Em comemoração aos 25 anos da restauração da independência da Geórgia em Brasília, o embaixador Otar

Na recepção, o Embaixador Otar Berdzenishvili discursou para os convidados sobre as relações bilaterais entre a Geórgia e o Brasil, política externa da Geórgia, suas aspirações europeias, trabalho feito nos últimos anos na America latina, cultura e antigas tradições georgianas. O diplomata falou da importância das visitas oficiais bilaterais, como ainda lembrou que o país dele já dispõe de representação diplomática em 65 países.

História – A Geórgia está situada no Cáucaso, na fronteira entre Europa e Ásia. Confina a norte e a leste com a Rússia, a leste e a sul com o Azerbaijão, a sul com a Arménia e a Turquia e a oeste com o mar Negro. A capital é Tbilisi e o idioma oficial era o georgiano. A república foi proclamada em 26 de maio de 1918, com a fragmentação da Federação Transcaucasiana, sob a liderança do partido social-democrata menchevique. Enfrentando problemas internos e externos constantes, a jovem nação não conseguiu suportar da invasão dos exércitos vermelhos da República Socialista Federativa Soviética da Rússia, e entrou em colapso entre fevereiro e março de 1921, tornando-se sequência uma república soviética.
A Geórgia é atualmente um membro da Organização das Nações Unidas (ONU), do Conselho da Europa, da Organização Mundial do Comércio (OMC), da Organização de Cooperação Econômica do Mar Negro, da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da GUAM – Organização para a Democracia e o Desenvolvimento Econômico e do Banco Asiático de Desenvolvimento.
O país é um observador associado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A Geórgia também aspira aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e à União Europeia. Em 2009, retirou-se da Comunidade dos Estados Independentes (CEI). Possui duas regiões independentes de facto, a Abecásia e a Ossétia do Sul, que obtiveram reconhecimento internacional limitado após a Guerra Russo-Georgiana. A nação, e grande parte da comunidade internacional, considera as regiões como parte integrante de seu território soberano, sob ocupação militar russa.
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