Adriano Jordão volta à Brasília para recital especial
No dia 26 de novembro, às 19h, no Auditório Agostinho da Silva, na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português em Brasília, o consagrado pianista Adriano Jordão faz um recital especial, concebido como uma homenagem à Brasília e às amizades que marcaram sua trajetória. Com uma carreira internacional consolidada e uma ligação afetiva profunda com o Brasil, Adriano Jordão celebra, através da música, os laços culturais e humanos que construiu ao longo dos anos.
Este recital nasce da saudade e da gratidão pelos tempos vividos em Brasília, onde o artista manteve uma frutuosa colaboração com músicos, instituições e amigos que continuam presentes em sua memória. Vindo especialmente de Lisboa para esta ocasião, o pianista reencontra o público brasiliense em um momento de emoção e partilha, em que cada nota se torna um gesto de reencontro e celebração da amizade. O concerto conta com o apoio da Embaixada de Portugal e do Camões – Centro Cultural Português em Brasília,
ADRIANO JORDÃO estudou piano em Portugal com Helena Sá e Costa e, posteriormente, aperfeiçoou-se nos Estados Unidos com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. Em Paris, foi aluno e assistente de Yvonne Lefébure no Conservatoire Européen. A sua carreira internacional estendeu-se pela Europa, Américas, África e Ásia, com atuações em prestigiadas salas como o Carnegie Hall e Alice Tully Hall (Nova Iorque), Wigmore Hall (Londres), Salle Gaveau (Paris), Mozarteum (Salzburgo), Suntory Hall (Tóquio) e Beijing Concert Hall, entre muitas outras.
Colaborou com maestros de renome mundial, como Alain Lombard, Claudio Scimone, Sandor Végh, John Neschling, Muhai Tang e João Carlos Martins, bem como com os mais destacados maestros portugueses, incluindo Silva Pereira, Álvaro Cassuto e Manuel Ivo Cruz.No Brasil, apresentou-se em várias capitais, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Belém e Manaus e em cidades do interior, tendo vindo frequentemente a Brasília desde os anos 1980, onde tocou com a Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional sob a direção de Claudio Santoro.
É fundador do grupo de câmara I Vocalisti, com Theodor Paraskivesco, Ileana Cotrubas e Peter Schreier, entre outros, e idealizador e diretor de importantes eventos como o Festival Internacional de Música de Macau, o Festival Internacional dos Açores, o Festival de Sintra e o Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa”. Dirigiu ainda por três décadas a programação musical da Fundação da Casa de Mateus e é, atualmente, diretor artístico do Cascais Ópera – Concurso Internacional de Canto.
Fonte: Embaixada de Português






