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Pietro Lazzari: “Precisamos do Brasil para buscar soluções”

por Embassy News
17 de outubro de 2023
em Entrevistas
Tempo de Leitura: 7 mins
A A
Foto: Carlos Vieira/CB/DA Press. Embaixador da Suíça, Pietro Lazzeri.

Foto: Carlos Vieira/CB/DA Press. Embaixador da Suíça, Pietro Lazzeri.

Embaixador da Suíça considera que parceria vai muito além da cooperação comercial, tecnológica e da preservação ambiental. Ele avalia que os dois países, por não restringirem as interlocuções, têm capacidade para a construção da paz

Victor Correia – Correio Braziliense

O Brasil recebeu, em 4 de setembro, uma primeira doação da Suíça para o Fundo Amazônia, de R$ 30 milhões. O país, com histórico de neutralidade em conflitos e atuação discreta em relação aos grandes assuntos multilaterais, defende a agenda ambiental como prioritária para o mundo, assim como a busca da paz na Ucrânia e no Oriente Médio. Ao Correio, o embaixador da Suíça no Brasil, Pietro Lazzari, detalhou a importância da contribuição ao fundo e demais ações bilaterais entre os países, como a costura de um acerto sobre o mercado de carbono e a finalização do acordo de livre comércio entre o Efta (bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) e o Mercosul. Para o diplomata, Brasil e Suíça têm posições muito parecidas no cenário internacional, capazes de articular acordos e negociar soluções para os conflitos que surgem. Preocupa a Suíça, porém, a fragmentação cada vez maior das nações e o surgimento de mais e mais conflitos, como a guerra entre Israel e Palestina. A seguir, os principais pontos da entrevista.

A Suíça doou R$ 30 milhões para o Fundo Amazônia. Qual a importância dessa iniciativa?

A questão do meio ambiente e da sustentabilidade é uma das três pautas prioritárias da Suíça no Brasil: economia e comércio; inovação, ciência e tecnologia; e meio ambiente e sustentabilidade. A entrada da Suíça no Fundo Amazônia é coerente no marco das nossas relações com o Brasil. É uma primeira entrega de recursos, que já está aqui e pode ser usada imediatamente. É uma ferramenta importante, mas não é a única, porque temos uma agenda com várias ferramentas, mas faltava essa peça importante. Quando falo de outros instrumentos, é, por exemplo, no âmbito da água — temos um programa de água e saneamento regional, que o Brasil está dentro. A Suíça é parceira, também, do fundo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para bioeconomia, e de outros fundos. Para nós, é realmente coerente. Além disso, temos 120 projetos bilaterais de ONGs (organizações não-governamentais) e de empresas suíças que buscam o equilíbrio entre a proteção do meio ambiente e o desenvolvimento.

Em relação ao meio ambiente, também estamos debatendo no Congresso uma proposta para regulamentação. Como a Suíça vê esse esforço?

A Suíça é o primeiro país do mundo que tem acordos bilaterais sobre o artigo 6 do Acordo de Paris. Temos vários exemplos: com Peru, com Gana, com Chile. Acho que o Brasil, sendo o gigante verde, precisa de uma legislação para dar solidez e credibilidade ao seu mercado de carbono. Estamos observando com grande interesse o debate no Congresso e começamos as discussões com autoridades brasileiras para, talvez, avançar com um acordo sobre o mercado de carbono. Uma lei seria ainda mais importante para nos acompanhar e, sobretudo, poderia trazer mais interesse dos investidores.

O governo Lula se esforça para inserir o Brasil na discussão internacional sobre o meio ambiente. É um gesto importante para outros países?

Sendo o Brasil um gigante verde, em nível global, precisamos do Brasil para buscar soluções. O que acontece no Brasil tem impacto além das suas fronteiras, com 66% da Amazônia. O grande desafio, para todo mundo, é achar esse equilíbrio entre proteção e alternativas para esses 30 milhões de pessoas que moram lá. Além disso, há também outros biomas. Como país amigo, a nossa contribuição é achar soluções trazendo tecnologia limpa. O suíço é modesto, mas somos o país mais inovador do mundo há 13 anos. Como um país assim pode contribuir? O potencial é enorme, porque as novas tecnologias podem contribuir para a proteção da selva, mas também das atividades produtivas para os habitantes da floresta.

Como estão as relações comerciais com o Brasil?

Temos aqui mais ou menos 550 empresas, em todos os setores. O Brasil é país prioritário para nós na América Latina. E a Suíça está sempre entre os 10 maiores investidores no Brasil, mas podemos fazer mais. Por isso, que precisamos finalizar o acordo de livre comércio Efta-Mercosul. Estamos nos últimos passos. Em paralelo à finalização deste acordo, estamos promovendo essa agenda de desenvolvimento e sustentabilidade. No nosso país, assim como no Brasil, é importante fazer negócios, mas, também, respeitar os direitos humanos e o meio ambiente. Essas agendas podem ser paralelas. Entre a potência verde, a agropotência que é o Brasil, e a potência tecnológica e inovadora, que é a Suíça, tem uma grande história de amor.

O Brasil passa a ocupar também espaços importantes nos organismos multilaterais, como, por exemplo, a presidência do G20, ao final do ano. Isso pode estreitar parcerias

O mundo precisa de um Brasil ativo e engajado, que promova interesses e valores. No nosso caso, temos uma parceria com o Brasil há 200 anos. Temos vários âmbitos nos quais trabalhamos de médio a longo prazo. Agora, com o novo governo, tivemos várias visitas para fortalecer a nossa cooperação na área econômica e comercial. Estamos juntos no Conselho de Segurança (das Nações Unidas). No G20, a Suíça vai, tradicionalmente, participar de vários grupos de trabalho: finanças, comércio, saúde, inovação e pesquisa. E a COP 30, para nós, é um horizonte muito positivo. Esperamos, em janeiro, ter uma delegação importante do Brasil no Fórum Econômico Mundial e, também, o presidente Lula. Esse é um bom momento, porque o Brasil pode apresentar as prioridades do G20 frente a um público de empresários, políticos e da sociedade civil. E as montanhas suíças são fantásticas. Faz um pouco de frio, mas valem a pena. Nossa agenda é com Brasília e com muitos estados. Em um país continental, temos agendas com vários estados prioritários.

Quais?

Posso citar várias pautas que a gente tem com São Paulo, muito importante na área econômica e na de pesquisa. Na infraestrutura, por exemplo, vamos ter uma missão em Belém em pouco tempo e outra em Pernambuco. Tivemos agenda no Paraná. Acho importante ter um trabalho em nível local, até porque temos muitos suíços em todos os países.

Como a Suíça avalia o atual cenário mundial? Quais são as maiores preocupações?

A Suíça é um país no coração da Europa, que tem uma vocação internacional. Consideramos Genebra a capital multilateral da paz, a capital humanitária. Na nossa política exterior, temos várias prioridades, como a promoção da paz, dos direitos humanos, da abertura econômica e da redução da pobreza. Estamos, sim, preocupados com os conflitos, que estão aumentando; e com a migração — tem milhões de pessoas que estão fugindo, saindo de seus países. A mudança climática é uma evidência na Suíça, no Brasil, no Mediterrâneo, no Caribe. Se você olha todos esses problemas, têm uma coisa em comum: precisam de uma resposta coletiva. Em um mundo fragmentado, como é possível achar soluções? Suíça e Brasil têm uma coisa em comum, apesar das diferenças de tamanho: falamos com todo mundo e temos capacidade de articulação para construir a paz e achar soluções além do conflito. Não é fácil, é complicado. Por isso, temos que trabalhar juntos.

O que leva a esses novos conflitos?

Estamos em um momento da história da humanidade no qual parece difícil a busca da paz justamente porque estão se formando blocos. Por isso é que é importante se estabelecer pontes, e isso se faz com diálogo. Nossa neutralidade também está a serviço do restante do mundo, porque a neutralidade oferece a capacidade de falar com todo mundo. Não significa que seja fácil achar a paz, mas, pelo menos, tentamos.

Os países, até o momento, parecem falhar na busca por uma paz. Tem a guerra entre Rússia e Ucrânia e, agora, de Israel com o Hamas. É possível mediar esses conflitos? Têm conflitos com raízes profundas. Eu mesmo fui mediador, então conheço bem essa realidade. E tem conflitos novos. Não tem uma solução fácil. O que me parece essencial é o respeito ao direito internacional, primeiramente. Segundo: uma análise honesta das causas do conflito. E, terceiro: estabelecer grupos de países que têm boa vontade para achar soluções às guerras. É possível. É fácil? Não, mas não tem outro caminho. Todo conflito tem, ao final, uma negociação. Ninguém vai ter 100%, 90% (das demandas atendidas). Fala um diplomata que vem de um país que, agora, é pacífico, neutro, mas não é indiferente. Tivemos um passado também de guerra. Há 500, 600 anos, foi muito difícil, mas a gente aprendeu que, sem o compromisso da negociação, não é possível achar solução.

Tags: BrasilEFTAFundo AmazôniaPazPietro LazzariSuiça
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Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#AbdollahNekounamGhadiri #ClaudioCajado #COMISSÃO #CREDN #Diplomacia #Embaixador #Exportação #Irã #LuizPhilippe #relações
Brasília: arte e história além da política - Em Brasília: arte e história além da política -

Em meio às discussões e debates da República, a capital do Brasil guarda obras de arte e uma arquitetura que lhe conferiram o título de patrimônio mundial da Unesco.

A Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, ocupa o cotidiano dos brasileiros no noticiário e nas decisões que influenciam a vida da população. Mas são esses endereços também obra de arte e de arquitetura de uma cidade que respira história, cultura e oferece lazer mesmo em meio a tantas negociações políticas.

Construir uma capital no Centro-Oeste brasileiro foi uma insistência do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960), que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ele, porém, recomendou que o plano urbanístico fosse feito por outro profissional e se ocupou, ent�...

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#Arte #AthosBulcão #Brasília #capital #Ceschiatti #LúcioCosta #Memorial #obras #OscarNiemeyer #Palácio #patrimônio #Planalto #política #RobertoBurleMarx #Unesco
Bahrein destina áreas para produção agrícola no Br Bahrein destina áreas para produção agrícola no Brasil -

Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein alocou 12 lotes para agricultores de Buri (SP) como parte de estratégia para aumentar segurança alimentar do país.

O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

A ação se insere em uma estratégia maior que tem como fim também expandir a capacidade agrícola sustentável, aumentar a produção local e melhorar a eficiência no setor no Bahrein. Recentemente o Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura alocou outros seis lotes, em um tot...

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#Agricultura #Bahrein #Buri #ministério #Produção
Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade Brasileiros no exterior: Governo reduz pela metade taxa de passaporte -

A medida foi divulgada nesta terça-feira (05), em comunicado do Itamaraty

A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info
Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em mine Brasil e Reino Unido avançam na cooperação em minerais críticos -

Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/brasil-e-reino-unido-avancam-na-cooperacao-em-minerais-criticos/

#Apex #Brasil #Cooperação #críticos #exportações #LaudemirMuller #minerais #reinounido #SarahClegg
Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE Bahia se posiciona como parceira estratégica da UE na indústria sustentável e transição energética -

Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

Um dos principais pontos da agenda foi a visita ao SENAI Cimatec, em Salvador, considerado um dos mais avançados centros de inovação industrial...

🔗 Link Completo da Matéria:

https://embassynews.info/bahia-se-posiciona-como-parceira-estrategica-da-ue-na-industria-sustentavel-e-transicao-energetica/

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