
O novo equipamento enviará imagens para verificar desmatamentos, desastres naturais e a expansão da agricultura e das cidades.
Previsto para ser lançado em 2019, em Taiyuan, a produção do satélite para sensoriamento remoto, o Cbers-4A, é fruto de parceria entre Brasil e China, que, pelo Programa Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers), já possibilitou o lançamento de 5 equipamentos. O sexto satélite está em fase de testes e terá um custo de cerca de R$ 120 milhões para cada país. A iniciativa faz parte das comemorações do 30º Aniversário da Cooperação Espacial entre o Brasil e a China e foi anunciada com presença do governo chinês e por autoridades do setor aeroespacial brasileiro nessa quarta-feira (29), na Embaixada da China, em Brasília.

Por meio do programa foi possível desenvolver um sistema completo de sensoriamento remoto (espacial e terrestre) para fornecimento de imagens gratuitas a ambos os países e a mais de 20 nações da América do Sul, do sul da África e do Sudeste Asiático. O material já foi encaminhado para mais de 20 mil instituições brasileiras, incluindo universidades.
Coordenado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e pela Administração Nacional Espacial da China, o programa permitiu o desenvolvimento de um sistema completo de sensoriamento remoto (espacial e terrestre) para fornecimento de imagens gratuitas a ambos os países e a mais de 20 nações da América do Sul, do sul da África e do Sudeste Asiático.

Cooperação – Um dos pontos mais importantes do programa Cbers é a distribuição das imagens geradas pelos satélites, cobrindo as áreas ambiental e agrícola, e beneficiando não somente os estudantes universitários, mas toda a comunidade acadêmica. A distribuição das imagens é gratuita e, hoje, mais de 20 mil instituições brasileiras já receberam o material. A cooperação entre Brasil e China é apenas uma parte do ambicioso programa espacial que vem sendo executado pela China. Nos próximos 20 anos, o país pretende enviar um homem à lua e uma sonda a Marte. Esta sonda, segundo o plano espacial chinês, deve retornar à Terra com amostra do solo de Marte para pesquisas.

Fonte: Portal Agência Brasil/ EBC











