Em Brasília, para comemorar a data, o embaixador Luis Aparicio promove degustação do produto comercializado em diferentes países
No Dia Nacional do Café Pacamara, a embaixada de El Salvador em Brasília sediou, na sexta-feira (27), uma degustação direcionada à comunidade internacional residente na capital brasileira, com o propósito de promover a riqueza cultural e a identidade cafeeira do país. Em seu discurso, o embaixador de El Salvador no Brasil, Luis Aparicio, destacou o simbolismo do café como elemento de conexão entre os povos. “Hoje não é uma tarde qualquer. Convidamos todos a fazer uma pausa e a se conectar por meio de algo que une profundamente o Brasil e El Salvador: o café”, disse.
Em sua fala, o diplomata afirmou ainda que o café vai além de uma simples bebida. “Para nós, o café é conversa, é hospitalidade, é o momento que abre portas e aproxima as pessoas”. Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de apreciar o café salvadorenho preparado por meio de três métodos: filtrado tradicional, V60 e prensa francesa, destacando assim as qualidades sensoriais e a versatilidade desta variedade emblemática. A degustação foi amplamente valorizada pelos participantes, que destacaram o sabor distintivo e a alta qualidade do café Pacamara, bem como a excelência no seu preparo.
O café Pacamara, variedade emblemática de El Salvador, é desenvolvido a partir do cruzamento entre as variedades Pacas, de origem salvadorenha, e Maragogipe, de origem brasileira — esta última descoberta no estado da Bahia e conhecida pelo tamanho excepcional de seus grãos —, o Pacamara apresenta perfil de sabor suave e equilibrado, com notas florais, toques frutados leves e acidez delicada.
O embaixador ressaltou que a combinação das duas variedades simboliza a relação entre os países. “Esse encontro representa uma ponte entre duas nações que vivem o café intensamente e o reconhecem como parte de sua cultura e identidade”, destacou.











