Estudantes do 7º ano do Centro de Ensino Fundamental Doutora Zilda Arns esclareceram dúvidas e puderam jogar críquete, esporte mais popular do país vizinho
DÁVINI RIBEIRO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Os alunos do Centro de Ensino Fundamental Doutora Zilda Arns, do Itapoã, fizeram perguntas sobre cultura e economia e puderam saborear a culinária típica do país vizinho.



Cerca de 80% do território é composto por floresta e há uma extensa divisa entre os dois países. “Nas regiões de fronteira, as pessoas comem farinha e dançam forró. Muitas vezes, elas têm mais facilidade de chegar ao Brasil do que às áreas urbanas da Guiana”, contou William.

Eleito pela professora como o mais curioso, Luiz Eduardo, de 13 anos, agradeceu, em nome da turma, a oportunidade. Ele fez perguntas e ficou impressionado em ver de perto o que tinha estudado. “Adorei a comida. Eles têm muitas coisas diferentes do Brasil. Vou levar daqui muita aprendizagem”, disse. Ao fim da visita, uma minibandeira da Guiana foi entregue a cada aluno como lembrança. Além disso, a embaixada vai marcar uma data para ir até a escola retribuir a visita.

Em 2015, o Embaixadas de Portas Abertas começou como projeto piloto e foi instituído oficialmente em 9 de agosto de 2017. O objetivo do programa é aproximar os alunos da rede pública da carreira diplomática e apresentar-lhes os costumes de outras regiões do mundo.As atividades fazem parte do programa Criança Candanga, conjunto de políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência em Brasília.
A iniciativa é uma parceria da Assessoria Internacional com a Secretaria de Educação e a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) — que faz transporte dos alunos das escolas às embaixadas. As representações diplomáticas estrangeiras interessadas em participar do programa podem enviar e-mail para assessoria.internacional@buriti.df.gov.br.
Fonte: Agência Brasília














