Para noite de festa, embaixador coreano traz pianista mundialmente famoso.
| Oda Paula Fernandes
Fotos: Rafael Luz

Na comemoração estavam presentes embaixadores de várias nacionalidades, adidos internacionais, estudantes e grupo de crianças atendidas pela Vila da Criança no Distrito Federal (DF). Esta foi a primeira vez que o pianista se apresenta no Brasil. O Brasil é o único país latino-americano que possui Embaixadas residentes nas duas Coreias.


Tocado pela noite de festiva, Jeong-gwan fez questão de registrar a experiência dos Jogos olímpicos, vividos aqui no Brasil em agosto deste ano. “Mas acima de tudo gostaria de lembrar a realização dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, o qual certamente ficará vivo em minha memória. Particularmente, tive a oportunidade de assistir ao evento de abertura e ainda posso sentir a profunda emoção que fui tomado ao testemunhar a grande força do Brasil e suas infinitas possibilidades, mostradas nesse evento. Assim, aproveito este momento para enaltecer o governo e o povo brasileiro pelo grande espetáculo que proporcionaram”, disse Jeong-gwan, anunciando o espetáculo da noite, a apresentação do pianista coreano Kun Woo Paik.

Kun Woo Paik nasceu em Seul e é muito admirado pela forma apaixonada e virtuosa de tocar. Aos 10 anos teve o primeiro concerto e aos 15, ele foi realizar o sonho de estudar música e mudou-se para Nova York. Em 1974, o pianista fez sua estreia na Europa com três recitais consecutivos no Wigmore Hall, em Londres, seguido em 1975 por um recital na Filarmonie de Berlim. Tem colaborado com maestros famosos – Mariss Jansons, Lorin Maazel, Yu Long, Wolfgang Sawallisch, Sir. Neville Marriner. Além disso executou performances com orquestras como a Filarmónica de Nova York, Filarmônica de São Petersburgo, Sinfónica de Londres, Orquestra de Paris e Berlim.

Até o final do Império Coreano, em 1910, após passar pelo enlaçamento destes Três Reinos por Silla, em 668 d.C. a Coréia atravessa as dinastias Goryeo e Joseon como um Estado unificado. Nesta época a nação é integrada ao Japão. Depois da Segunda Guerra Mundial, o país se torna independente e fragmentado, e é fracionado em Coréia do Norte e Coréia do Sul.
Em 1948 é instituída a Coréia do Sul, sob um regime democrático, após um conflito entre as duas Coréias. A República Coreana atravessou uma era marcada pela ditadura militar, quando sua economia teve um importante desenvolvimento, convertendo-se em uma das mais importantes do Planeta, e finalmente o país se converteu em uma democracia integral, adotando a república baseada no poder do presidente.
A vida econômica da Coreia do Sul está focada especialmente nas exportações de produtos eletrônicos, automóveis, navios, e na robótica, o que confere a seus habitantes um alto poder aquisitivo. Na religião, os coreanos tem um laço em comum com a China e seguem principalmente o budismo tradicional.
























