Embaixador Murad Ashraf Janjua lembra eventos importantes e trágicos da história da região

O “Dia Negro da Caxemira”, neste 27 de outubro, marca sete décadas de impasse e tensões entre Paquistão e Índia. A data é lembrada, anualmente, como um protesto contra a ocupação e expressar apoio à autodeterminação da região; tomada por tropas do governo indiano em 1947. Em Brasília, o embaixador do Paquistão no Brasil, Murad Ashraf Janjua, pediu solidariedade ao povo de Jamu e Caxemira, em almoço com a imprensa, nesta segunda-feira (27), na sede da embaixada.
Em um vídeo institucional, o embaixador Janjua apresentou a situação da Caxemira onde, segundo ele, ocorrem “atrocidades, um aumento nas violações dos direitos humanos e a ocupação ilegal da Caxemira. Este ano, durante a presidência do Paquistão no Conselho de Segurança da ONU, o governo paquistanês apresentou uma resolução, que foi aprovada por unanimidade, para fortalecer uma ação tranquila nesta disputa. “O Paquistão é a favor de resolução pacífica. Caxemira é uma delas. Não podemos simplesmente assistir atrocidades acontecerem em qualquer parte do mundo”, afirmou o embaixador.
“Sabemos que as resoluções da ONU fazem parte do direito internacional e têm obrigações vinculativas. Mas temos um país que viola essa lei com impunidade. Ele ocupa ilegalmente territórios, oprime a população indígena e viola os direitos humanos fundamentais na Caxemira”, completa Janjua. Segundo o diplomata, o Paquistão é a favor das negociações e que não se pode compreender o que famílias, crianças e mulheres estão passando com “tratamentos desumanos devem acabar agora”.






