
Em seu discurso, o embaixador Bárcenas falou que o objetivo da iniciativa é valorizar a língua, a história e a cultura pré-colombiana, responsável pela evolução da pollera, a seu ver, um dos trajes mais “hermoso” do mundo. “Não queremos negar o passado porque graças a ele, à Espanha, somos o que somos hoje em dia como nação e como indivíduo”, afirmou o diplomata panamenho que se diz um defensor do traje típico que faz parte da tradição e da cultura herdadas daquele país.

Rolando Domingo, estudioso do folclore e da história do Panamá, fez uma exibição da roupa tradicional panamenha faz tanto sucesso que, desde 1961, ganhou uma data comemorativa, 22 de julho, ocasião em que se realiza o Festival Nacional de Pollera do Panamá. O traje exige adornos como gargantilhas, brincos, bracelete, um anel, pentes e cocar para o cabelo. A joalheria costuma ser feita em ouro ou prata folheada a ouro. No final, houve ainda uma apresentação de dança.





















