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Home Destaque 2

OMS aprova investigação e crise entre EUA e China se aprofunda.

por Liz Elaine
19 de maio de 2020
em Destaque 2, Mundo
Tempo de Leitura: 3 mins
A A

O texto, no entanto,  não cita quando tal processo deveria começar e, divididos, governos promovem ataques mútuos. O documento é aprovado no momento em que o maior financiador da OMS, o governo dos EUA, ameaça deixar a agência em protesto. A reação de Donald Trump causou indignação entre governos e abriu um período de incerteza sobre o destino da entidade.

 Já o governo da China acusou Trump de tentar desviar atenção pelos mais de 90 mil mortes nos EUA e afirmou que os comentários do americano contra a agência faz parte

Já o governo da China acusou Trump de tentar desviar atenção pelos mais de 90 mil mortes nos EUA e afirmou que os comentários do americano contra a agência faz parte de uma campanha de difamação contra Pequim. Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, usou seu discurso na assembleia para anunciar que vai iniciar uma revisão dos trabalhos da agência. Mas não indicou quando. “Estamos dispostos a ser transparentes”, disse. “Assim que possível, vamos começar uma avaliação independente e fazer recomendações para melhorar respostas nacionais e internacionais”, anunciou Tedros, na esperança de frear críticas.

Mas ele alertou que também vai pedir que governos façam seus exames internos e que, em boa-fé, aprendam a lição do que o mundo atravessa hoje. “Todos temos de aprender lições, disse. “Cada governo precisa examinar suas respostas”, disse. Sua proposta é de que, ao lado da OMS, governos também sejam examinados de forma regular e pede que países façam o necessário para superar crise para que ela jamais volte a ocorrer. O discurso de Tedros não foi suficiente para atender os pedidos dos EUA. Donald Trump enviou uma carta ao diretor, dando-lhe 30 dias para iniciar uma reforma, sob a ameaça de retirar os americanos da agência. Ele também indicou que congelaria os repasses de dinheiro.

No meio diplomático, o alerta de Trump já faz parte de um esforço das potências para redesenhar da nova ordem internacional. Washington não quer ver a influência da China ganhar força nos organismos multilaterais e, com a ameaça, tenta impedir que Pequim possa agir. Xi Jinping, presidente da China, usou evento da OMS para fazer um discurso radicalmente diferente: elogiar Tedros, falar da importância da colaboração internacional e anunciar US$ 2 bilhões para a luta contra a pandemia no mundo.

Ele ainda se defendeu das críticas internacionais de que teria abafado os casos e indicou que reconhece a necessidade de uma investigação. Mas alertou que tal trabalho deve ser realizado num segundo momento. Seu governo, acusado de ter abafado os primeiros casos, vinha evitando permitir a entrada de uma equipe internacional para investigar a origem do vírus.

Na OMS, porém, as autoridades apontam que o alerta foi feito ao mundo no final de janeiro e que, por semanas, muitos governos ignoraram as recomendações. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, indicou que a recusa de alguns governos em ouvir a OMS está causando ao mundo fortes prejuízos.

Ambiguidade Com a aprovação da resolução, ninguém sabe dizer exatamente quais serão os próximos passos diante do desentendimento entre os governos. A resolução pede que seja iniciado um processo de avaliação dos mecanismos existentes na OMS para dar respostas às emergências globais. A resolução ainda pede que o processo avalie também o regulamento sanitário internacional, acordo fechado em 2009 e que cria obrigações a países para que informem a OMS sobre eventuais surtos. Também será colocado em questão “a contribuição da OMS nos esforços da ONU”, uma maneira diplomática de forçar uma revisão das práticas da entidade.

O texto havia sido proposto pelo Brasil, Austrália, Chile, Colômbia, Japão, UE, Rússia, Reino Unido e vários outros governos. Emmanuel Macron, presidente da França, defendeu uma “OMS forte”. A chanceler alemã, Angela Merkel, também saiu em defesa da OMS, chamada pela chefe-de-governo como uma “entidade legítima”. Para ela, o mundo precisa primeiro combater a pandemia, antes de pensar em outras medidas.

Tags: ChinaEUAOMSpandemia
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A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info
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Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

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Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

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O embaixador Alessandro Cortese comentou a nova lei da cidadania italiana durante entrevista ao JR Entrevista, da TV Record, na última sexta-feira (30). Ele abordou a decisão da Corte Constitucional relacionada ao decreto-lei nº 36/2025, convertido na lei nº 74/2025, e destacou pontos que, segundo ele, podem beneficiar ítalo-descendentes.

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#AlessandroCortese #cidadania #Embaixador #impacto #iTália #Lei #necessária #vantgens
A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formaliza A EMBASSY tem a satisfação de anunciar a formalização de uma nova e relevante parceria institucional com a Embaixada da Geórgia, que resultará na produção de uma edição especial inteiramente dedicada ao país.

O projeto já está em andamento e mobiliza uma equipe multidisciplinar de excelência, composta por jornalistas, revisora, fotógrafa, designer gráfico e tradutores, com o compromisso de apresentar um conteúdo editorial de alto padrão, à altura da proposta e da relevância internacional da publicação.

Com lançamento previsto para o mês de maio, a 11ª edição da EMBASSY reafirma o compromisso de uma revista com qualidade, credibilidade e a valorização das relações internacionais.

Em breve, mais informações.
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