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Geórgia: país de cultura peculiar em festa na data nacional

por Raquel Pires
26 de maio de 2019
em Entrevistas
Tempo de Leitura: 9 mins
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O Embaixador da Géorgia, David Solomonia

O Embaixador da Géorgia, David Solomonia

Após a Revolução Russa de 1917, a Geórgia declarou sua independência em 26 de maio de 1918, no meio da Guerra Civil Russa. O país que faz limite com a Rússia a norte e a leste, a sul com a Turquia e a Arménia, a leste e a sul com o Azerbaijão e a oeste com o mar Negro, é  o único no mundo a ter a língua georgiana como oficial e onde os direitos humanos e a justiça são bastante protegidos.  Apesar de ocupar um pequeno território, apenas 69.700 km², não impede a Geórgia de ser um dos principais destinos turísticos da Europa. Por ano, o número de turistas excede o número da população georgiana que tem como sua capital a cidade de Tbilisi

Em entrevista exclusiva para a revista Embassy, o embaixador da Geórgia no Brasil, David Solomonia, fala da importância da data nacional, do interesse em tornar o país em um destino de férias para os brasileiros, de se manter laços estreitos com o Brasil tanto no campo econômico como político e de nomear cônsules honorários em São Paulo e Rio de Janeiro. O diplomata lembra que a Geórgia é considerada o berço do vinho, além de ser único e muito original em termos de preparação e fermentação, o vinho georgiano é de alta qualidade.

Solomomia, que está no Brasil desde julho de 2017, garante que a  igualdade de genêros é uma das maiores prioridades da Geórgia com o Estado. “Provavelmente a Geórgia foi o único país onde uma rainha foi chamada de Rei, devido sua força e poder”, relata o embaixador que adora o ar fresco e o trânsito tranquilo de Brasília. Veja a seguir a entrevista completa.

Embassy – Nessa data especial, o que mais os Georgianos têm a comemorar?

David Solomonia – 26 de maio é o dia da Independência da Geórgia. Portanto, é um dos mais importantes dias para o nosso país como um estado independente. Foi exatamente há 101 anos, quando o conselho nacional adotou o ato da Independência e fundou a primeira República Democrática da Geórgia e desse jeito  estabeleceu o estado georgiano moderno e contemporâneo.

Embassy – Como o senhor poderia descrever resumidamente o seu país?

David Solomonia – Em poucas palavras, posso dizer que a Geórgia é um sonho realizado. Apesar de sua idade, um pouco mais do que 100 anos como uma república, a Geórgia é um país antigo, cujas raízes remontam à época de antes de Cristo. Portanto, ao longo dos milênios, nosso país contribuiu muito para a civilização mundial. A Geórgia é um país onde os direitos humanos e a justiça são protegidos e baseados na democracia institucional. Por outro lado, o país tem uma economia livre e funciona como um hub (eixo), o que o torna mais atrativo comercial e economicamente. Além disso, seu pequeno tamanho não interrompe a Geórgia de ser um dos principais destinos turísticos da Europa. Considerando o seu desenvolvimento de infraestrutura e com as quatro estações bem definidas, a Geórgia recebe fluxos turísticos no inverno, primavera, verão e no outono. Como resultado disso, por ano, o número de turistas na Geórgia excede o número da população do país.

Embassy – Em quais setores o país tem avançado, mais produtivo?

David Solomonia – A Geórgia é considerada o berço do vinho, pois, de acordo com escavações arqueológicas, foi em nosso território atual, que a humanidade começou a produzir o vinho. Portanto, a vinicultura na Geórgia é uma das indústrias mais desenvolvidas. Além de ser uma parte da Europa, a Geórgia representa um corredor entre a Europa e a Ásia. Por isso a Geórgia é um ponto central para comércio, transporte e comunicação. Com suas leis domésticas, vários regimes comerciais com número de blocos e grandes países, bem como com regulamentações favoráveis aos negócios, ambiente econômico e financeiro não corrupto, a Geórgia oferece aos investidores tarifas baixas e um espaço atraente para a operação. Por outro lado, o país se desenvolveu na área da agricultura e turismo e deu um grande passo em direção à inovação. Falando sobre desafios contemporâneos, podemos dizer que na área de energia a Geórgia deu passos significativos no desenvolvimento de estações de energia solar, hídrica e eólica.

Embassy  – O Brasil e a Geórgia completam 26 anos de relações diplomáticas. Quais são os acordos e projetos importantes em vigor?

David Solomonia – É uma data muito importante que celebra uma relação baseada em valores comuns. Esta data também foi comemorada em Tbilisi, na Geórgia. Durante este período nossa cooperação se transformou em parceria estratégica. Conseguimos aumentar significativamente o comércio bilateral e promover a variedade de produtos que são produzidos em nossos países.  Intercambiamos visitas oficiais de alto nível, destacando as visitas dos Ministros das Relações Exteriores de ambos países. Desta forma, criamos uma fundação sólida para intensificar futuras cooperações baseadas nos acordos que assinamos nos campos da política, turismo, cooperação técnica, etc. Valorizamos muito a cooperação parlamentar, porque os parlamentares são os representantes diretos do povo. Nessa direção, gostaria de destacar o intercâmbio de visitas entre as delegações parlamentares da Geórgia e do Brasil.

Embassy – Em que áreas a Geórgia tem interesse no Brasil?

David Solomonia – Considerando o papel do Brasil no mundo, a Geórgia tem interesse em manter laços estreitos com o Brasil, seja no campo econômico ou político. Enquanto nossa cooperação política está se desenvolvendo positivamente, precisamos promover nossas relações econômicas e, nesse sentido, temos que diversificar os aspectos da cooperação no campo econômico.  Como resultado da frutífera cooperação econômica, traria a primeira tentativa de importação do vinho georgiano para o mercado brasileiro.  Ao mesmo tempo, estamos trabalhando intensivamente para aumentar a presença da produção de vinho georgiana no brasil. Além disso, devido à grande demanda por fertilizantes, estamos também interessados em trazer o fertilizante georgiano para o Brasil. Por outro lado, graças ao sistema de isenção de vistos entre os nossos países, e a experiência da Geórgia em resorts de inverno, há o interesse em tornar o país em um destino de férias para os brasileiros. Neste aspecto, pretendemos conectar agências de turismo georgianas e brasileiras, que irão impactar positivamente no número de turistas brasileiros e aumentar o fluxo de visitantes.

Embassy –   Quais as maiores dificuldades hoje do país?

David Solomonia – O grande desafio da Geórgia hoje é a ocupação de 20% de seu território pela Rússia. Embora a lei internacional não seja respeitada, a Rússia não respeita as responsabilidades que possui, seguindo os princípios internacionalmente reconhecidos, no que diz respeito sobre a integridade territorial e soberania dos países. Simultaneamente com estes problemas, estamos enfrentando a violação muito grosseira dos direitos humanos nas regiões ocupadas. Em nosso entendimento, os conflitos precisam ser resolvidos de forma pacífica e devem ter como objetivo a reconciliação da população. Assim, esta é a posição claramente declarada do governo da Geórgia. Em geral, a história nos ensinou que toda ocupação termina com a desocupação e não tenho dúvidas de que, no nosso caso, a história dirá sua verdade.

Embassy – Qual é a expectativa para os próximos três anos?

David Solomonia   – Apesar do fato de que a Geórgia e o Brasil têm uma relação muito boa, tanto em nível bilateral quanto multilateral, acredito que há um imenso potencial a ser descoberto. No início deste ano, houve a visita da Delegação da Apex, para avaliar as perspectivas de cooperação comercial e possíveis investimentos entre nossos países. Com este tipo de iniciativas, planejamos pelo menos dobrar o comércio bilateral entre nossos países. Por outro lado, para desenvolver a cooperação setorial e municipal, planejamos formar a parceria/amizade entre cidades dos dois países. Também temos interesse em estabelecer institutos de cônsuls honorários em São Paulo e Rio de Janeiro. Em termos gerais, a fim de aumentar a conscientização sobre a Geórgia entre a população brasileira, pretendemos organizar uma variedade de atividades, incluindo dias culturais, nos quais demonstraremos as oportunidades que a Geórgia oferece ao grande público interessado.

 

Embassy – Há empresas Georgianas que querem investir no Brasil?

 

David Solomonia Basicamente, estamos trabalhando para atrair mais empresas brasileiras para investir na Geórgia, em diversos setores, incluindo infraestrutura e construção. Apesar disso há um grande interesse do setor bancário georgiano em desenvolver cooperação com o sistema bancário brasileiro. Considerando o caráter avançado do nosso sistema bancário, expressamos prontidão em compartilhar experiências com nossas contrapartes brasileiras.

 

Embassy – Quais são os produtos que o Brasil importa da Geórgia quais a Geórgia importa do Brasil? Quanto, em média, por ano, movimenta-se com os negócios e comércio bilateral?

 

David Solomonia – Nosso comércio baseia-se principalmente em produtos diários, como café, açúcar e carne brasileiros e a exportação de soluções químicas para o Brasil. Mas além do comércio bilateral, com seus regimes econômicos e simplicidade de burocracia interna na área de logística, a Geórgia pode oferecer ao Brasil o caminho para diversificar suas rotas comerciais para o leste ou vice-versa.

 

Embassy – Poucos sabem, mas a Geórgia produz vinho e tem um método tradicional de produção que é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O vinho georgiano é de qualidade?

David Solomonia – A Geórgia é considerada o berço do vinho. A própria palavra vinho tem origem georgiana. É válido apontar que a Geórgia tem mais de 500 espécies originais de uva. Qvevri é um vaso enterrado no solo para fazer, envelhecer e armazenar vinho. O processo de vinificação envolve pressionar as uvas e depois despejar o suco, as cascas, os caules e as sementes no Qvevri, que é selado e enterrado no solo para que o vinho possa fermentar de cinco a seis meses antes de ser bebido. Graças à singularidade e importância para a civilização mundial, o modo georgiano de produção de vinho foi inscrito pela UNESCO na lista do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.  Além de ser único e muito original em termos de preparação e fermentação, o vinho georgiano é de alta qualidade.

Embassy –  Existe um alfabeto único em seu país, com três formas de escrita. Como isso funciona?

David Solomonia –  O alfabeto georgiano é um dos 14 alfabetos existentes no mundo. A escrita georgiana passou por uma longa evolução e respondendo aos desafios de diferentes épocas, formou-se como uma unidade de três sistemas de escrita, cada uma com características independentes, distinções culturais e funções sociais. As três variedades do alfabeto foram desenvolvidas em diferentes estágios e ainda são praticadas. Em 2015, o dossiê de candidatura de “Cultura Viva dos Três Sistemas de Escrita do Alfabeto da Geórgia” foi submetido à UNESCO pelo Governo da Geórgia. Em 2016, o elemento foi inscrito na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Embassy – Qual a situação da igualdade de genêro e direito das mulheres na Geórgia?

David Solomonia – A igualdade de genêros é uma das maiores prioridades da Geórgia com o Estado. Provavelmente a Geórgia foi o único país onde uma rainha foi chamada de Rei, devido sua força e poder. Estou falando da Rainha Tamar que está relacionada à Era de Ouro da Geórgia. Além deste fato histórico, se pode encontrar os princípios de igualdade na literatura e cultura georgianas que contam apenas uma coisa, que a igualdade de gênero deriva de nosso DNA. A igualdade de gênero é protegida pelo Estado de acordo com as regras e a lei, que funcionam em harmonia com os princípios e padrões internacionalmente reconhecidos. Falando nisso, gostaria de mencionar que o potencial das mulheres deve ser utilizado apropriadamente.

Embassy –  Qual o maior legado que o senhor pretende deixar a frente da embaixada?

David Solomonia – Minha maior meta é que em três anos as relações estejam mais profundas e conectadas em diversas áreas. Que os números de visitantes cresçam, o comércio bilateral seja mais avançado o  que só trará efeito positivo à nossas relações. Para ser curto, eu diria que gostaria de ver mais Geórgia no Brasil e mais Brasil na Geórgia. Tudo isso irá lançar o caminho para mais parcerias no futuro.

Tags: CulturaData NacionalEmbaixadorEntrevistaGéorgia
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