• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
quinta-feira, 7 maio , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Brasil

Brasil sai ao resgate de Trump para reformar OMS

por Liz Elaine
5 de outubro de 2020
em Brasil
Tempo de Leitura: 7 mins
A A

Trump deixou de financiar a OMS e anunciou sua saída da organização. Ao mesmo tempo, circulou um projeto que irritou muitos governos por seu grau de ataques contra a entidade, o que levou França e Alemanha a se afastar do projeto de Trump. Outros governos também evitaram se associar ao projeto da Casa Branca e saíram em busca de novas alternativas. Mas o Itamaraty fez questão, agora, de anunciar que o projeto tem o apoio do Brasil.

A proposta cita a necessidade de maior transparência por parte da OMS ao anunciar emergências e maior acesso aos países onde surtos são declarados. O objetivo é o de forçar países como a China a colaborar. Mas o texto americano não repete a mesma ambição ao dar maiores poderes para que a OMS examine como países responderam a uma emergência e nem garantias de um aumento de orçamento para a entidade internacional. Uma parcela dos governos e a própria OMS julgam que, se a entidade precisa ser reformada, governos também precisam ser avaliados sobre como reagiram às recomendações da agência. Brasil e EUA foram dois dos países que, por meses, se recusaram a seguir a orientação de Tedros…

de Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da entidade e que chegou a ser ridicularizado por Donald Trump e Jair Bolsonaro. O anúncio do patrocínio brasileiro foi feito hoje pela embaixadora do Brasil na agência internacional, Maria Nazareth Farani Azevedo. O discurso foi feito durante a reunião do Conselho Executivo da OMS.

Segundo ela, a proposta de Washington é uma “boa base” para iniciar a reforma da entidade, sob forte crítica desde o início da pandemia. O Itamaraty, assim, opta por apoiar o projeto americano, e não a ideia de Chile e outros latino-americanos, que também apresentaram uma proposta. O Brasil tampouco anunciou um apoio ao projeto de França e Alemanha para a reforma da OMS. Ao fazer seu discurso, a diplomata apontou que, diante do impacto sócio-econômico da crise e os mais de 1 milhão de mortos, chegou a hora de falar de a comunidade internacional avaliar sua resposta.

Segundo ela, a pandemia mostrou “fragilidades” que o mundo não pode permitir que continue. Para a embaixadora, ao sair da crise, o mundo vai necessitar de “instituições multilaterais melhores”. Mas o Brasil deixou claro que, seguindo uma orientação nacionalista compartilhada com os EUA, a reforma deve servir para reforçar o papel dos governos. E não da secretaria da OMS.

De acordo com ela, o processo deve envolver mais “intercâmbio e consultas” com os governos. A embaixadora também insistiu que são os estados quem devem “pilotar” a proposta. Segundo a mesma linha de Washington, a diplomata deixou claro que o Brasil considera que a reforma é “urgente”, principalmente para garantir “maior transparência”. Essa não é a primeira vez que o Itamaraty sai ao resgate do candidato Trump. No setor comercial, o Brasil cedeu em certos aspectos tarifários para favorecer o americano em determinados eleitorados.

Nos últimos dias, governos apresentam propostas para reformar a entidade e sugerem que as novas regras estabelecidas permitam que o organismo internacional tenha maiores poderes para fiscalizar países e surtos. A partir desta segunda-feira, em Genebra, a entidade reúne sua cúpula para o início do que promete ser um longo processo de transformação da instituição. Na agenda, diplomatas apontam que o tema central é claro: a sobrevivência da combalida agência.

Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, apresentou em seu discurso inaugural um histórico da resposta da entidade diante da pandemia. Sob forte pressão, ele insistiu que agiu dentro do mandato que lhe foi concedido. O chefe da agência defendeu sua atuação, a declaração de emergência global, o desenvolvimento de testes e o envio materiais para mais de 150 países. “Há dez meses, o vírus era totalmente desconhecido. Desde então, publicamos mais de 400 guias e recomendações”, disse, lembrando que enviou especialistas para mais de 130 países. E indicou como mais de 177 países receberam luvas e materiais de proteção.

Mas, segundo documentos obtidos pela coluna, ele também indicará ao longo da semana que uma parcela de seus esforços foi impedida justamente por falta de recursos e falta de um mandato mais forte. Nos bastidores, três propostas de reforma da OMS circulam entre os países. Uma delas é a dos EUA que, apesar de declarar que saiu da entidade, tem sido ativo nas negociações sobre o futuro da entidade. Essa é a proposta apoiada pelo Itamaraty, ainda que governos de outros lugares do mundo tenham se queixado de que a Casa Branca queira liderar o processo, mesmo tendo anunciado sua saída da agência.

Uma segunda proposta foi elaborada em conjunto por França e Alemanha, países que não disfarçam querer assumir um papel internacional maior diante do vácuo deixado pelos americanos. Mas uma terceira proposta apresentada pelo Chile também faz parte do pacote de medidas sob estudo, com o apoio de outros países latino-americanos. Ainda que cada qual tenha seu objetivo, todas concordam com um ponto: a nova OMS terá de ter mais poderes para avaliar se um país está respondendo a uma crise de forma adequada e se está sendo transparente o suficiente sobre um eventual surto que tenha sido identificado dentro de suas fronteiras.

Resistência A grande dúvida se refere à resposta que Pequim dará aos projetos. Em seu discurso nesta segunda-feira, o governo da China elogiou a OMS e pediu que todos os países apoiem a entidade, um recado interpretado como uma crítica à administração de Donald Trump. Mas rejeitou qualquer responsabilidade pra crise. “A China foi sempre transparente e responsável”, declarou Zhang Yang, representante de Pequim. O governo russo também usou o encontro para elogiar a OMS e sua resposta à pandemia. Mas reservou um amplo espaço para lançar críticas contra o governo americano por seu gesto de sair da agência. Para Moscou, a OMS precisa avaliar a resposta americana à crise.

Desde o início da pandemia, o grande dilema foi como lidar com o acesso ao território chinês. A OMS, num esforço diplomático, tentou criar condições positivas com Pequim. Isso incluiu declarações de elogio ao regime chinês, combater qualquer tentativa de declarar a doença como “vírus chinês” e insistir em uma narrativa de que Pequim estava colaborando.

Mas a OMS acabou sendo acusada de “fraca” diante do poder chinês e de ter demorado para declarar a emergência global, além de colaborar para abafar a crise. Tedros rejeita a tese, insistindo em seus documentos que a emergência foi anunciada no dia 30 de janeiro, quando menos de cem casos da doença tinham sido registrados fora da China.

Mas, nos bastidores, mesmo ele admite que a reforma precisa ocorrer. Tedros também insiste que, se o mundo quer evitar novas pandemia no futuro, terá de modificar as leis da OMS e mesmo a compreensão de “emergência global”.

Acesso – Um dos pontos centrais presentes em todas as três propostas é a capacidade de a OMS, em futuras pandemias, de ter um acesso mais rápido aos locais identificados como origem do vírus. No texto chileno, a proposta é de que uma espécie de comitê seja criado para avaliar se o governo envolvido está garantindo um acesso adequado ao local do surto ou se tem criado obstáculos.

Na proposta europeia, a linha é mais clara e Paris e Berlim insistem que a OMS deve ganhar poderes para realizar investigações “imediatas” sobre um surto. No caso da covid-19, Pequim vou semanas para autorizar a primeira missão da OMS. Durante a reunião, o governo americano pressionou a China para que se abra para uma missão da agência que, até hoje, não pode entrar no país. A viagem tem como objetivo avaliar e investigar a origem do vírus. Numa referência aos chineses, Washington alertou que o avanço tecnológico no mundo não conseguiu ter um impacto diante da falta de transparência de um dos países.

A OMS de fato admitiu que vem negociando com Pequim o envio de uma missão desde fevereiro e que, só agora, submeteu uma lista dos especialistas que farão parte da visita. A China, porém, ainda não deu um sinal verde para a lista. Para os EUA, tal situação prova a necessidade de uma reforma da agência mundial. “Vamos continuar a promover reformas para promover maior transparência”, disse um representante da delegação americana.

A Casa Branca confirmou que circulou uma proposta aos membros do G7 neste sentido e destacou que o momento é o de reunir as ideias de europeus, chilenos e seu próprio pacote. “Todos temos o mesmo objetivo: reformar a OMS, vencer o vírus e evitar novas pandemias”, declarou.

Declaração de emergência  –  Outro ponto que une as propostas é a ideia de que o atual modelo de declaração de emergência global não funciona. Hoje, o que existe é um mecanismo que prevê apenas dois cenários: uma emergência ou não.

Já no ano passado, governos africanos apontaram para a necessidade de que houvesse um mecanismo de graduação, chamado por Tedros de “semáforo”. Assim, a OMS poderia alertar ao mundo que uma crise estaria entrando em seu “nível amarelo”, com as medidas cabíveis de controle. Não haveria a necessidade, portanto, de declarar uma emergência completa, o que exigiria que todas as condições fossem cumpridas.

Avaliação da resposta dos governos –  Em uma década, a OMS declarou cinco emergências globais. Mas as leis não estabelecem nenhum tipo de mecanismo para punir países que não cumpram as orientações da organização. Não por acaso, a agência acredita que chegou o momento de que as leis também estipulem mecanismos para forçar ou pelo menos constranger governos a agir. Quando a OMS passou a ser acusada de ter reagido de maneira lenta, ela contra-atacou apontando que, mesmo depois de ter declarado a emergência, dezenas de governos e líderes não deram ouvidos.

Agora, o Chile sugere que uma sabatina seja realizada com governos de forma regular para avaliar a capacidade de cada um deles em responder a uma crise sanitária. Algo parecido também é sugerido pelos europeus e mesmo o governo americano abre uma brecha para que se dê poderes à OMS avaliar se um país está cumprindo as recomendações internacionais.

Mais Dinheiro Há, porém, um outro aspecto que divide os países: dinheiro. Para europeus e chilenos, a OMS precisa contar com mais recursos, uma avaliação que também já apareceu em auditorias internas da entidade. Hoje, Tedros insiste que os recursos que dispõe são inferiores ao orçamento de um hospital de médio porte nos EUA. De acordo com fontes do governo brasileiro, Paris e Berlim insistem que a reforma terá de passar por um aumento substancial dos recursos enviados para a OMS se o mundo quiser evitar uma nova pandemia.

No caso da proposta americana, existem apenas indicações de uma “reforma orçamentária”, mas sem a promessa de mais dinheiro. Outro obstáculo, porém, é político. Apesar dos vários pontos em comum entre as três propostas, o que existe é uma forte disputa política sobre quem vai liderar o processo. Berlim, irritada com o governo Trump, insistiu que não via como a negociação poderia ser conduzida por Washington, enquanto a Casa Branca atacava a OMS, cortava seus recursos e insultava sua direção. Dentro da OMS, a percepção é de que, a partir de novembro, o cenário político pode ficar mais claro diante do resultado das eleições americanas.

Tags: BrasilOMSReformaTrump
Notícia Anterior

Tensão cresce no Cáucaso após ataque contra segunda maior cidade do Azerbaijão

Próxima Notícia

Johnson diz que disparada de casos de covid-19 confirma previsões

Notícias Relacionadas

Memorial JK guarda acervo do presidente que decidiu criar a nova capital, Brasília
Brasil

Brasília: arte e história além da política

6 de maio de 2026
Brasil

Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE na indústria sustentável e transição energética

5 de maio de 2026
Brasil

Estão abertas as inscrições para a Bolsa MEXT de Pesquisa

4 de maio de 2026
Próxima Notícia

Johnson diz que disparada de casos de covid-19 confirma previsões

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade taxa de passaporte -

A medida foi divulgada nesta terça-feira (05), em comunicado do Itamaraty

A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info
Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em mine Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em minerais críticos -

Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/brasil-e-reino-unido-avancam-na-cooperacao-em-minerais-criticos/

#Apex #Brasil #Cooperação #críticos #exportações #LaudemirMuller #minerais #reinounido #SarahClegg
Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE na indústria sustentável e transição energética -

Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

Um dos principais pontos da agenda foi a visita ao SENAI Cimatec, em Salvador, considerado um dos mais avançados centros de inovação industrial...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/bahia-se-posiciona-como-parceira-estrategica-da-ue-na-industria-sustentavel-e-transicao-energetica/

#Bahia #delegação #energia #Europeia #Indústria #MERCOSUL #UE #União
‘Era necessária’: embaixador lamenta impacto e apo ‘Era necessária’: embaixador lamenta impacto e aponta vantagens na nova lei de cidadania -

Diplomata diz que reforma da cidadania italiana era necessária e aponta vantagens

O embaixador Alessandro Cortese comentou a nova lei da cidadania italiana durante entrevista ao JR Entrevista, da TV Record, na última sexta-feira (30). Ele abordou a decisão da Corte Constitucional relacionada ao decreto-lei nº 36/2025, convertido na lei nº 74/2025, e destacou pontos que, segundo ele, podem beneficiar ítalo-descendentes.

Ao tratar da validade da norma, o embaixador afirmou que a legislação já está em vigor.

“A verdade é que a Corte Suprema Italiana já tem uma decisão. Disse que tudo era legítimo, tudo é correto. Então a lei, a nova lei sobre a cidadania é operante agora, em vigor”, disse em entrevista.

Ele também mencionou ...

Link completo da matéria:

https://embassynews.info/era-necessaria-embaixador-lamenta-impacto-e-aponta-vantagens-na-nova-lei-de-cidadania

#AlessandroCortese #cidadania #Embaixador #impacto #iTália #Lei #necessária #vantgens
A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
Acompanhe.
Post do Instagram 17993623085937448 Post do Instagram 17993623085937448
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In