No Brasil, o evento foi realizado na sede da embaixada do Azerbaijão em Brasília,
O embaixador do Azerbaijão no Brasil, Rashad Novruz, promoveu, no dia 26 de fevereiro, na sede embaixada do país, uma cerimônia em memória das vítimas do 33º aniversário do genocídio de Khojaly. O evento que é uma campanha por justiça, reuniu renomados representantes da mídia local, professores, pesquisadores e outros membros da comunidade acadêmica.
Em seu discurso, Novruz apresentou informações detalhadas sobre a história e as consequências do genocídio de Khojaly, enfatizando a necessidade de reconhecimento jurídico internacional desse crime e a punição dos responsáveis. O Embaixador destacou os extensos esforços de reconstrução em Khojaly – cidade libertada dos separatistas armênios pelo glorioso Exército do Azerbaijão – e mencionou que seus habitantes já começaram a retornar à sua terra natal.
Durante a cerimônia, os participantes assistiram a um curta-metragem sobre o genocídio de Khojaly, e materiais informativos foram distribuídos. Mais do que um momento de memória, o evento representou um chamado à justiça e ao reconhecimento internacional, reforçando a importância de preservar a verdade histórica e promover a paz.
História – Na noite de 25 para 26 de fevereiro de 1992, um dos crimes mais brutais contra a humanidade foi cometido em Khojaly. 613 civis azerbaijanos, incluindo 106 mulheres e 63 crianças, foram assassinados com extrema crueldade. Milhares foram expulsos de suas casas e centenas permanecem desaparecidos até hoje. As forças armadas armênias invadiram a cidade e cometeram genocídio.
“Neste dia de memória e reflexão, prestamos homenagem às vítimas e reafirmamos a importância da justiça e do reconhecimento internacional. Que tragédias como essa jamais se repitam”, afirmou o embaixador Novruz.
Os diplomata, em sua fala, enfatizou que lembrar os mártires de Khojaly “ não é apenas um ato de comemoração, mas um compromisso com a justiça”.