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3 lições da Guerra Fria para o encontro histórico entre Trump e Kim Jong-un

por Embassy News
10 de junho de 2018
em Mundo
Tempo de Leitura: 6 mins
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BBC News Mundo

Em 1972, o líder americano Richard Nixon ( à dir.) foi à China se reunir com Mao Tsé-tung e tentar retomar as relações entre os dois países

Com a chegada de Kim Jong-un a Cingapura neste domingo, 10, parece que o encontro entre o líder norte-coreano e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realmente irá acontecer. A reunião está prevista para esta terça, 12.

Diante de tantas expectativas geradas sobre essa reunião, alguns analistas políticos voltam alguns anos atrás e olham para a época da Guerra Fria para lembrar algumas histórias de acertos e erros em termos de diplomacia. Entre elas estão as cúpulas entre presidentes americanos com líderes soviéticos e chineses.

Trump não é Kenedy ou Reagan, nem Kim Gorbachev ou Mao, dizem analistas; mas algumas das negociações que eles mantiveram em um momento tão turbulento da história apresentam certos paralelos com a época atual. Aqui estão três deles:

  1. Agenda ampla X agenda simples

Se há uma reunião que pode ser usada para traçar um paralelo com o provável encontro entre Trump e Kim Jong-un é a que ocorreu em 1961, entre o presidente americano John F. Kennedy e o então líder da União Soviética Nikita Khrushchev. A opinião é de Nikolai Sokov, que trabalhava para o Ministério das Relações Exteriores dos desaparecidos da União Soviética (URSS) e participou de negociações com os norte-americanos sobre armas nucleares russas.

Essa reunião, realizada em Viena, foi um fracasso para muitos historiadores: o jovem presidente dos Estados Unidos chegou despreparado depois de apenas quatro meses no cargo, com altas expectativas e uma posição muito rígida; e acabou sendo engolido pelo experiente Khrushchev, 67 anos de idade.

Nessas conversas, a tensão entre as duas superpotências chegou ao ponto em que o líder soviético alertou: “Se os Estados Unidos querem iniciar uma guerra pela Alemanha, que assim seja”, lembrou um funcionário do Departamento de Estado.

Em uma entrevista posterior com um repórter do The New York Times, Kennedy reconheceu: “(Khrushchev) me destruiu”.

O fracasso da cúpula deu origem à crise dos mísseis cubanos, ao Muro de Berlim e à Guerra do Vietnã, algo que “não encoraja muito”, se agora se comparar à cúpula entre Trump e Kim, segundo o ex-oficial da URSS Nikolai Sokov.

É por isso que Sokov, que agora é pesquisador do Centro James Martin para Estudos de Não-Proliferação Nuclear na Califórnia, insiste que é preciso diminuir as expectativas. “A reunião pode ser bem-sucedida com uma agenda limitada, ou pode falhar porque tem uma agenda muito ambiciosa”, afirma.

Sokov, no entanto, diz que que não é preciso superestimar a experiência do passado, mas ressalta algumas condições que podem fazer a cúpula entre Trump e Kim Jong-un ser bem-sucedida. “Uma boa preparação ou saber o resultado que se alcançará”.

“Eu pessoalmente ficaria muito satisfeito com um resultado limitado: seria o mais eficiente, se eles concordassem em manter contato, continuar as negociações … seria o melhor resultado.”

  1. Os mocinhos e os bandidos

Outra das reuniões históricas lembradas quando se fala do encontro entre Kim e Trump é a viagem que Richard Nixon fez à China em 1972 e a conversa dele com o fundador da República Popular da China, Mao Tsé-tung.

Foi a primeira vez que um presidente americano pisou no país asiático depois de décadas de hostilidades entre eles. A inimizade era tamanha que até a chegada à China a equipe de Nixon nem sabia se Mao se encontraria com o líder americano.

O fato de a China já ter armas nucleares ajudou os Estados Unidos a “aceitarem a existência de uma China comunista”, lembra Jeffrey Lewis, pesquisador do Instituto Middlebury de Estudos Internacionais, em Monterey, na Califórnia.

“As armas nucleares faziam parte do motivo pelo qual os Estados Unidos reconheciam que a China era um país importante e não podiam continuar a ignorá-la. Acho que essa é uma das lições que a Coreia do Norte aprendeu”, diz ele à BBC.

Lewis ressalta que entre a reunião de Mao e Nixon e a de Trump e Kim, no entanto, há uma grande diferença: para a viagem de Nixon, houve “longas e sérias conversas entre autoridades muito competentes”, como ao ex-secretário de Estado Henry Kissinger, responsável por entrar em contato com os chineses.

Mike Pompeo (atual secretário de Estado americano) não tem experiência nenhuma”, diz ele. Entre outras lições que emergem dessa importante viagem, há um “paradoxo”, na opinião de Lewis.

“Na América, nós tendemos a pensar ingenuamente que as armas nucleares são ruins e as pessoas que as querem ter são necessariamente ruins, mas na verdade as pessoas na China que as queriam eram as mesmas que buscavam melhorar as relações com os EUA (…) Temos que estar preparados para a ideia de que os norte-coreanos que querem desenvolver armas nucleares são também aqueles que querem boas relações com os EUA “, diz.

  1. Conheça seu inimigo

Ao fazer uma rápida pesquisa nos jornais sobre o encontro entre Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev na Islândia em 1986, se nota similaridades com a relação entre Kim Jong-un e Trump.

Reagan foi para o encontro após ter chamado a então União Soviética de “império do mal”; enquanto Gorbachev considerava que Reagan era um “mentiroso”, entre outras coisas … Havia uma batalha dialética semelhante à que vimos este ano entre o próprio Trump e Kim Jong-un.

“Naquela época, as pessoas estavam muito preocupadas que Reagan estava sendo muito agressivo com os soviéticos (…) Havia medo de uma 3ª Guerra Mundial”, lembra Peggy Grande, ex-assistente-executiva e confidente de Reagan após deixar o cargo. Ela considera que Trump está sendo inteligente ao seguir o exemplo de Reagan.

Naquela reunião em Reykjavik, Reagan chegou com pouca informação sobre o que Gorbachev queria, segundo documentos oficiais da época recolhidos pelo jornal Washington Post.

“Gorbachev ofereceu ao surpreso Reagan várias concessões, incluindo o desmantelamento de centenas de armas nucleares”, lembra o escritor David E. Hoffman em um artigo de opinião no Washington Post. No texto ele explica como ambos os líderes improvisaram o desmantelamento de seus arsenais -e no caso de Reagan, sem ter consultado alguns funcionários-chave de seu governo.

O presidente americano ficou “maravilhado”, diz Hoffman; Mas, em seguida, o líder soviético pediu-lhe para colocar um limite na Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI, em inglês) – o escudo antimíssil que a mídia apelidou de “Guerra nas Estrelas”.

E Reagan disse que não, abandonando a reunião.

A lição? “Conhecer as intenções do seu adversário e as suas capacidades antes de sentar com ele. Isso é para quem tem agências de inteligência, diplomatas e acadêmicos,” afirma Hoffman, que ganhou o Prêmio Pulitzer com o livro A Mão Morta: A História Não Contada sobre Corrida Armamentista da Guerra Fria.

Embora ambos os líderes não tenham saído do encontro felizes, a conversa foi vista mais tarde como um sucesso. Isso porque ela abriu o caminho para logo depois eles concordarem em acabar com todos os mísseis nucleares e convencionais de curto e médio alcance; um passo fundamental para o fim da Guerra Fria.

Peggy Grande, que conheceu Gorbachev em reuniões que teve com Reagan depois, acredita que “devemos lembrar que o caminho para a paz não é linear ou previsível”.

“Não foi então, nos anos 80, nem será agora”, diz ela. “Então, o mundo ficou surpreso até pelo fato de que Reagan se sentaria à mesa com Gorbachev e nunca imaginou que isso levaria à eliminação de todos os tipos de armas nucleares, à queda do Muro de Berlim, ao colapso da União Soviética e à liberdade para grande parte da Europa Oriental “.

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