O Parlamento da República da Croácia iniciou hoje a sua sessão com um minuto de silêncio e o Presidente do Parlamento Gordan Jandroković disse que o dever do mundo inteiro é lembrar o dia 27 de janeiro, Dia Internacional da Recordação da Vítima do Holocausto, das vítimas da crueldade, desumanidade dos campos de concentração fascistas e sofrimento, seis milhões de destinos humanos e suas histórias nunca contadas.
Com a lembrança das vítimas do HOLOCAUSTO, uma imensa inscrição da torre da Catedral de Zagreb foi coroada em croata e hebraico. Essa foi uma das muitas homenagens que devem acontecer em vários outros países, durante esse final de semana, para lembrar uma triste página da história mundial.

Os nazistas assassinaram, primeiramente, pessoas que tinham alguma deficiência mental ou física, e opositores do governo.Além disso, grupos sociais que eram considerados “inferiores”, segundo o nazismo, como negros, homossexuais, Testemunhas de Jeová e ciganos, pereceram nos campos de concentração.
Dentre as milhões de vidas perdidas, a maioria eram judeus, que foram perseguidos implacavelmente em todos os países ocupados pelos nazistas. Estimam-se que tenham sido assassinados mais de seis milhões de judeus durante o Holocausto.
A dimensão da crueldade que foi o Holocausto é tão assustadora que, para tentar evitar episódios semelhantes no futuro, foi criada a UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Origem – O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto foi criado por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), através de uma Assembleia Geral, pela resolução 60/7, de 1 de dezembro de 2005. A data foi escolhida por ter sido a data, em 1945, que aconteceu a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, considerado o principal do regime nazista.





