
A Guerra Patriótica pôs fim à política de agressão de quase 30 anos da Armênia. O Azerbaijão, de acordo com a declaração do Ministério das Relações Exteriores daquele país, garantiu sua integridade territorial e os direitos fundamentais de quase um milhão de deslocados azerbaijanos foram restaurados.

A fim de responsabilizar a Armênia por suas violações do direito internacional humanitário e dos direitos humanos, o Azerbaijão entrou com ações interestatais contra a Armênia no Tribunal Europeu de Direitos Humanos e no Tribunal Internacional de Justiça.
O Governo do Azerbaijão está realizando trabalhos de restauração e reconstrução nos territórios libertados e tomando medidas consistentes para garantir o retorno seguro e digno de quase um milhão de deslocados azerbaijanos, bem como a reintegração dessas terras. O Governo, também, está tomando todas as medidas necessárias para garantir paz, segurança e prosperidade duradouras na região, conforme a Declaração Trilateral de 10 de novembro de 2020.
A Guerra Patriótica sob a liderança do Comandante Supremo das Forças Armadas da República do Azerbaijão, Presidente İlham Aliyev, que terminou com a vitória do bravo Exército do Azerbaijão, abriu uma nova era na história da República do Azerbaijão, estabeleceu a justiça internacional e mudou a realidade na região.
“O Azerbaijão está pronto para normalizar as relações com a Armênia, com base na estrita observância dos princípios do direito internacional, em particular a soberania, integridade territorial e inviolabilidade das fronteiras internacionais”, diz o documento do governo que pede àquela nação que respeite esses princípios fundamentais com o objetivo de garantir a paz, segurança e prosperidade na região e cumprir com suas obrigações internacionais.
“Nós lembramos esta data com profundo respeito e estima à memória de todos os nossos Mártires que morreram pela independência, soberania e integridade territorial do Azerbaijão no dia 27 de setembro, que é celebrado o Dia da Comemoração em nosso país por ordem do Presidente da República do Azerbaijão, finaliza a declaração do Ministério das Relações Exteriores.





