• Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato
quinta-feira, 7 maio , 2026
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Embassy Agência de Notícias
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish
Home Artigos

Nos recuperamos melhor juntos, e Taiwan pode ajudar

por Liz Elaine
3 de setembro de 2020
em Artigos, Destaque 3
Tempo de Leitura: 5 mins
A A

Em 2020, o mundo tem sido afetado por uma crise de saúde pública sem precedentes, com os efeitos da covid-19 causando impactos em todos os aspectos das vidas das pessoas. Este ano também marca o 75º aniversário da assinatura da Carta das Nações Unidas, a declaração da missão que está no coração do multilateralismo inclusivo de que o mundo tanto precisa no atual momento. Agora, mais do que nunca, a comunidade global deve fazer um esforço conjunto para forjar um futuro melhor e mais sustentável defendido pela ONU e seus Estados-Membros. Taiwan está pronta, disposta e capaz de fazer parte desses esforços.

Com menos de 500 casos confirmados e sete mortes, Taiwan desafiou as previsões e conteve a covid-19 com sucesso. Conseguimos isso sem bloqueios: as escolas só fecharam por duas semanas em fevereiro. Os jogos de beisebol também recomeçaram em abril. Inicialmente, cartazes de papelão representavam a multidão, mas, em meados de julho, os jogos estavam de volta a todo vapor, com a presença de até 10 mil espectadores. Isso tudo aconteceu em grande parte devido às medidas de resposta rápida em Taiwan, incluindo o estabelecimento de um Centro de Comando de Epidemias, a implementação de controles de fronteira rigorosos e procedimentos de quarentena e compartilhamento transparente de informações.

Também agimos rapidamente para garantir um estoque adequado de suprimentos médicos para nosso sistema de saúde a nível mundial. E, depois de nos certificarmos de que tínhamos suprimentos suficientes para cuidar de nosso próprio povo, começamos a fornecer equipamentos médicos e suprimentos para outros países com graves necessidades.

Até o final de junho, Taiwan já havia doado 51 milhões de máscaras cirúrgicas, 1,16 milhão de máscaras N95, 600 mil batas de isolamento, 35 mil termômetros e outros materiais médicos para mais de 80 países, incluindo os Estados Unidos, aliados diplomáticos de Taiwan e nações europeias. Também unimos forças com democracias com ideias semelhantes para explorar o desenvolvimento de kits de teste rápido, medicamentos e vacinas. Trabalhar juntos para um bem maior é como o mundo derrotará a covid-19.

Na Declaração sobre a Comemoração do 75º Aniversário das Nações Unidas, governos e chefes de Estado reconhecem que só trabalhando juntos em solidariedade podemos acabar com a pandemia e enfrentar de forma eficaz suas consequências. Assim, eles se comprometem a tornar a ONU mais inclusiva e a não deixar ninguém para trás enquanto o mundo busca se recuperar da pandemia.

Similarmente, em discursos feitos no âmbito do Segmento de Alto Nível do Conselho Econômico e Social da ONU sobre “Multilateralismo após covid-19: de que tipo de ONU precisamos no 75º aniversário?” em julho, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o multilateralismo em rede, inclusivo e eficaz, ajudaria os esforços globais para promover a recuperação e a implementação contínua dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Concordamos totalmente com essa afirmação. No entanto, essa afirmação torna-se uma falácia quando se trata de Taiwan, um dos modelos de democracias para o mundo e uma história de sucesso na contenção da pandemia atual, que continua sendo impedida de participar e trocar experiências e informações com o sistema das Nações Unidas. Mesmo que a pandemia tenha tornado a comunidade internacional plenamente ciente da exclusão injusta e discriminatória de Taiwan da Organização Mundial da Saúde e do sistema das Nações Unidas, a República Popular da China (RPC) continua a pressionar a ONU a usar uma interpretação errônea da Resolução 27158 (XXVI) da Assembleia Geral das Nações Unidas de 1971 como base jurídica para bloquear Taiwan. O fato é que esta resolução não aborda a questão da representação de Taiwan na ONU, nem afirma que Taiwan faz parte da RPC. Na verdade, Taiwan não é, nem nunca foi, parte da RPC.

Nosso Presidente e Legislatura são eleitos diretamente pelo povo de Taiwan. Além disso, os controles de fronteira instituídos durante a pandemia oferecem mais evidências para combater as falsas alegações da RPC. A ONU deve reconhecer que apenas o governo democraticamente eleito de Taiwan pode representar seus 23,5 milhões de habitantes; a RPC não tem o direito de falar em nome de Taiwan.

Não ter a contribuição de Taiwan na ONU é uma perda para a comunidade global e dificultará os esforços dos Estados-Membros para recuperar a normalidade e implementar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável por completo e no prazo. Baseando-se em seu excelente trabalho com os ODS, Taiwan pode ajudar os países a se recuperarem melhor dos problemas causados pela pandemia.

Nossa economia tem se mostrado resiliente: o Banco de Desenvolvimento Asiático previu que o desempenho econômico de Taiwan em 2020 seria o melhor entre os Quatro Tigres Asiáticos, o único a mostrar um crescimento positivo. Além disso, muitos dos nossos indicadores de ODS, incluindo igualdade de gênero, crescimento econômico, água potável e saneamento, desigualdade reduzida, e boa saúde e bem-estar, alcançaram níveis comparáveis aos dos países da OCDE.

Nossos esforços contínuos para implementar os ODS, juntamente com nossa resposta comprovada à pandemia, colocaram Taiwan em uma posição muito melhor do que a maioria para ajudar a comunidade global a enfrentar os desafios contínuos que a humanidade enfrenta. Na verdade, Taiwan há muito tempo ajuda seus países parceiros na África, Ásia, Caribe, América Latina e Pacífico com seus objetivos de desenvolvimento em áreas como energia limpa, gestão de resíduos e prevenção de desastres. Portanto, nós já fornecemos ajuda a muitos, mas poderíamos fazer muito mais se tivéssemos a chance de participar das atividades, reuniões e mecanismos da ONU.

Infelizmente, os 23,5 milhões de habitantes de Taiwan não têm qualquer acesso às instalações da ONU. Jornalistas e meios de comunicação taiwaneses também não têm credenciais para cobrir reuniões da ONU. Esta política discriminatória decorre de reivindicações ilícitas e pressões de um estado autoritário e viola o princípio da universalidade e igualdade sobre o qual a ONU foi fundada. “Determinamos nós, os povos das Nações Unidas… a reafirmar a fé nos direitos humanos fundamentais… [e] os direitos iguais de homens e mulheres e de nações grandes e pequenas “, assim começa a Carta das Nações Unidas.

O ideal de defesa dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todos exposto neste texto não deve permanecer como uma palavra vazia. Ao olhar para os próximos 75 anos, nunca é tarde para a ONU dar as boas-vindas à participação de Taiwan.

 *Jaushieh Joseph Wu é ministro das Relações Exteriores da República da China (Taiwan)

Tags: Covid-19Jaushieh Joseph WuONUTaiwan
Notícia Anterior

Presidente da China diz que povo chinês jamais concordará com quem tentar impor vontade ao país

Próxima Notícia

Incêndios na Sibéria causaram emissões recordes de CO2

Notícias Relacionadas

Artigos

A construção de Brasília não foi apenas um projeto de governo

21 de abril de 2026
Artigos

Brasília: 66 anos da capital onde o Brasil encontra o mundo

21 de abril de 2026
Artigos

O Suco de Uva brasileiro no Cenário Internacional: Ciência e Mercado

13 de abril de 2026
Próxima Notícia

Incêndios na Sibéria causaram emissões recordes de CO2

Tags

Acordo Alemanha argentina Azerbaijão Brasil Brasília Cazaquistão China comércio Cooperação Coronavírus Covid-19 Diplomacia eleições Embaixada Embaixador Embaixadora EMBAIXADORES Estados Unidos EUA Exposição França India Irã Israel Itamaraty iTália Japão Joe Biden MERCOSUL ministro ONU palestina pandemia Portugal presidente reino unido russia São Paulo Turismo Ucrânia UE UNIÃO EUROPEIA Vacina Venezuela

CONTATOS • Contacts

+55 61 999873033

contato@embassynews.info

SIGA-NOS • Follow Us

Sobre a embassy • About Us

A Embassy é um moderno e dinâmico veículo de comunicação e business, cujo objetivo é divulgar as ações/projetos das embaixadas e organismos internacionais, de comércio exterior, intercâmbios bilaterais, missões diplomáticas, turismo, tecnologia, cultura e ambientais. São ainda nosso foco de divulgação, iniciativas dos governos federais, estaduais e municipais de âmbito mundial.
Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#AbdollahNekounamGhadiri #ClaudioCajado #COMISSÃO #CREDN #Diplomacia #Embaixador #Exportação #Irã #LuizPhilippe #relações
Brasília: arte e história além da política - Em Brasília: arte e história além da política -

Em meio às discussões e debates da República, a capital do Brasil guarda obras de arte e uma arquitetura que lhe conferiram o título de patrimônio mundial da Unesco.

A Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, ocupa o cotidiano dos brasileiros no noticiário e nas decisões que influenciam a vida da população. Mas são esses endereços também obra de arte e de arquitetura de uma cidade que respira história, cultura e oferece lazer mesmo em meio a tantas negociações políticas.

Construir uma capital no Centro-Oeste brasileiro foi uma insistência do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960), que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ele, porém, recomendou que o plano urbanístico fosse feito por outro profissional e se ocupou, ent�...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#Arte #AthosBulcão #Brasília #capital #Ceschiatti #LúcioCosta #Memorial #obras #OscarNiemeyer #Palácio #patrimônio #Planalto #política #RobertoBurleMarx #Unesco
Bahrein destina áreas para produção agrícola no Br Bahrein destina áreas para produção agrícola no Brasil -

Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein alocou 12 lotes para agricultores de Buri (SP) como parte de estratégia para aumentar segurança alimentar do país.

O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

A ação se insere em uma estratégia maior que tem como fim também expandir a capacidade agrícola sustentável, aumentar a produção local e melhorar a eficiência no setor no Bahrein. Recentemente o Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura alocou outros seis lotes, em um tot...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#Agricultura #Bahrein #Buri #ministério #Produção
Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade taxa de passaporte -

A medida foi divulgada nesta terça-feira (05), em comunicado do Itamaraty

A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info
Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em mine Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em minerais críticos -

Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/brasil-e-reino-unido-avancam-na-cooperacao-em-minerais-criticos/

#Apex #Brasil #Cooperação #críticos #exportações #LaudemirMuller #minerais #reinounido #SarahClegg
Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE na indústria sustentável e transição energética -

Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

Um dos principais pontos da agenda foi a visita ao SENAI Cimatec, em Salvador, considerado um dos mais avançados centros de inovação industrial...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/bahia-se-posiciona-como-parceira-estrategica-da-ue-na-industria-sustentavel-e-transicao-energetica/

#Bahia #delegação #energia #Europeia #Indústria #MERCOSUL #UE #União
Seguir no Instagram
  • Inicial
  • Revista Embassy
  • Contato

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Eventos
  • Agenda
  • Entrevistas
  • Artigos
  • Comércio Exterior
  • Turismo
  • Mundo
  • Brasil
  • Enogastronomia
  • Cultura
  • Diplomacia
EnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

© 2026 Embassy - Agência de Notícias - Desenvolvido por:Iuppa Digital.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In