Up to June since year, about 1MW of solar energy will come into operation in the DF.
Liz Lôbo




Industry data – The photovoltaic solar energy in Brazil is at 1.9 GW of installed capacity, with a forecast of 17 projects under construction (458,912 kW of power), in addition to the 46 projects authorized, but not yet started (1,279,056 kW), according to Aneel data. The source leads the microgeneration and distributed minigeration segment with almost 100% of the country’s facilities (it is responsible for 615,542.45 KW of installed power, out of a total of 727,094.65 kW considering other sources such as wind, biomass, thermal and hydroelectric dam).
In the last year, more than 20 thousand new direct and indirect jobs have been generated, with each MW of photovoltaic solar energy being installed, 25 to 30 jobs are generated, according to the Brazilian Association of Solar Energy. This is one of the highest rates of employment generation in the electricity sector, and also among the renewable ones in the world, with 3.4 million of the total 10.3 million renewable jobs on the planet.
The growth of microgeneration and distributed solar photovoltaic mini-generation is driven by two main factors: the 75% reduction in the price of photovoltaic solar energy in the last 10 years and the strong increase in the price of electricity from consumers, which since 2012 has accumulated a high 499%, according to the Ministry of Mines and Energy.
Brasília ganhará usina de energia solar fotovoltaica
Até junho desde ano, cerca de 1MW de energia solar entrará em funcionamento no DF.
Liz Lobo
O Brasil está entre os 10 maiores consumidores de eletricidade do mundo e possui um dos melhores índices de radiação solar do planeta, Pensando nesse potencial brasileiro cresce o investimento na área de energia renováveis. Esse é o caso da FAZSOL Energias Renováveis ; uma união da startup japonesa Shizen Energy, e da Espaço Y, empresa brasileira de empreendimentos imobiliários, que anunciaram o início da construção de sua primeira usina de energia solar no Brasil. A planta, localizada no núcleo rural de Capão Seco, na região administrativa do Paranoá, começará fornecendo 1,1 MW para a população de Brasília e cidades satélites. Para celebrar a parceria e o inicio das obras foi realizada , no dia 26 de fevereiro, no Bar Armazém do Ferreira, uma cerimônia do saquê com presença de representantes do governo japonês, do Distrito Federal e da agência de cooperação japonesa.
O empreendimento em Capão Seco é um projeto piloto com investimento de R$ 5 milhões por cada MWh e a meta é chegar a uma produção de 20MWh até os próximos 12 meses com o lançamento de novos empreendimentos em vista. Os serviços e a produção gerada pela nova usina já estão contratados com dois estabelecimentos comerciais do DF que deverão contar com uma economia de 15% a 20% nos custos de energia. As obras deverão estar concluídas daqui a aproximadamente três meses, gerando o suficiente para abastecer cerca de 350 residências.
“A expansão global é um dos passos para alcançar nosso compromisso de transformar o mundo. O desenvolvimento de matrizes energéticas sustentáveis é a nossa maneira de criar energia para o futuro e, mais importante, mudar o modo como as pessoas e as organizações usam esse ativo”, disse Ken Isono, um dos fundadores e CEO da Shizen.
“Para nós, é muito significativa a participação em um negócio ambientalmente sustentável e gerador de empregos para o Brasil, ao mesmo tempo que contribuímos para suprir a demanda de energia elétrica em nossa região”, afirmou.

No último ano, já foram gerados mais de 20 mil novos empregos diretos e indiretos, sendo que a cada MW de energia solar fotovoltaica instalados, são gerados de 25 a 30 postos de trabalho, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar. Esta é uma das maiores taxas de geração de emprego do setor elétrico, e também entre as renováveis no mundo, com 3,4 milhões do total de 10,3 milhões de empregos de fontes renováveis no planeta.
O crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por dois fatores principais: a redução de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos 10 anos e o forte aumento do preço da energia elétrica dos consumidores, que desde 2012 acumula uma alta de 499%, segundo o Ministério de Minas e Energia.














