
“Centenas de caxemires foram mortos extrajudicialmente em falsas operações encenadas. O padrão de violações graves e sistemáticas e o uso indiano de terrorismo de Estado como uma política e manifestamente evidente em detenções arbitrárias, prisões ilegais de jornalistas e defensores de direitos humanos da Caxemira, encarceramento de líderes políticos da Caxemira, repressão violenta de protestos pacíficos, uso de armas de chumbo, demolição de bairros e vilarejos inteiros como punição coletiva, toques de recolher e apagões de comunicação”, diz a nota da embaixada do Paquistão.
De acordo com Azeem Ullah Cheema, o governo indiano também introduziu regras de domicílios e leis de posse e propriedade no território ocupado com o objetivo de efetuar mudanças demográficas e converter sua maioria muçulmana e minoria, violando o direito internacional, a Carta da ONU, as resoluções do seu Conselho de Segurança ( CSNU) e a 4ª Convenção de Genebra.
“O Paquistão condena veementemente as atrocidades em curso e a grave situação dos direitos humanos e expressa solidariedade com os caximires em sua luta pelo direito legítimo à autodeterminação, conforme incorporado nas resoluções relevantes do CSNU”, disse Cheema .
A Caxemira é uma região com cerca de 220 mil Km2 (comparada em extensão ao estado do Piauí) que tem o privilégio de abrigar as nascentes do rios Ganges e Indo. Pela riqueza hídrica, a região, localizada em sua grande parte nas montanhas do Himalaia, acabou se transformando em uma área de conflito pelo controle de suas terras. Ela fica ao norte da Índia e do Paquistão e ainda faz fronteira com a China ao nordeste.
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