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Cautelosa, OMS discute como voltar à normalidade sem nova onda de contágio

por Liz Elaine
6 de abril de 2020
em Mundo
Tempo de Leitura: 3 mins
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A entidade  inicia nos bastidores trabalhos com técnicos de todo o mundo para estipular uma estratégia para a transição de um cenário de quarentenas para uma situação de normalidade. Cautelosa, porém, a entidade teme que os primeiros números positivos levem governos, pressionados por atores econômicos, a acelerar a retirada de medidas de distanciamento social, com um resultado catastrófico e nova onda da explosão de casos.

Pensando nessa possibilidade, a OMS iniciou trabalhos para determinar em quais circunstâncias e em que ponto um governo deveria falar abertamente sobre um cenário de retirada de restrições. A avaliação é de que qualquer plano neste sentido deve ocorrer de forma segura e gradual. Ao mesmo tempo, o planejamento propõe concentrar esforços para que países possam melhorar seus serviços de saúde. Na Itália, o governo estipulou até 2 de maio o prazo de confinamento para sua população. No restante da Europa, projeções similares também foram estabelecidas. Mas existem governos que já indicam que poderiam começar a pensar num plano de saída para o atual estágio. Na Áustria, o governo indic o governo indicou na manhã desta segunda-feira que vai permitir a abertura de pequenas lojas a partir do dia 14 de abril. A transição será gradual. Restaurantes poderão voltar a funcionar em maio. Mas eventos com grandes aglomerações de pessoas seriam autorizados apenas a partir de final de junho. A cúpula da OMS não esconde sua preocupação de que o fim das quarentenas seja decretado de forma prematura ou sem uma estrutura necessária para enfrentar os desafios que virão. Uma primeira reunião ocorreu na semana passada, entre “líderes globais de saúde”. O grupo era composto pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, a brasileira Fiocruz e uma dezena de instituições de p… instituições de ponta de todo o mundo

Na pauta estava o debate sobre como elaborar uma estratégia para evitar que, depois de decretar o fim de uma quarentena, o surto volte a surgir. Isso implicaria na perda de meses de fechamento da economia, incertezas e a volta da crise sanitária. Para os especialistas, tal cenário poderia levar a um mergulho ainda mais profundo das economias, já com amplas perdas.

Plano visa a ter melhores sistemas de saúde ao fim da crise Para a OMS e especialistas, a quarentena é uma espécie de tempo que países compram diante da pandemia. Mas a questão é o que fazer com tal “tempo extra”. Na avaliação da entidade, as restrições desaceleram o contágio e, assim, reduzem a pressão sobre os serviços de saúde. A coluna apurou que o trabalho consistirá em garantir que, durante o próximo mês de quarentena em diversos locais do mundo, o tempo seja usado para fortalecer os sistemas de saúde e criar um plano sólido para garantir o teste de todas as pessoas com sintomas e a capacidade de isolar os casos positivos.

A perspectiva é de que o vírus não irá simplesmente desaparecer. Mas que países que adotarem medidas agressivas para ampliar sua capacidade de UTI, testes e isolamento, terão maiores chances de começar a pensar no período pós-quarentena, possivelmente a partir de maio. A meta é ambiciosa: sair do período de quarentenas com sistemas de saúde mais sólidos financeiramente. E não com a atual situação de colapso e nem com os serviços públicos que existiam antes.

A questão é como implementar tal medida em países mais pobres. Entre as propostas está um compromisso global de que credores suspendam a cobrança de dívidas externas, como forma de garantir que novos recursos possam ser destinados para os sistemas de saúde. Para o diretor de operações da OMS, Michael Ryan, o mundo precisa “ter cuidado na saída (dessas quarentenas)”. “Ao desenhar as estratégias de transição para que a economia volte ao normal, o que precisamos garantir é que haja uma arquitetura dos sistemas de saúde, controle e fortalecer os serviços públicos”, defendeu.

 

Segundo ele, governos terão de decidir se querem conviver com o vírus e reabrir suas economias. Mas, se essa for a escolha, terão de garantir a existência de sólidas redes de apoio e sistemas de saúde. Neste cenário, haveria um “vírus mais controlado”. Caso não haja essa preparação e medidas, o risco é de que governos tenham de voltar a aplicar quarentenas. “Se estivermos em controle (do vírus), podemos proteger nossas economias. As quarentenas são tempos preciosos para estabelecer essa arquitetura, testes e construir resposta. Se fizermos isso, podemos fazer transição para uma vida que seja mais engajada, com mais saúde e justiça social”, completou.

 

Tags: BélgicaCovid-19FrançaiTáliaNormalidade
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Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

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Bahrein destina áreas para produção agrícola no Br Bahrein destina áreas para produção agrícola no Brasil -

Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein alocou 12 lotes para agricultores de Buri (SP) como parte de estratégia para aumentar segurança alimentar do país.

O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

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A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

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#Apex #Brasil #Cooperação #críticos #exportações #LaudemirMuller #minerais #reinounido #SarahClegg
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