Pioneira Cosete Ramos homenageia “Jigme IV”, responsável pelo índice de Felicidade Interna Bruta (FIB)
No aniversário do Rei do Butão, Jigme Singya Wajnikrim IV, comemorado nesta terça-feira (11), Cosete Ramos – Presidente do Movimento Brasília Capital da Felicidade (Brasil), revela que o país foi o primeiro a ser considerado molde na questão da felicidade. Segundo ela, o monarca acreditava que o desenvolvimento de um país não deveria ser medido apenas pelo crescimento econômico, mas também e, acima de tudo, pelo bem-estar e a felicidade de seus cidadãos, incluindo fatores como preservação da cultura, a promoção da educação, a qualidade de vida e a sustentabilidade ambiental. Cosete se inspirou no rei ao criar o movimento que preside.
Convidada por um alto dirigente do país para fazer um vídeo em homenagem ao rei, Cosete afirma que Jigme Singya Wajnikrim IV é um tipo de líder altamente democrático. “Ele tem como princípio ouvir as pessoas que vivem no Butão. Foi assim, inclusive, que ele criou a FIB”, declarou a pioneira.
No século XXI, a felicidade se tornou uma pauta internacional. Como um sentimento individual, ela passou a ser um número, um índice que mede a riqueza das nações, batizado de Felicidade Interna Bruta (FIB). Tudo começou com o jovem rei do Butão, Jigme Singya Wajnikrim IV. Com 17 anos, em 1972, ele foi chamado a assumir o trono com a morte do seu pai. Para medir a riqueza do seu país, ele desenvolveu o índice.
Essa abordagem única, de acordo com Cosete, fez com que o Butão fosse reconhecido como a nação da felicidade. Inspirada pelo país, a Organização das Nações Unidas (ONU) passou a usar a FIB para avaliar esse sentimento em mais de 50 países.
“Jigme IV” refere-se ao Jigme Singye Wangchuck, o quarto rei do Butão, que reinou de 1972 a 2006. Ele é famoso por ter desenvolvido o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) como uma métrica para medir o bem-estar da nação e por ter abdicado do trono em favor de seu filho, Jigme Khesar Namgyel Wangchuck.





