As embaixadas México e da Espanha, juntamente com o Instituto Cervantes de Brasília e a ONU Mulheres exibiram, neste dia, o documentário ′′ Batalhas íntimas”, da cineasta mexicana Luciagaja Lucia Gajá. Ganhadora de vários prêmios, ela não pode vir por causa da pandemia. Este foi o primeiro dia dos 16 Dias de Ativismo sobre violência de gênero. A exibição foi no auditório do instituto.

O embaixador Piña Rojas lembrou que o seu país trabalha para acabar com a violência de gênero. O laranja lembra a luta contra a violência. ”Estamos nos juntando ao chamado da @UNWomen para #OrangeTheWorld, iluminando de laranja nossa Embaixada para aumentar a conscientização. Colaborar em atividades que ‘financiem, respondam, previnam, coletem’ é uma parte relevante das prioridades de igualdade de gênero da Austrália no exterior, que é mais importante do que nunca, no contexto COVID-19. Segundo Rojas, o México adota protocolos para a prevenção da violência de gênero, promove mulheres na diplomacia.

ONU Mulheres – As medidas de isolamento em função da pandemia provocaram aumento em cinco vezes no número de registros de violência contra as mulheres. A ONU Mulheres aponta que mais 15 milhões de mulheres deverão sofrer violência até o fim da pandemia. A organização lançou 16 dias de campanha contra a violência de gênero. Monumentos foram iluminados na cor laranja. O Apelo é para que todos façam o seu papel.


Neste ano, no Brasil, também foi lançada a campanha “Onde você está que não me vê?”, destacando as causas, implicações e consequências da violência contra diversos grupos de mulheres e meninas. O enfoque particular é nos grupos socialmente excluídos e marginalizados. Até o dia 10 de dezembro, a campanha dará visibilidade às mulheres e meninas que enfrentaram a violência antes e durante a pandemia, reafirmando o conceito: Somos nossa existência.
Atenea – O Brasil está entre os países com os piores indicadores da América Latina no que diz respeito aos direitos políticos das mulheres e à paridade política entre homens e mulheres. O projeto ATENEA, implementado na Região pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (@PNUDBrasil) e pela ONU Mulheres, com o apoio da organização IDEA Internacional (@InternationalIDEA), analisa 40 indicadores categorizados em oito dimensões relacionadas ao tema e, a partir desses dados, calcula o Índice de Paridade Política (IPP). Ele varia de 0 a 100 e atribui valores mais altos aos mais bem avaliados.
A análise dos 40 indicadores atribuiu ao Brasil o IPP de 39,5, o que o localiza em 9º lugar entre os países latino-americanos já mapeados pela iniciativa ATENEA – Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Peru e Uruguai. A partir das evidências resultantes da aplicação do Índice de Paridade Política, o ATENEA apresenta recomendações para que se torne possível produzir, incrementar e aperfeiçoar avanços em cada uma das dimensões abordadas.
Quer saber mais sobre o estudo? Acesse www.onumulheres.org.br e confira o diagnóstico na íntegra.


















