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Embassy Agência de Notícias
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Home Destaque 3

Uvas para vinhos 100% brasileiras

por Embassy News
13 de dezembro de 2022
em Destaque 3, Enogastronomia
Tempo de Leitura: 8 mins
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Por Rachel Alves Nariyoshi

Rachel Alves Nariyoshi

Há 300 mil anos surgiu a primeira espécie de videira e hoje, a família Vitaceae abrange 600 espécies. O gênero Vitis é o mais importante. A Vitis Labrusca (videira americana) é a indicada para consumo in natura, elaboração de sucos e vinhos de mesa e a Vitis Vinífera (videira europeia) é a indicada para elaboração dos vinhos finos; e há mais de 5.000 variedades Vitis Vinífera diferentes, embora apenas 60 sejam efetivamente exploradas comercialmente para elaboração de vinhos, segundo o Professor Eduardo Giovannini no Manual de Viticultura. Esta diversidade segue aumentando e diariamente surgem novas variedades. De um lado, existem os cruzamentos, que é quando duas cultivares da mesma espécie se combinam em uma nova variedade, por exemplo: a variedade Vitis Vinífera Cabernet Sauvignon é fruto do cruzamento das variedades Cabernet Franc e Sauvignon Blanc, também Vitis Viníferas. De outro lado, são as cultivares híbridas, aquelas resultantes do cruzamento de duas variedades de espécies diferentes (Vitis Vinífera x Vitis Labrusca), como por exemplo a variedade Niagara é fruto do cruzamento da Vitis Labrusca Concord com a Vitis Vinífera Cassady. As cultivares híbridas carregam no seu DNA genes e características olfativas e gustativas das variedades Vitis Viníferas.

Cientistas e pesquisadores em todo o mundo vêm desenvolvendo novas variedades e no Brasil não é diferente. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) – Unidade Uva e Vinho -, fundada para desenvolver um modelo de agricultura vitivinícola genuinamente tropical criou o “Programa de Melhoramento Genético Uvas do Brasil”, que já lançou 21 cultivares “BRS” voltadas para o consumo in natura e para a elaboração de sucos, vinhos e derivados. Variedades especialmente adaptadas para as diferentes condições dos terroirs brasileiros, como clima, relevo, altitude, umidade, tipo de solo, precipitação pluvial, etc. Esse programa mantém o maior acervo de videiras de toda a América Latina com 1400 matrizes originárias de diferentes partes do mundo.

A sigla BRS (BR=Brasil e S=Sementes), seguida do nome fantasia identifica cultivares híbridas desenvolvidas pela Embrapa. São 100% brasileiras, têm maior produtividade, necessitam de menos tratamentos fitossanitários, são resistentes às podridões dos cachos, são mais resistentes às doenças como o míldio e o oídio, apresentam mais alto grau de açúcar, têm maior potencial enológico, têm diferentes ciclos de produção, dentre outros benefícios. Citaremos algumas delas:

BRS Bibiana: é uma cultivar branca, cujas características remetem àquelas de uvas europeias, especialmente o Sauvignon Blanc. Adapta-se melhor ao clima subtropical úmido da região da Serra Gaúcha, tem alta produtividade, demanda menos tratamentos fitossanitários porque tem os cachos soltos. O grande diferencial da BRS Bibiana é sua constituição genética de quase 70% de Vitis Vinífera em seu DNA.

BRS Carmem

BRS Carmem: é uma cultivar tardia, de coloração tinta, para elaboração de suco e vinho, cuja cor violácea intensa, aroma e sabor lembram a framboesa, elementos similares aos obtidos com a uva Bordô. Seu grau de doçura (Brix) é de 19º. Sua adaptabilidade geográfica é para as Regiões Sul e Sudeste.

BRS Clara: é uma cultivar branca sem sementes com polpa incolor, muito valorizada para consumo in natura por conta do seu sabor moscatel leve e agradável. Sua indicação de cultivo é para as Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

BRS Cora: é uma cultivar com intensa cor violeta que possui alta produtividade. Sua finalidade é para elaboração de sucos e tem boa relação açúcar/acidez com agradável sabor de framboesa. Apresenta Brix de 18º a 20º. É indicada para a melhoria da coloração de sucos, em cortes variados e se adapta bem às regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

BRS Isis: é uma cultivar sem sementes, de cor vermelha, sabor neutro e agradável. Bastante vigorosa e a produtividade pode passar de 25 toneladas por hectare, podendo chegar a 50 toneladas de produção por ano no Vale do São Francisco. Usada para consumo in natura em várias regiões brasileiras desde o Nordeste até as áreas de agricultura familiar do Rio Grande do Sul, onde o fato de ter seu amadurecimento tardio é interessante para aumentar o período de colheita.

BRS Linda: é uma cultivar branca, sem sementes, de polpa incolor, firme e com sabor neutro, bem aceita pelo consumidor brasileiro que prefere frutas com menos acidez. Normalmente produz 2 cachos por ramo e elevada capacidade produtiva. Indicada para ser cultivada nas Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

BRS Lorena

BRS Lorena ou BRS UV 127 31: é uma cultivar branca, com sabor moscatel, indicada para a elaboração de vinhos brancos de mesa aromáticos e frisantes. Plenamente adaptada às condições ambientais do sul do Brasil, possui alta produtividade. Apresenta Brix de 20º a 22º. A elevada produtividade é uma das vantagens desta cultivar quando comparada a outras uvas brancas. Indicada para ser cultivada nas Regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

BRS Magna: é uma cultivar tinta com alto potencial produtivo para elaboração de sucos, rica em matéria corante e pode ser varietal. Considerada uma cultivar completa, podendo ser usada em cortes com outras cultivares conferindo-lhes cor, doçura, aroma e sabor. Com potencial produtivo de 30 toneladas por hectare e seu Brix é de 17º a 19º. Indicada para ser cultivada nas Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

BRS Margot: é uma cultivar tinta resultante do cruzamento da uva Vitis Vinífera Merlot e outra híbrida, a Villard Noir. Sua finalidade é para elaboração de vinho. Tem boa resistência às doenças, facilidade de manejo e o seu Brix pode chegar a 21º. Seu vinho apresenta características olfativas e gustativas semelhantes àqueles elaborados com as uvas Vitis Viníferas. Pode ser utilizada em cortes, contribuindo especialmente para a melhoria do teor alcoólico natural, agregando-lhes maior fineza. Indicada para ser cultivada nas Regiões Sul e Sudeste.

BRS Núbia: é uma cultivar de coloração preta com sementes, de bagas naturalmente grandes de textura firme e crocante. Está sendo testada no Rio Grande do Sul em cultivo protegido por cobertura, apresentando excelente performance. Também apresenta menos problemas relacionados às podridões de cachos na fase de maturação e tolerância intermediária ao míldio. Indicada para ser cultivada nos terroirs das Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

BRS Rúbea ou BRS UV H65 9 14: é uma cultivar filha da variedade Vitis Labrusca Bordô, rica em pigmentos que são encontrados nas cascas e nas sementes. Apresenta Brix de 15º, intensa cor violácea e características de aroma e sabor de alta qualidade. Usada para a elaboração de sucos, vinhos tintos para corte com outros vinhos de pouca coloração, como da uva Isabel por exemplo. É uma boa opção para o clima temperado da Região Sul do Brasil.  É uma uva tinta cuja principal vantagem é o alto conteúdo de matéria corante, que confere intensa coloração e resulta em vinhos e sucos com melhor qualidade final.

BRS Violeta: é uma cultivar tinta que já está bem adaptada à região Sul do Brasil, sob condições de clima temperado e subtropical, e também ao clima tropical do Nordeste. De ciclo precoce, é uma alternativa para incrementar a qualidade e a competitividade do vinho de mesa e do suco de uva. Tem produtividade de 30 toneladas por hectare e seu Brix é de 19º a 21º.

No Brasil se planta muito a variedade Isabel, conhecida como a “la brasiliana”. Entretanto essa cultivar não é uma BRS, é uma Vitis Labrusca, ou seja uma uva americana, mas tem um clone desenvolvido pela Embrapa com o nome de Isabel Precoce ou ISACL 1. Há ainda a BRS UV 106 93 ou Moscato Embrapa que tem 75% de DNA de Vitis Vinífera em sua constituição genética, garantindo semelhança aos vinhos finos da variedade Moscato. Continuando as pesquisas, a Embrapa criou a Dona Zilá uma cultivar rosada de maturação tardia; criou também a cultivar Tardia de Caxias, também de coloração rosada com cachos e bagas grandes e, finalmente, a BRS CDCL 1 ou Concord Clone 30, cultivar escura que é um clone da cultivar Concord. Observaram que a maioria das BRS têm nomes femininos? Isso é outra história que será contada posteriormente.

Minha admiração pela Embrapa é de longa data. Já fiz cursos nas unidades de Bento Gonçalves/RS e  Colombo/PR e, na 3ª edição da Wine South América, que aconteceu em Bento Gonçalves em 2022, tive a honra de ser convidada pelo pesquisador da Embrapa, Professor João Carlos Taffarel para participar de uma degustação às cegas dos vinhos elaborados a partir das BRS (Rúbea, Lorena, Cora, Carmen e Bibiana).  Eram 5 vinhos tranquilos e 1 vinho espumante, este elaborado da BRS Bibiana. E aqui preciso contar que, ao serem revelados os vinhos, observei que o espumante era um Demi-Sec da Vinícola gaúcha Buffon. No seu rótulo, deparei com dois termos conhecidos: “Método Tradicional” e “Frisante Natural Branco”. Tradicional é aquele método de elaboração do vinho espumante onde a segunda fermentação acontece na garrafa e não nas autoclaves e, Frisante é quando o vinho contém gás proveniente da fermentação em menor quantidade que o vinho espumante. No rótulo, havia também a informação de que aquele vinho passou 180 dias de autólise (Leveduras mortas em contato com o vinho quando há liberação de diversas substâncias que o enriquecem na textura, corpo, cremosidade e complexidade).

Daí a dúvida: Como pode vinho Frisante elaborado pelo método tradicional? Como a variedade BRS Bibiana é uma cultivar híbrida (não é 100% Vitis Vinífera), então o seu vinho só pode ser rotulado como frisante e não “vinho espumante”, de acordo com a Lei nº 7678/1988. Explicado! Entendido!

Em outra oportunidade, numa visita técnica à Embrapa Uva e Vinho de Bento Gonçalves com a delegação da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados conhecemos as geleias e os sucos elaborados das BRS. Não deu para escolher qual era o melhor suco, o mais saboroso, o mais cremoso. Eram todos excelentes. Enfim, são produtos de alta qualidade e estou aqui para ajudar você, caro leitor, a quebrar os paradigmas e conhecer os produtos das cultivares híbridas BRS.

As BRS híbridas são cultivadas em grandes quantidades pelo Brasil do Sul ao Nordeste. E nós parabenizamos os pesquisadores da Embrapa pelo excelente trabalho e brindamos o vinho nacional.

@rachelalves.professoravinhos

rachel.alves.bsb@gmail.com

Tags: BRSBRS CarmemBRS ClaraBRS CoraBRS IsisBRS LindaBRS LorenaBRS MagnaBRS MargotBRS NúbiaBRS RúbeaBRS VioletaUvasVinhos
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Embaixador do Irã defende o fortalecimento das rel Embaixador do Irã defende o fortalecimento das relações com o Brasil -

O fluxo comercial entre Brasil e o Irã apresenta oscilações, com saldo comercial favorável, de maneira consistente, ao Brasil. Apesar de persistirem entraves, o Irã é expressivo mercado — um dos maiores do Oriente Médio — para as exportações brasileiras.

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, defendeu o fortalecimento das relações com o Brasil em reunião, nesta quarta-feira, 6, com o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). O deputado Claudio Cajado (PP-BA), também participou do encontro.

De acordo com Ghadiri, “temos um relacionamento de mais de 120 anos e que nunca foi afetado pelas mudanças de governos, no Brasil ou no Irã. São relações sólidas que se baseiam no interesse comum, principalmente no comércio”, afirmou...

🔗 Leia a matéria completa em embassynews.info 

#AbdollahNekounamGhadiri #ClaudioCajado #COMISSÃO #CREDN #Diplomacia #Embaixador #Exportação #Irã #LuizPhilippe #relações
Brasília: arte e história além da política - Em Brasília: arte e história além da política -

Em meio às discussões e debates da República, a capital do Brasil guarda obras de arte e uma arquitetura que lhe conferiram o título de patrimônio mundial da Unesco.

A Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, ocupa o cotidiano dos brasileiros no noticiário e nas decisões que influenciam a vida da população. Mas são esses endereços também obra de arte e de arquitetura de uma cidade que respira história, cultura e oferece lazer mesmo em meio a tantas negociações políticas.

Construir uma capital no Centro-Oeste brasileiro foi uma insistência do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960), que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ele, porém, recomendou que o plano urbanístico fosse feito por outro profissional e se ocupou, ent�...

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Bahrein destina áreas para produção agrícola no Br Bahrein destina áreas para produção agrícola no Brasil -

Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein alocou 12 lotes para agricultores de Buri (SP) como parte de estratégia para aumentar segurança alimentar do país.

O Ministério dos Assuntos Municipais e Agricultura do Bahrein assinou acordos para destinação de 12 lotes agrícolas a agricultores em Buri, estado de São Paulo.  No total foram concedidos 82 mil metros quadrados, cerca de 8,2 hectares, como parte dos esforços para aumentar a segurança alimentar e apoiar agricultores no país, segundo notícia da agência estatal Bahrain News Agency (BNA).

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A medida foi divulgada nesta terça-feira (05), em comunicado do Itamaraty

A partir de 1º de junho de 2026, brasileiros que vivem no exterior terão acesso a passaportes com custo reduzido em 50 por cento. A medida, publicada pela Portaria MRE nº 664/2026, equipara as taxas consulares aos valores cobrados no Brasil.

O governo destacou que a iniciativa beneficia especialmente famílias binacionais e crianças nascidas fora do Brasil, facilitando a regularização de documentos essenciais ao exercício dos direitos dos cidadãos brasileiros no mundo.

A redução também pretende aproximar o preço da emissão no exterior aos valores cobrados em território nacional. Hoje, o custo da obtenção de um passaporte no Brasil varia de R$ 257,25 a R$ 514,50.

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Evento realizado na sede da ApexBrasil reuniu especialistas, diplomatas e representantes dos dois governos para debater parcerias estratégicas no setor. Representando a Embaixada do Reino Unido, participou a ministra conselheira Sarah Clegg

O Brasil tem ampliado sua atuação no debate global sobre minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética e o desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse contexto, o país avança na construção de uma política nacional para o setor e busca fortalecer parcerias internacionais.

Foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) sediou, no dia 29 de abril, a Mesa Redonda de Especialistas em Minerais Críticos Reino Unido–Brasil, encontro de alto nível que reuniu representantes de governos, setor produtivo, instituições finance...

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#Apex #Brasil #Cooperação #críticos #exportações #LaudemirMuller #minerais #reinounido #SarahClegg
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Estado vem se consolidando como um parceiro estratégico da União Europeia no avanço da indústria sustentável, da transição energética e da inovação tecnológica, em um momento de fortalecimento das relações bilaterais após a entrada em vigor provisória do acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, em 1º de maio.

Entre os dias 4 e 6 de maio, o estado recebeu uma delegação de adidos comerciais europeus no âmbito do programa “Conhecendo a Indústria”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A iniciativa tem como objetivo apresentar o potencial produtivo e tecnológico brasileiro, além de ampliar a cooperação econômica e atrair investimentos estrangeiros.

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https://embassynews.info/bahia-se-posiciona-como-parceira-estrategica-da-ue-na-industria-sustentavel-e-transicao-energetica/

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