Liz Elaine Lôbo
Fotos: Eliane Loin
Militares celebram 26º aniversário de atividades na defesa com promessa de continuidade do processo de modernização




História – A 09 de Outubro de 1991, dentro dos Acordos de Bicesse, as ex-Forças Armadas Populares de Libertação de angola (FAPLA), do Governo e as Forças Armadas de Libertação de Angola (FALA) do Movimento União Nacional para a Independência Total de Angola – UNITA, fundiram-se num Exército Nacional único, dando origem as Forças Armadas Angolanas – FAA.
Foi assim criado um exército único e republicano no âmbito do principio de subordinação à autoridade política. As FAA são apartidárias e obedecem aos órgãos de soberania competentes, respeitam a constituição e as demais leis da República de Angola. Os três ramos nas nossas Forças Armadas, o Exército, a Marinha e a Força Aérea, contam com mais de 100.000 homens e o sector da defesa em Angola representa 7,24% do OGE de 2017, equivalentes a cerca de 3 bilhões de Euros.
Angola conta com o apoio de parceiros estratégicos para levar a cabo a sua política de modernização das suas Forças, Armadas através do estabelecimento de uma cooperação que visa reequipar e potenciar as capacidades de defesa, sobretudo pela modernização das técnicas de combate e operacionalidade. Outrosim, o Governo angolano pretende avançar com a consolidação e reforço do processo de modernização das FAA, por meio de investimentos nas infraestruturas e nos recursos humanos para o alcance da excelência no domínio da técnica militar.
Cooperação bilateral – Angola e o Brasil cooperam no âmbito da Comissão Interministerial para a Delimitação e Demarcação dos Espaços Marítimos de Angola (CIDDMA), das indústrias de defesa e na formação de quadros militares nos mais variados domínios, assim como no nível da Zona de Paz e de Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS).
No que refere à gestão dos diversos conflitos regionais e mundiais, Angola tem apelado a permanente troca de informações, dinamização e harmonização dos mecanismos de segurança com os vários países amigos, visando a consolidação da paz e estabilidade global. Na região central e na região austral de África, Angola não tem poupado esforços para o alcance de uma paz efetiva e duradoura, sobretudo na Região dos Grandes Lagos.


















