Embaixador Alessandro Cortese promove exposição de vinhos com tema “Uma Viagem Sensorial pela Itália: do Vinhedo ao Prato”.

Brasília foi palco, no dia 7, de mais 6ª Vini D’Italia, Salão do Vinho Italiano no Brasil, comandada pela embaixada da Itália. A mostra tem à frente o embaixador Alessandro Cortese e a curadora e crítica enogastronômica Sueli Maestri, idealizadora do projeto. Este ano, o tema que norteou a expo de vinhos foi uma Viagem Sensorial pela Itália: do Vinhedo ao Prato. O evento reuniu apreciadores de vinho em um espaço para descobrir novos rótulos e trocar experiências. Foram cerca de 450 convidados circulando no salão e saboreando os produtos importados diretamente para a ocasião.
Em 2025, o Vini D’Itália conseguiu reunir 317 rótulos, incluindo destilados e outras bebidas do País da Bota, representando a diversidade e a excelência de todas as regiões vitivinícolas da Itália. Os parceiros e importadores não economizaram e disponibilizaram um total de 1.399 garrafas para degustação. O evento deste ano apresentou o tema “Viagem Sensorial pela Itália: do Vinhedo ao Prato”, convidando o público a uma imersão nas diferentes regiões italianas, conectando cada rótulo à sua rica e diversa gastronomia
“Apresentamos um número recorde de rótulos neste evento. Na Itália, o vinho não é apenas um produto comercial. É um alimento fundamental da nossa dieta e da nossa cultura milenar. À quantidade, soma-se uma extrema variedade e especialização, que fazem do vinho italiano uma excelência mundial, capaz de unir tradição, inovação e sustentabilidade”, destacou Cortese em seu discurso.
O embaixador Cortese destacou, em seu discurso, o papel central da Itália no cenário global da vitivinicultura: “A Itália é o maior produtor e o maior exportador de vinhos do mundo, com mais de 44 milhões de hectolitros produzidos anualmente e cerca de 21 milhões exportados. Com mais de 600 variedades autóctones e 526 denominações de origem, nossos vinhos contam histórias únicas de territórios, pessoas e tradições”, afirmou.
O diplomata ressaltou ainda o crescimento do consumo de vinhos italianos no Brasil: “No primeiro trimestre de 2025, as exportações italianas de vinho para o Brasil cresceram 14%, um dado que confirma o potencial do mercado brasileiro e o crescente apreço dos consumidores locais pela excelência italiana.”
Na opinião de Cortese, investir no vinho italiano é investir em um modelo de economia que une beleza, qualidade e sustentabilidade. O embaixador lembrou ainda que, desde 2023, a Itália apresentou à UNESCO a candidatura da culinária italiana como patrimônio cultural imaterial da humanidade, reforçando o valor da gastronomia como um dos motores do turismo cultural internacional.











