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Guiana: uma nova fronteira agrícola nas Américas

3 de setembro de 2025
em Artigos
Tempo de Leitura: 4 mins
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Embora o ponto de partida para o crescimento tenham sido os depósitos de petróleo e gás em alto mar, a Guiana está agora vivendo uma revolução na agricultura

Mohamed Irfaan Ali — presidente da República Cooperativa da Guiana; Zulfikar Mustapha — ministro da Agricultura da República Cooperativa da Guiana

Desde o próprio nome oficial, a República Cooperativa da Guiana expressa o compromisso de ser um parceiro confiável e de trabalhar em colaboração com outras nações. Nosso pequeno país no norte da América do Sul tem fortes laços culturais e históricos com a região do Caribe e tem atraído a atenção mundial nos últimos anos por seu excepcional crescimento econômico.

A posição geográfica do nosso país é estratégica para levar adiante nossa abordagem cooperativa e nos tornarmos um elo para a cooperação em nosso hemisfério. Embora o ponto de partida para o crescimento tenham sido os depósitos de petróleo e gás em alto-mar que começaram a ser explorados em 2019, a Guiana está agora vivendo uma revolução na agricultura, que a está tornando mais produtiva, diversificada, competitiva e resiliente.

O país também está desempenhando um papel importante na promoção de políticas e ações regionais para acelerar o desenvolvimento sustentável do setor agrícola nos países-membros da Caricom, a Comunidade do Caribe. Dessa forma, a Guiana garante a segurança alimentar de sua população e consolida a posição como um importante ator na cesta de alimentos do Caribe, graças ao aumento do investimento público e privado e à chegada de capital estrangeiro.

Por essa razão, e como parte natural desse caminho rumo à modernização de seu setor produtivo, o país nomeou Muhammad Ibrahim, candidato com notáveis qualidades de liderança e experiência em sistemas agrícolas em todo o continente, para o cargo de diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), organização pertencente a todos os governos das Américas e cuja missão é contribuir para o desenvolvimento da agricultura e o bem-estar das comunidades rurais.

A expansão econômica da Guiana ultrapassou 40% ao ano nos anos posteriores a 2020, e o Produto Interno Bruto (PIB) per capita passou de menos de US$ 6,5 mil por ano, em 2019, para mais de US$ 18 mil em 2023. Essa expansão continuará este ano, abrindo grandes oportunidades em todos os setores da economia. No que diz respeito especificamente à agricultura, as conquistas são evidenciadas na publicação de um estudo recente das universidades de Göttingen (Alemanha) e de Edimburgo (Escócia), mostrando que a Guiana é o único país do mundo totalmente autossuficiente em matéria alimentar.

Esses dados reforçam a capacidade do país em um contexto de conflitos que colocaram a segurança alimentar no primeiro lugar da agenda mundial. A razão para esse sucesso é a Guiana estar direcionando recursos para diferentes setores de sua economia, sendo a agricultura e a segurança alimentar um dos principais, juntamente com a educação, a habitação e a infraestrutura.

Durante 2023 e 2024, 8% do orçamento nacional foi destinado ao setor agrícola, como resultado de uma decisão política tomada após a pandemia da covid-19 ter demonstrado que a segurança alimentar pode estar em risco mesmo em países desenvolvidos. Existem vários projetos estratégicos destinados a modernizar o setor e mudar a percepção de que a agricultura é um setor para pessoas sem educação formal, demonstrando, em vez disso, que está associada ao conhecimento.

Isso levou ao fortalecimento da tecnologia em culturas tradicionais, à introdução de culturas de maior valor e à transformação de produtos primários, bem como ao fortalecimento da capacidade institucional para trabalhar na saúde vegetal e animal e na segurança alimentar como estratégia para garantir uma produção sustentável e responder às necessidades dos consumidores.

Em 2024, a Guiana alcançou, pela primeira vez, uma produção de mais de 700 mil toneladas de arroz, uma cultura fundamental para o consumo interno e a exportação. O país também possui a maior fazenda hidropônica da região.A Guiana é também o primeiro país do Caribe a lançar um seguro para indenizar os produtores que perdem suas colheitas ou animais devido a desastres naturais, depois que as enchentes destruíram quase 90% da produção em 2020.

Por todas essas razões, a Guiana quer conduzir o IICA com um de seus líderes mais brilhantes no campo da alimentação. Muhammad Ibrahim, candidato da Guiana e da CARICOM ao cargo de diretor-Geral do IICA, tem uma experiência técnica e política inestimável e habilidades de liderança forjadas ao longo de quase 40 anos de trabalho em produtividade e resiliência agrícola. Seu trabalho promoveu o papel da ciência, da inovação e da tecnologia no fortalecimento dos agricultores, em diálogo com os governos, o setor privado e as instituições financeiras. É essa experiência que nosso país, honrando seu nome, quer levar para toda a América.

Fonte: Correio Braziliense

Tags: AgriculturaAméricasCooperativafronteiraGuianaMohamed Irfaan AliZulfikar Mustapha
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