDaniella LeiteJordâniaNahid Chicani
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