Embaixador Murad Ashraf Janjua lembra Youm-e-Istehsal — ou “Dia da Opressão” e reforça atenção para as regiões, atualmente ocupadas pela Índia
“Youm-e-Istehsaal não é apenas um dia para refletir sobre injustiças passadas, mas um chamado ao mundo para reconhecer as lutas contínuas do povo da Caxemira, afirmou o ministro-conselheiro da missão diplomática, Irfan Ullah, em almoço, na sede da embaixada do Paquistão, em Brasília. A data marca o sexto aniversário da luta para revogar o status especial do território disputado de Jammu e Caxemira.
Em seu discurso, Ullah comparou a situação da Caxemira à de outras regiões em conflito, como Gaza, denunciando o que chamou de “graves violações dos direitos humanos cometidas pela maior democracia do mundo, a Índia”. Segundo ele, o direito à autodeterminação do povo caxemirense é respaldado por 17 resoluções do Conselho de Segurança da ONU, mas continua sendo ignorado. “Há mais de sete décadas, esse povo vive sob opressão. O silêncio internacional diante disso é ensurdecedor”, pontuou.
“A data ressoa profundamente com todos os Caxemires e com todos aqueles que acreditam na justiça, na paz e na dignidade humana”, discursou o adido de defesa da embaixada, brigadeiro-general Tariq Naeem Atha. O diplomata comparou a situação da Caxemira à de outras regiões em conflito, como Gaza, denunciando o que chamou de “graves violações dos direitos humanos cometidas pela maior democracia do mundo, a Índia”. Segundo ele, “Há mais de sete décadas, esse povo vive sob opressão. O silêncio internacional diante disso é ensurdecedor”, pontuou
Segundo o oficial, os impactos humanos foram profundos: “Famílias foram desfeitas, meios de subsistência perdidos, e uma nova geração cresceu privada de paz, dignidade e segurança. Nosso compromisso é permanente: estamos ao lado do povo da Caxemira todos os dias, não apenas hoje.”
Em vídeo institucional, o diplomata lembrou “as inúmeras vidas afetadas pelas decisões ilegais e injustas tomadas em 5 de agosto de 2019, que revogaram o status especial de Jammu e Caxemira, e nos solidarizamos com o povo da Caxemira que continua a suportar dificuldades inimagináveis diante da opressão”.








