
Súsan Faria /
Fotos Eliane Loin

O Gabão, país africano com cerca de 1.200.000 habitantes, rico em petróleo e ex-colônia da França, estabeleceu relações diplomáticas com o Brasil no final da década de 1960. Agora, estas relações devem ficar ainda mais próximas. Foi instituída, no dia 6 de abril, a SAGA-BR – Sociedade dos Amigos do Gabão, na residência do embaixador Jacques Moudoute-Bell e da embaixatriz Julie Pascale Moudoute-Bell, no Lago Sul. A intenção da nova entidade é fortalecer as relações entre os dois países, sobretudo em educação, agricultura, assistência social e economia, congregando profissionais de várias áreas. A SAGA já tem 135 associados e novas adesões estão sendo feitas.

Em seguida, o embaixador Moudoute-Bell prestou homenagem a todos que apoiam a embaixada e agradeceu especialmente o apoio recebido desde que chegou com sua mulher em Brasília, em outubro de 2015. O diplomata lembrou que o projeto de criar a entidade foi idealizado por uma pessoa que já não se encontra mais aqui, referindo-se a Palmerinda Donato, uma das pioneiras de Brasília, falecida em agosto do ano passado.



A primeira dama do DF, Márcia Rollemberg, sócia da entidade, disse que os países africanos abrem a ancestralidade que nos pertence e elogiou a recepção que o programa Embaixada de Portas abertas teve na embaixada do Gabão. O programa do Governo do Distrito Federal leva crianças das escolas públicas para conhecer países indo até às sedes diplomáticas sediadas em Brasília.

A diretora e editora da Revista Embassy Brasília, Liz Lobo, foi uma das homenageadas pela Embaixada do Gabão com entrega de um troféu.


Foram homenageados ainda os embaixadores Brazzaville Louis Sylan-Goma (e a embaixatriz Laurentine Goma), do Congo; ToufikDahmani, da Argélia (e a embaixatriz Khedidja); Boniface Vignon, do Benin; Wilfredo Obama Ela Mangue, da Guiné Equatorial; a embaixadora Diana Vanegas, de El Salvador; o encarregado de Negócios do Togo, Koffi Maxim e Assah e senhora. O embaixador da República dos Camarões, Martin Mbeng, fez o agradecimento em nome dos diplomatas homenageados.

Também foram agraciados com um troféu, a primeira dama do DF, Márcia Rollemberg; Palmerinda Donato (título póstumo), representada pelo filho Marco Donato; Christiani Leal Ferreira, Rita Pepitone, Meireluce Fernandes, Rita Ballock, Nazareth Tunholi, Lúcia Barbosa, Carmen Minuzzi, Katia Piva, Cosete Ramos, Alcione Menali, Letícia Barbosa, Graziela Santos e José Carlos Brito.





















