País árabe, com a quarta moeda mais valorizada do mundo e regido por um sultanato, foi o 31º a participar do projeto Embaixadas de Portas Abertas


A cultura de Omã é a da boa receptividade e acolhida. Ainda na antiguidade, as famílias tinham o hábito de receber os beduínos (árabes nômades que vivem nos desertos) com café local e tâmaras. O costume foi apresentado aos convidados, que puderam provar as duas iguarias.


Os estudantes também experimentaram comidas típicas, como homus, tabule, quibe, esfirra e arroz de cordeiro. Para a sobremesa, doces com damasco e mel foram servidos.
Em nome da turma, Maria Elisa Moraes, de 10 anos, agradeceu pela hospitalidade. “Gostei muito das músicas, das danças e das roupas. Aprendi muito sobre Omã e vou levar isso para vida toda.”
Curiosidades sobre Omã
É em Omã que aparece o primeiro raio de sol a tocar a Arábia (península que envolve os países Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes, Iêmen, Kuwait e Omã).
Com área de litoral banhada pelo Golfo Pérsico, o país tem poucas chuvas e muito calor. A temperatura média é de 37 graus, com máxima de 50 graus.
A economia é baseada na venda de petróleo. Em 2017, foram 100 milhões de barris exportados. Também há investimentos em agricultura e turismo.
Por ser um país que não se encontra em conflitos, Omã tem recebido imigrantes de nações vizinhas. De acordo com os dados da embaixada, 46% da população é formada por estrangeiros, vindo de lugares como Bangladesh, Filipinas, Jordânia e Paquistão.
A população é majoritariamente islâmica (85%). Além disso, Omã tem a quarta moeda mais valorizada do mundo, o rial. A cotação de 1 rial é equivalente a R$ 10.
O maior lustre do mundo está na mesquita do sultão Qaboos. São 14 metros de altura revestidos de cristais Swarovski, com cerca de 600 mil peças.
Um dos incensos mais caros do planeta é fabricado em Omã. A essência é de uma árvore, o líbano. Um quilo do produto pode custar R$ 1 mil.






