Planejar bem o ambiente de trabalho pode trazer benefícios que vão além da beleza e estética do espaço, saúde física e mental do usuário, graças ao conforto, à praticidade e, principalmente, à funcionalidade

Muitos são seus trabalhos espalhados pelo país, como na Embaixada Americana, nas sedes do Banco Mundial e dos cartões Visa e Mastercard, Centrus do Banco Central, Microsoft, Ibmec e TRK Imóveis, além de diversos escritórios de advocacia.



O arquiteto explica que fazer um estudo bem planejado, que atinja níveis ideais de ventilação e luminosidade, aliado à ergonomia está entre os cuidados na hora de pensar em um ambiente de trabalho. Segundo ele, “essas medidas favorecem não somente o trabalhador, que terá mais prazer em seu ambiente de trabalho, mas também ao empregador, que notará um aumento considerável na produtividade de sua equipe”.
Espaço de convivência – Uma das preocupações do arquiteto é com as áreas de convivência no espaço corporativo, como cafés, espaço de descanso e jogos. São espaços onde os funcionários podem relaxar ou ter uma conversa informal para depois renderem mais. Ou seja, além do conforto individual de cada trabalhador – para que não venha adquirir doenças como LER (Lesões por Esforços Repetitivos) ou as da coluna, do pescoço, de circulação, dos olhos e o cansaço por ficar em posição inadequada. “O local de trabalho é onde passamos a maior parte do dia. Precisa ser agradável”, comenta.
Sérgio Borges trabalha levando em conta as expectativas e orçamento dos clientes, ou seja, uma Embaixada pode querer aumentar ou diminuir suas instalações e é nesse sentido que o projeto vai se realizar. O arquiteto gosta de colocar cimento, vidro, alumínio e madeira, utilizar materiais nacionais ou importados, mas sempre de qualidade. O atendimento pode ser feito no amplo escritório no Lago Sul ou direto onde o interessado tenha disponibilidade, em português ou inglês, o que facilita a vida de quem deseja contar com as obras deste profissional – com pouca idade, mas muita experiência.
Em uma das feiras internacionais visitadas, por exemplo, Sérgio viu estações de trabalho com a possibilidade de subir o tampo, ou seja, a pessoa está trabalhando sentada, aperta um botão – ele sobe – e consegue trabalhar em pé no computador. “Uma tendência que tenho observado muito na Europa é que as empresas estão migrando para esse tipo de solução, de mobiliário, justamente para melhorar a saúde dos trabalhadores”, observa o arquiteto, lembrando que há até cadeiras com sistema integrado de bicicletas. São feiras que discutem o espaço corporativo como um todo.
Embaixadas – Nas sedes diplomáticas, por exemplo, que geralmente preservam a cultura arquitetônica do país de origem, a equipe do arquiteto pesquisa os traços marcantes daquela cultura para absorver e refletir em um projeto. “Um espaço corporativo deve ter muito a haver com a finalidade daquela empresa ou instituição. Defendo que quando o leigo entre naquele escritório, consiga identificar o que aquele pessoal faz”, comenta o arquiteto. Sobre obras de instituições internacionais a serem executadas no Brasil, ele exemplifica que um projeto feito em Londres, às vezes exige materiais que não existem no nosso país, ou que lá é mais em conta e aqui é muito caro, aí é feito “a tropicalização do projeto, levando em conta os materiais e o nosso clima, quente e seco”.
SERVIÇO: SKBorges Arquitetura Corporativa – Contatos pelo site www.skborges.com.br ou telefone 55-61-3051-9065





